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Como investir para começar a viver de renda?

Praticamente todo mundo na face da terra quer, algum dia, viver de renda. Ver um dinheiro cair na nossa conta corrente todo mês sem precisarmos fazer nada é um sonho.

A boa notícia é que o sonho de viver de renda não é impossível, pelo contrário. Agora, a má notícia é: poucas pessoas sabem como fazer isso.

Como eu posso investir hoje pra colher renda amanhã?

A resposta, na maioria das vezes, é óbvia: deve-se procurar por ativos geradores de renda.

Porém, a resposta não é tão óbvia quanto parece. A estratégia do começo das aplicações deve ser diferente da estratégia final que você vai usar, mas muitas pessoas não percebem isso.

Por isso, no artigo de hoje eu te explicarei não apenas como é possível viver de renda, como também o que você deve evitar para chegar lá!

Porém, antes de começar, preciso te fazer entender exatamente qual o problema da estratégia atual que é propagada pelas pessoas sobre viver de renda.

 

O problema com o que é ensinado sobre viver de renda

 

Se você já deu alguma olhada em outros artigos sobre viver de renda fora este aqui, você provavelmente já sabe: muito se fala sobre ativos geradores de renda.

Geralmente, é falado sobre duas opções principais: ações que geram bastante dividendos (um repasse de lucros que uma empresa faz como forma de retorno aos seus acionistas) e fundos imobiliários. Ainda pode ser mencionado a renda fixa e algumas outras opções, como tesouro direto com juros semestrais, mas num geral, o maior destaque fica com os dividendos e os FIIs (ainda mais na situação que estamos, com juros baixos na renda fixa).

Por incrível que pareça, isso é um erro.

Mas não me entendam mal: realmente essas opções são boas opções para se viver de renda. O problema é que elas são apresentadas no tempo errado.

Nós geralmente procuramos sobre viver de renda quando, na realidade, temos pouco capital para investir. A maior parte das pessoas que querem entender como viver de renda tem pouco dinheiro mas quer usar os investimentos como um complemento de renda que, no futuro, irá pagar todas as suas contas.

Só que ativos que geram renda só começam a gerar impactos maiores quando você já tem um patrimônio considerável. Antes disso, o impacto é muito pequeno, e focar a sua carteira para receber proventos (lembrando que dividendos são um tipo de provento) quando você ainda quer crescer o seu patrimônio não vai ser eficiente e vai te custar tempo.

Para ficar claro, vamos a um exemplo:

No dia 12/12/2018, a Itaúsa pagou um Juros Sobre Capital Próprio (JSCP) de R$0,006885 por ação.

Ou seja, se você tem 100 ações de Itaúsa, que pelo preço do dia 15 de janeiro daria R$1.291 reais investidos (R$12,91 a unidade), você ganharia somente 69 centavos em proventos (já líquidos do imposto de 15%).

Considerando ainda que a Itaúsa paga trimestralmente dividendos, você demoraria quase 5 anos só para conseguir comprar mais 1 ação de Itaúsa (pelo mesmo preço de R$12,91) se o repasse se mantivesse constante e considerando apenas o ganho em proventos.

Com isso, fica claro: o repasse de dividendos, com pouco dinheiro, é muito baixo. Para quem investe pouco, os proventos vão demorar muito para surtir algum efeito.

 

A estratégia correta para quem tem pouco dinheiro

 

Se os proventos só começam a surtir efeito quando você já tem um patrimônio considerável, a solução se torna fácil: precisamos, primeiro, crescer o nosso patrimônio.

Você pode fazer isso de diversas formas diferentes: CDBs, LCIs, debêntures, etc. (clique nos nomes que você será redirecionado para um vídeo que explicar melhor sobre estas opções)

Mas como estamos falando sobre ações nesse artigo, vale mencionar uma coisa:

Ao invés de procurar por ações que pagam constantemente bons proventos, procure por ações que tenham um bom potencial de crescimento. O seu ganho será muito maior nas empresas que podem duplicar de tamanho mais rapidamente por estarem em um crescimento enorme do que naquelas que pagam bons dividendos, mas que já são bem grandes.

Um exemplo dessa relação, por exemplo, é Itaú e Banco Inter.

Itaú é um banco já bem consolidado no Brasil, que paga bons dividendos, mas que já cresceu muito e, por isso, a probabilidade dele duplicar (ou mais) de tamanho não é tão grande.

Já o Banco Inter é o contrário: é um banco que vem crescendo muito sua presença no país, e, por estar em constante crescimento, a sua capacidade de duplicar de tamanho é muito maior do que do Itaú.

Obs: essa não é uma recomendação de compra. O Banco Inter é um exemplo, e a menção sobre ele não significa que o Banco Inter, hoje, é uma boa opção de compra.

Aí sim, uma vez com mais dinheiro para investir, você já pode ir adaptando a sua carteira de investimentos para ações e investimentos que são bons geradores de renda.

Caso você não saiba como começar a investir em ações, clique aqui.

