Mês: novembro 2016

Saiba como escolher um Assessor de Investimentos

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Os investimentos são conhecidos como o portão do paraíso para aqueles que desejam aumentar seus ganhos. Mas quando alguém decide começar a investir seu dinheiro, sempre surge a seguinte pergunta: “Por onde começar?” Se esse é o seu caso, aqui dou uma boa dica: fale com um assessor de investimentos!

Muitas pessoas não sabem quais são as melhores formas de investimento para elas mesmas. Por isso acabam investindo erroneamente ou criando muitas expectativas que não são correspondidas. Isso gera uma leva de pessoas profundamente frustradas. Então, antes que isso aconteça, vamos entender o que esse profissional pode fazer para te ajudar.

 

O que um Assessor de Investimentos faz?

O papel do assessor de investimentos é, obviamente, auxiliar a pessoa a investir bem o seu dinheiro e ter uma vida financeira mais confortável.

Entre suas tarefas, está a de fazer um mapeamento das melhores aplicações de dinheiro dentro da expectativa do cliente. Por exemplo, você procura uma renda segura, apesar de não muito alta? Ou se arriscar a ganhar muito e talvez perder tudo? Baseado-se em algumas perguntas, o assessor de investimentos pode direcionar a sua escolha de ativos financeiros.

Mas aqui vai uma dica: o assessor de investimentos NÃO é o mesmo profissional que o gerente do banco. Digo isso porque muitos os confundem. É bom ficar atento! O gerente cuida do cotidiano da sua conta corrente. O assessor focará nos investimentos certos para o seu padrão de vida. Ficamos entendidos?

Se o seu carro quebra, você o leva até um mecânico ou tenta arrumá-lo sozinho? Mesmo sem ter a mínima noção do que está fazendo? Sua resposta deve ter sido a primeira opção. Então, nada mais lógico do que seguir a mesma linha de pensamento na hora de cuidar do seu dinheiro! Se for a segunda, indico que reveja as suas escolhas de vida.

 

O que esperar do Assessor de Investimentos?

O assessor deve tratar o cliente de forma exclusiva e atenciosa. Ou seja, ele vai traçar um plano especial para você. Você pode perceber que as dicas dele estão sendo muito genéricas, ou não ver o retorno prometido. É hora de reavaliar se o profissional que você escolheu é realmente o melhor disponível no mercado.

Vocês terão reuniões frequentes, onde serão discutidos os diversos aspectos da sua vida financeira. Não precisa ter vergonha ou tentar encobrir a realidade do panorama de suas finanças. Não se esqueça de que ele está lá para te ajudar!

Em troca, o assessor lhe proporcionará uma grande otimização de sua renda. Além de poder analisar quais serão os melhores investimentos a serem tomados a curto, médio e longo prazo! Colocar sua vida financeira em dia fica fácil com um desses do lado.

 

Como encontrar um bom profissional?

“Primão, que ótima ideia! Agora, onde eu encontro um bom assessor para me ajudar?”

Bom, o primeiro passo é fazer uma pesquisa, na internet mesmo, de empresas ou profissionais que prestem o serviço. Quando fizer isso, você vai reparar que existem vários sites que dispõem da atividade. Como saber qual deles é confiável?

Aqui está o pulo do gato! Todo mundo que presta esse tipo de serviço possui a habilitação legal de “Agente Autônomo de Investimentos”. E isso sob a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Também regido pela Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias. Veja bem: este registro é obrigatório! Caso você se depare com algum espertalhão que dispõe essa atividade, sem divulgar registro, corra, porque é uma cilada.

Seja pessoa jurídica ou física, o lugar em que você pretende requisitar o serviço deve ter registros individuais. Ou, pelo menos, como uma pessoa jurídica. Não é qualquer um que pode sair receitando remédios quando alguém está doente, não é mesmo? Da mesma forma, não é todo mundo que pode auxiliar outras pessoas sobre onde investir seu dinheiro.