De qualquer forma, se você já tem um patrimônio suficiente e quer começar a montar uma carteira pensando em renda, a aplicação que você deve dar destaque são justamente os fundos imobiliários.

Os fundos imobiliários (FIIs) além de gerarem proventos todos os meses, os proventos gerados são isentos de imposto de renda, se tornando assim um benefício muito interessante pro investidor.

Ações que repassam dividendos também são ótimas opções, mas cuidado, pois a periodicidade de repasse de dividendos pode ser feito trimestralmente, semestralmente, etc. Cada ação tem um período correto, e, como você precisaria de renda todos os meses, é importante tomar cuidado para acabar não se prejudicando no futuro.

E caso você queira também entender melhor como funcionam os fundos imobiliários para viver de renda, você pode assistir a um vídeo do primo clicando aqui.

Chegamos ao fim de mais um artigo! Não esqueça de seguir o primo no youtube e no instagram.

Até a próxima!

Como investir para alcançar seus objetivos financeiros?

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Quem não quer viver em uma realidade na qual se pode comprar o que quiser e não se preocupar com as contas? Pois é, conquistar esse patamar exige certas condutas, principalmente, em relação à administração do próprio dinheiro.

Por isso, neste texto, separamos algumas dicas para melhorar de vida e alguns investimentos para alcançar objetivos financeiros. Confira!

Como traçar os seus objetivos financeiros?

Antes de apresentarmos quais investimentos são ideais para os seus objetivos financeiros, não podemos deixar de falar em como defini-los.

Portanto, separamos algumas etapas para tornar possível fazê-lo. Confira!

Organize o seu orçamento

De fato, começar a investir sem ter um orçamento organizado pode tornar o alcance dos seus objetivos mais difícil. Não é à toa que a maioria das dicas sobre finanças pede que elas estejam em ordem.

Pois bem, o primeiro passo é que você procure saber qual é o valor de seus rendimentos e separe o quanto desse valor vai para cada área da sua vida.

O ideal é que, do total de sua renda, 50% seja para arcar com as despesas fixas, ou seja, contas de casa, supermercado, mensalidades, etc. 30% para lazer e gastos extras, e 20% para aplicações.

Claro que você pode adaptar essa quantia para o seu estilo, porém, é importante que você tenha esses valores definidos.

Estabeleça os objetivos

Após determinar para onde vai cada parte de sua renda, agora é a hora de estabelecer os objetivos e os prazos.

Calcular o tempo é uma forma de não perder o foco e definir melhor o quanto de dinheiro é necessário para chegar lá. Logo, para determinar o prazo, é preciso entender como funciona a contagem de tempo para cada tipo de objetivo. Vamos acompanhar a seguir:

  • curto prazo: aqui, ficam os objetivos mais rápidos ou aqueles que não levam tanto tempo para serem planejados. Eles devem ser alcançados dentro de um ano. Nesse tipo de objetivo, estão coisas, como pequenas reformas, compras de eletrônicos, etc;
  • médio prazo: esses são os objetivos que levam mais tempo, em média 5 anos. Aqui, ficam os que necessitam de um planejamento mais cuidadoso. Nesse contexto, a troca do carro, uma festa de casamento ou mesmo uma viagem para o exterior compõem esse tipo de objetivo;
  • longo prazo: esse é para os bens duráveis, ou seja, metas que afetarão a sua vida inteira. Nos objetivos de longo prazo, devem estar coisas, como comprar um novo imóvel, investir na aposentadoria, na faculdade dos filhos, entre outros. Aqui, o planejamento é para mais de 5 anos.

Com esses prazos já determinados, ficará mais fácil para você ter uma visão clara dos seus objetivos.

Estude o seu perfil de investidor

O mercado traz muitas oportunidades e diversas opções para investimentos. Com tanta variedade, aplicar se torna uma tarefa não muito simples.

Por isso, é importante que você saiba que, muitas vezes, aquilo que serve para um, não significa que servirá para outro, já que as necessidades são diferentes e a disponibilidade para certos riscos também.

A melhor coisa é procurar se conhecer e entender que tipo de investidor você é — aquele que investe em aplicações de risco, pois quer um retorno maior e tem pressa, ou aquele que prefere investimentos mais seguros, pois quer construir o seu patrimônio com calma e enfrentando menos riscos. Procure avaliar bem os seus propósitos para não acabar no prejuízo depois.

Trace um plano de investimento

Agora que você já tem os seus objetivos definidos, é hora de botar a mão na massa. Traçar um plano de investimento consiste em dois passos: primeiro, é preciso estudar o mercado, ou seja, é importante que você conheça onde está se metendo, afinal, como você vai começar a investir sem saber como as aplicações funcionam?

Como explicamos no tópico anterior, existem muitas opções de produtos e é interessante pesquisar sobre cada uma e verificar o que elas oferecem.

Após, é necessário começar a traçar o seu plano. O ideal é que você monte uma carteira de investimentos tendo em mente os seus objetivos e o seu perfil.

Para ajudar, separamos 5 tipos de investimentos e as suas vantagens e riscos. Veja!

Quais são os 5 investimentos para alcançar objetivos financeiros?

Previdência privada

É uma alternativa para a aposentadoria e pode gerar bons rendimentos a longo prazo. Existem dois tipos de plano no mercado: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres). Cada um serve para um determinado tipo de pessoa.

Por exemplo, o PGBL é para aqueles que declaram o imposto de renda, pois é possível deduzir até 12%. Contudo, o imposto é cobrado na hora do resgate. Já no VGBL, a cobrança é apenas em relação ao lucro do investimento na hora do reembolso.

É importante saber que a previdência privada apresenta duas tabelas de imposto: a regressiva e progressiva: no primeiro caso, o valor do imposto diminui conforme o tempo, enquanto no segundo, o tributo depende do valor resgatado, isto é, quanto maior, mais imposto é cobrado.

Um dos pontos negativos dessa aplicação são suas taxas altas. Geralmente são 3: de carregamento, de administração e de saída.

Além disso, ela não é coberta pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), então, se a seguradora falir, é possível que o investidor perca o dinheiro aplicado.

LCAs

As Letras de Crédito do Agronegócio são títulos impressos pelas instituições financeiras com o objetivo de financiar investimentos no agronegócio. Eles não apresentam cobrança de Imposto de Renda e são segurados pelo FGC.

Apesar disso, eles dispõem de prazos mais longos para vencimentos — o que pode representar um risco se o investidor precisar dos rendimentos imediatamente.

Costumam ser mais caros que outros investimentos, como o CDB, por exemplo.

LCIs

As Letras de Crédito Imobiliário são parecidas com o LCA, porém, dessa vez, o financiamento é para o setor imobiliário. Elas também apresentam proteção do FGC e são isentas de IR.

Entretanto, o aporte é alto, e o tempo de vencimento é mais longo se comparado a outras aplicações. Inclusive, suas taxas podem ser mais altas do que alguns investimentos, como o LCA e o CDB.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto, ou Selic, é um título emitido pelo governo federal que utiliza a tarifa básica de juros, a taxa Selic, como indicador.

É um investimento bastante barato, pois é possível comprar uma fração do título por menos de R$ 100,00. Por ter o governo como emissor, esse investimento tem baixo risco de calote.

Além disso, não há perigo de perda de dinheiro caso ele seja vendido antes do prazo de vencimento, já que, como utiliza a variação da Selic, seu resultado é sempre positivo.

Contudo, pode apresentar uma tarifa para compensar a venda antes do prazo, mas o valor não afeta o rendimento da aplicação. Além disso, há taxas de administração cobradas pelas financeiras que ficam responsáveis por negociá-los e existe também a dedução de Imposto de Renda.

CDBs

Os Certificados de Depósito Bancários (CDBs) são aplicações em que se concede dinheiro para uma instituição financeira e recebe-se em troca uma remuneração. O banco utiliza o montante para emprestar a outros clientes.

São investimentos que, geralmente, estão atrelados à taxa DI, e é possível encontrar CDBs que pagam 100% da taxa.

Sua liquidez é diária, então, é viável efetuar resgates a qualquer hora, porém, há desconto de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) se ocorrerem em menos de 30 dias. Eles também são protegidos pelo FGC, mas sofrem incidência do IR.

Bem, esperamos que este texto sobre investimentos para alcançar objetivos financeiros tenha servido para auxiliá-lo nessa empreitada. Gostou do texto? Não deixe de comentar!

 

7 dicas para planejar uma ótima aposentadoria

É inegável que incertezas pairam sobre o cenário econômico e que é provável que o tempo de contribuição do INSS mude. Com essas possibilidades, planejar a aposentadoria tornou-se fundamental para ter uma vida tranquila e independente no futuro. Porém, para que isso aconteça você precisa definir ações e passos a serem dados para constituir uma reserva que você possa utilizar quando decidir se aposentar.

Foi pensando nisso que resolvemos escrever este artigo com 7 dicas para você planejar a aposentadoria. Confira.

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4 opções de investimentos para aposentadoria

investimento-para-aposentadoria

Não é de hoje que a aposentadoria pelo INSS não é das mais atrativas. Com um teto de quase R$5,5 mil, os benefícios dos aposentados são insuficientes para que eles mantenham o mesmo padrão de vida que têm enquanto ainda estão trabalhando.

Por isso, pensar em uma complementação passou a ser uma boa ideia. Ainda mais agora, diante das mudanças previstas para o sistema previdenciário que devem tornar a aposentadoria menos acessível para a população.

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É possível aplicar no Tesouro Direto mensalmente?

aplicar-tesouro-direto-mensalmente

Aplicar no Tesouro Direto é uma tendência de investimento que tem caído no gosto do brasileiro. Aliando segurança e uma rentabilidade maior do que aplicações mais tradicionais, como a da Caderneta de Poupança, essa modalidade se traduz em uma ótima opção, inclusive para pequenos investidores.

Porém, para aquele poupador que tem o hábito de fazer aplicações mensais, surge a dúvida sobre a existência dessa possibilidade também para o Tesouro Direto.

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