Peça os devidos registros da CVM e na ANCORD. E faça uma consulta na internet para saber se aquele nome realmente existe.

Só após a consulta é possível determinar se a empresa é uma boa ou não. As consultas podem ser feitas no site da CVM, na aba participantes do mercado > consulta ao cadastro geral.

 

Como é o assessor dentro da própria instituição financeira?

Outra coisa que você precisa saber é que não são apenas profissionais autônomos que estão disponíveis no mercado. Pelo contrário, cresce cada vez mais o número de prestadores desse tipo de serviço que possuem vínculos com entidades financeiras.

Esses funcionários continuam sendo um bom auxílio na hora de entender melhor sobre o mundo dos investimentos. Mas é bom ficar de olho. Por não trabalharem independentemente, acabam levando em consideração mais a diretriz da instituição financeira do que a do cliente. Ou seja, acabam agindo de forma quase que comercial, e é ai que mora o perigo. Se ainda assim optar por esse serviço, procure pelo profissional que mais se alinhe a seu pensamento.

 

O que fazer em relação às corretoras financeiras?

Além disso, é necessário tomar cuidado com as corretoras financeiras. São mais autônomos que os bancos, possuem maior gama de produtos, mas podem não propender apenas ao lucro do cliente. Nesses casos, não existe independência do profissional. Portanto, não há filtro entre a procura por lucros das corretoras e o melhor para a vida financeira do cliente.

É conveniente ter em mente que corretoras financeiras também são empresas e, por isso, precisam vender produtos para sobreviver.

No entanto, não é sempre que uma empresa de assessoria em investimentos é sinônimo de parcialidade. Em muitos casos, elas trabalham de forma independente, visando o bem dos recursos monetários do cliente. Assim, as corretoras passam a ser apenas um meio de negociação entre as duas partes envolvidas.

Para descobrir com qual profissional está lidando, preste atenção em algumas atitudes:

 

Orientação

Com um assessor independente, existe todo um processo para se descobrir qual o melhor investimento para o cliente. Já com um assessor vinculado, é possível notar a importância da compra de determinados produtos em detrimento das vontades do consumidor. E o método usado para chegar a essa decisão muitas vezes não é exatamente claro.

 

Identidade profissional

Assessor de investimentos que visam os lucros da empresa onde trabalham tendem a se identificar como profissionais “da corretora X”. Por outro lado, o assessor de investimentos independente, via de regra, se apresenta com o nome da empresa de assessoria de investimentos. Mas sem vincular o nome da corretora.

 

Objetivos

É importante estabelecer seus próprios objetivos e, assim, encontrar o assessor que mais combine com eles. Não precisa sair comprando produtos desenfreadamente porque um profissional te indicou. Por isso, trace um plano claro sobre quanto e como deseja investir.

A melhor forma de escolher com que empresa ou profissional trabalhar é pesquisando. Nunca decida quem será seu assessor de investimentos de primeira, sem conhecer outras propostas. É necessário haver esta diversidade para que você compare os termos. E consiga decidir lucidamente qual será o melhor negócio para a sua vida.

O assessor de investimentos pode ser vital para aqueles que estão colocando os pés pela primeira vez nas aplicações financeiras. Um bom profissional pode melhorar demais a situação monetária de seu cliente. Afinal, todos nós queremos ganhar dinheiro!

 

E você, já pensou em contratar um assessor de investimentos? Tem interesse no assunto? Então curta nossa página no Facebook e fique por dentro de outros conteúdos como este!

Como utilizar a Retração de Fibonacci?

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Se você tem interesse em investimentos em Bolsa de Valores, com certeza já ouviu falar no indicador de Retração de Fibonacci. Muito popular na Análise Técnica, ele consiste em uma ferramenta de desenho, cujo principal objetivo é ajudar o investidor a encontrar Resistências e Suportes. Em outras palavras, esse indicador mostra preços onde a ação inverte sua tendência.

Esse indicador funciona da seguinte maneira: o preço de uma ação varia em um formato de “zig zag” no gráfico, certo? Logo, ao ver uma alta ou baixa, você aplica uma Retração de Fibonacci, sempre tendo em vista os valores máximos e mínimos. Assim, é possível determinar os pontos de reversão de tendência, encontrando ótimos pontos de compra ou de venda.

“Mas como usar esse Indicador para maximizar seus rendimentos ao investir na Bolsa de Valores?” Nesse post, confira tudo sobre a Retração de Fibonacci, com exemplos para que você possa entender melhor como funcionam os mercados financeiros.

 

Porcentagens de Retração de Fibonacci

O desenho da Retração de Fibonacci é composto por linhas horizontais que cortam a série de preços. A variação da distância entre essas linhas, medida em porcentagem, é a série numérica de Fibonacci.

Esse padrão matemático foi descoberto por Leonardo Pisano no século XII. A partir daí, surgiu a chamada regra de ouro. Ela diz que, nessa sequência numérica, o próximo número corresponde à soma dos dois anteriores. A relação entre eles é a razão de ouro.

Essa razão é o que liga a Retração de Fibonacci ao mercado de capitais. Os valores mais comuns de retração são: 100%, 61,8%, 38,2%, 23,6% e 0%. São incorporados, também, outros pontos onde os preços têm costume de mudar de direção, como 50% (como já dizia a Teoria de Dow), 76,4% e todos acrescidos de 100%.

Na prática, isso funciona da seguinte maneira: vamos supor que você tem ações da Petrobrás, PETR4. Ela tem seguido um comportamento de alta nos últimos dias e seu preço saiu de R$ 10 para R$ 15. Para encontrar os pontos de suporte e resistência, utiliza-se a sequência de Fibonacci: 0%, que será o maior preço alcançado, no caso, R$ 15; 38,2%; 50%; 61.8%; e 100%, que será R$ 10, ou seja, o menor preço atingido e o ponto mais baixo da tendência.

Assim, depois que PETR4 chegar a R$ 15, haveria uma correção de preço, onde as linhas de suporte ficariam primeiro em 38,2% e depois 50%. Após a correção, PETR4 poderia continuar a cair, com o suporte na linha de 61,8%.

 

Zonas de Alerta

As zonas ou pontos de alerta são pontos de reversão de tendência, pontos ótimos de entrada no mercado ou até níveis de stop de perda. A função da Retração de Fibonacci é exatamente identificar esses pontos. A dica é seguir três passos:

  • Calcular o valor total da alta registrada. Por exemplo, esse valor será igual a R$ 5, entre R$ 10 e R$ 15;
  • Calcular o primeiro nível de correção de Fibonacci do movimento anterior;
  • Continuar com a análise do preço do ativo, de forma a verificar se realmente atingiu um suporte.

 

Retrações mais comuns

A Análise Técnica considera principalmente três tipos de retração. Confira cada uma a seguir:

 

1 ) Retrações Leves – 23,6%

São o tipo mais comum de retrações. Contudo, exigem muito cuidado por parte do investidor, já que podem ser rápidas e de curta duração. Rapidez é crucial para aproveitá-las!

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Temos aqui um exemplo de retração leve para o gráfico da ação PDGR3. Ao atingir a zona de 0%, o preço apresentou uma recuperação até aproximadamente 23,6%. Depois dessa inversão de tendência, o preço da ação volta a cair.

 

2) Retrações Moderadas – 38,2%

Ocorrem quando o preço do ativo aproxima do ponto de 38,2%. Depois, a correção perde força.

 

3) Retrações de Ouro – 61,8%

Embora menos frequentes, como são retrações mais fortes é mais fácil defini-las e serem aproveitadas. O preço fica próximo ao ponto de 62%, valor inverso da razão de ouro.

É fundamental destacar que esse indicador tem algumas limitações. Para realmente ter certeza que o ponto indicado pela Retração de Fibonacci é uma zona onde a direção do preço da ação vai ser revertida, é bom combiná-lo com outras ferramentas e indicadores, como as médias móveis, por exemplo.

Você já opera na Bolsa? Tem dúvidas sobre outros indicadores de Análise Técnica? Deixe seu comentário!

 

Esse post foi feito em parceria com:

 

Júlia Paixão

“Estudante de Economia na UFMG, faz parte do time de Marketing da SmarttBot, plataforma de automatização de investimentos na Bolsa.”

Você já sabe o que são Fundos DI?

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O mundo dos investimentos é mesmo muito tentador para quem tem aquele dinheirinho sobrando no final do mês e deseja aumentar sua renda. E, quanto a isso, uma das perguntas que mais ouço é “Primo rico, como escolher onde investir o meu dinheiro?”

Aí é que está: a resposta para essa questão varia de pessoa para pessoa. Há aqueles que preferem se arriscar no tudo ou nada da bolsa de valores, por exemplo, e outros que preferem a segurança de uma poupança, ou dos fundos de investimento.

Ainda assim, dentre esses grupos, algumas formas de investimento podem ser bastante proveitosas para ambos os lados. E entre elas estão os fundos DI. “Opa, que legal! Mas o que são fundos DI?” — você me pergunta.

Ora, é para isso que estou escrevendo este texto! Então, veja neste post tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

 

Qual é o conceito de Fundos DI?

Para quem deseja investir, os fundos DI são tão essenciais como o feijão e arroz na vida dos brasileiros. Isso porque eles são focados em ações de baixo risco, mas oferecem grande rentabilidade: os títulos públicos federais.

Basicamente, os fundos DI podem ser de dois tipos: os Fundos de Renda Fixa Baixa Duração Soberano, que aplica 100% do seu investimento em títulos públicos; e os Fundos de Renda Fixa Baixa Duração Grau de Investimento, em que cerca de 80% das aplicações são feitas em títulos públicos federais, associados à SELIC.

Para quem não sabe, a SELIC é uma das taxas mais básicas da economia brasileira, já que representa o valor pago pelo governo a quem empresta dinheiro a ele. E ela é calculada a partir da média dos juros aplicados pelas entidades financeiras.

Por acompanharem essas taxas, os investimentos em títulos públicos são considerados de baixíssimo risco e com boa rentabilidade, mesmo em curto prazo. Uma boa alternativa para quem deseja entrar no mundo dos investimentos, não é mesmo?

E outra coisa boa de lembrar é que a liquidez desses títulos públicos é diária — em outras palavras, o seu dinheiro pode ser resgatado a qualquer momento, sem prejuízo.

 

Quem deve investir?

Normalmente, quem investe em fundos DI são aquelas pessoas que desejam ter, em curto prazo, um bom lucro — mas sem muitos riscos. Quem quer investir, mas não quer esperar 20 ou 30 anos para ver o rendimento do dinheiro aplicado. Conhece alguém assim?

Basicamente, são os fundos a serem investidos por quem está começando a explorar o universo das aplicações, e que deseja ter segurança nessas primeiras iniciativas.

E é claro que isso não exclui os perfis mais experientes e seguros, já que os títulos públicos são uma forma segura de gerar lucro para o seu capital inicial aplicado. Afinal de contas, quem não quer ganhar dinheiro?

 

E como investir em fundos DI?

Os fundos DI estão atrelados a instituições financeiras. “Mas por quê, primão?” — você me pergunta. Bom, temos que recapitular um pouco.

Lembra quando eu expliquei o que é a Taxa SELIC? Então, ela foi criada pelo governo para arrecadar dinheiro, certo? Pois esse também é o intuito do Tesouro Nacional, que emite títulos públicos.

Na grande maioria dos casos, esses títulos públicos são comprados por grandes bancos, que passam esse processo para seus clientes. Então, na hora de decidir com qual entidade financeira fechar negócio, é preciso levar algumas coisas em consideração.

O custo da taxa de administração, por exemplo, pode ser uma pegadinha para muitos: enquanto o banco oferece aplicações em quantias baixas, ele pode cobrar um alto custo de administração. Entendeu o pulo do gato?

Então, em cada contrato, fique de olho nesse aspecto, que não deve passar de 1% do valor total pago. O ideal é procurar aquele fundo DI que permita um baixo valor de aplicação, assim como a menor taxa administrativa.

 

Quais são as diferenças entre fundos DI e outros investimentos?

Depois que explico sobre os fundos DI, sempre alguém me pergunta sobre a diferença dele para outros investimentos. “E a poupança? E os fundos de Renda Fixa?”. Bem, vamos por partes!

Em comparação com a poupança, a grande qualidade dos fundos DI é a taxa de juros SELIC. Isso porque, normalmente, ela gira em torno de um valor maior do que aquele pago pela caderneta de poupanças, que não costuma passar dos 7,5%.

Agora, fica a pergunta: se você tem o dinheiro disponível para aplicar em um dos dois investimentos, por que escolher aquele que te trará menor lucro?

Já em comparação com a renda fixa, a segurança dos fundos DI é o seu diferencial. Isso porque os fundos de renda fixa variam seu risco, o que pode ser uma cilada para aqueles investidores mais desavisados.

Além disso, os fundos de renda fixa investem em títulos pré-fixados, ao passo que o DI investe em títulos pós-fixados. Se a SELIC estiver em alta, os lucros dos fundos DI serão maiores que os de renda fixa. Visto que o rendimento dos dois fundos é praticamente o mesmo — ou varia pouco de acordo com a SELIC —, fica a seu critério decidir em qual deve investir.

 

Quais outras considerações há por fazer sobre o tema?

Você pode estar pensando que os fundos DI parecem muito bons para ser verdade… Pois é, nem tudo são flores! Aqui vai um detalhe importante sobre os fundos DI: eles são tributados pelo Imposto de Renda.

E o que isso significa na prática? Ora, nada mais que, quando você resgata o valor do fundo, o IR incide sobre seus rendimentos.

A boa notícia é que a porcentagem incidente diminui de acordo com o tempo. Se, por exemplo, em até 180 dias a alíquota é de 22,5%; em mais de 720 dias ela passa para 15%. Da mesma forma, entre 181 a 360 dias ela é de 20%, e de 361 até 720 dias é de 17,5%.

E outra característica a se notar é que, ao contrário da poupança e outros investimentos de renda fixa, os fundos DI não têm a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos.

Bem, é nesta hora que você começa a suar frio e repensar seu investimento nesse fundo, não é? Mas pode ficar tranquilo: apesar de não terem aquela ótima cobertura, os fundos DI continuam protegidos. Isso porque, mesmo que a instituição financeira abra falência, o patrimônio dos fundos, juridicamente falando, está separado do patrimônio do banco.

E aí, agora você já entendeu o que são fundos DI? Trata-se de uma alternativa prática e segura para investir seu dinheiro sem medo de ficar no prejuízo.

 

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Inteligencia Artificial está mais RICA do que você imagina!

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Chave de segurança, códigos de acesso, dados bancários, senhas, número da conta… Isso “daqui a pouco” vai ser coisa do passado. A Inteligência Artificial está cada vez mais inserida no nosso dia a dia e, principalmente, no meio financeiro. Ela se mostra cada vez mais versátil, fácil de utilizar e segura.

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Se não souber como se usa seus benefícios, pode ser que você se endivide e entre no efeito bola-de-neve. Terá que aguentar juros cobrados em cima de juros, em um ciclo sem fim. Justamente para evitar isso, é que temos esse vídeo de hoje. Vamos nessa?

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