Mês: junho 2016

7 maiores erros dos investidores que você não deve cometer

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Os maiores erros dos investidores não só geram prejuízos temporários como, às vezes, levam à perda total de um patrimônio. Na hora de se fazer aplicações financeiras, os equívocos vão desde falta de conhecimento sobre o tipo de aplicação até influência emocional nas decisões. O problema é que o aprendizado no método tentativa e erro pode custar muito caro quando se trata do mercado financeiro.

Quais os maiores erros dos investidores? Conheça 7 a seguir e busque evitá-los!

Saiba mais

Investimento para iniciantes: por que você deve começar a investir já!

Fazer o dinheiro se multiplicar é um desejo de grande parte das pessoas. Muitas delas até pesquisam sobre investimento para iniciantes, mas pela falta da educação financeira, possuem dificuldades para escolher o melhor tipo de aplicação.

Se você também vive esse dilema, saiba que, com alguns cuidados, é possível obter retornos no mercado financeiro acima da inflação e, assim, proteger o poder de compra do dinheiro.

Sendo assim, criamos este post com algumas dicas de como investir e com algumas razões para você começar já! Confira!

Investimento para iniciantes faz a renda crescer

Já imaginou se, além de si mesmo, outra pessoa trabalhasse para ganhar dinheiro para você? Achou estranho isso? Saiba que essa situação é possível! Em vez de uma pessoa, as suas aplicações financeiras trabalham como forma de fazer o seu dinheiro gerar mais renda para você.

Por isso, em vez de comprometer o seu salário com compras supérfluas, que vão apenas deixar o seu capital parado, tenha em mente que o investimento para iniciantes pode ser um ótimo começo para você formar um patrimônio sólido. Sem contar que, ao poupar, você evita a depreciação de produtos comprados somente por impulso.

Proteção contra a inflação é garantia de não ter prejuízo

Você já deve ter ouvido histórias de pessoas que, antigamente, guardavam o dinheiro no colchão. É bem verdade que isso ocorria mais no meio rural. Ainda assim, hoje em dia, deixar o dinheiro parado, seja em casa ou mesmo na conta corrente, pode ser causa de prejuízo no futuro. Sabe por quê?

Com a inflação ou com o aumento generalizado dos preços, o poder de compra cai no decorrer do tempo. Isso não significa que há uma diminuição do valor monetário da quantia guardada, mas da capacidade de consumo desses recursos. Logo, o investimento para iniciantes é uma maneira de você proteger o seu dinheiro da inflação.

Para tanto, é importante acompanhar os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, que demonstra a variação da inflação no Brasil. Esse índice é uma referência para você comparar a rentabilidade das suas aplicações financeiras, e saber se teve ou não um ganho real.

Por exemplo: por várias vezes o IPCA foi maior do que o rendimento da caderneta de poupança. Logo, você pode perceber que nem sempre essa tradicional aplicação é vantajosa para o investidor.

Aplicações são fonte de tranquilidade no futuro

Quem não possui objetivos financeiros ao longo da vida, não é mesmo? Comprar uma casa, adquirir um carro, fazer uma faculdade, viajar ao exterior, aposentar-se, etc. Porém, nem todo mundo possui os recursos necessários para realizar essas atividades.

Nesse sentido, o investimento para iniciantes é uma maneira de o indivíduo se preparar para a conquista das suas metas financeiras. Ao adquirir o hábito de economizar e de colocar os valores poupados em aplicações, o investidor começa a programar a realização dos próprios objetivos.

Dessa forma, pode aproveitar o próprio capital para se beneficiar dos juros — e não ser um pagador por causa de um endividamento precoce. É claro que isso requer uma visão de futuro. Afinal, você precisa abrir mão de consumir algo no presente para poder usufruir, com melhores condições financeiras, no futuro.

Agora que você tem mias informações sobre o investimento para iniciantes, que tal compartilhar as suas experiências conosco? Deixe um comentário!

5 dicas para economizar ao contratar um plano de saúde

Ao contratar um plano de saúde, as pessoas pensam que estão sempre fazendo um bom negócio ao conseguir atendimento de qualidade e pagando um preço baixo. Porém, na hora de escolher o plano, nem sempre se leva em consideração todos os prós e contras e o valor pode acabar pesando no orçamento financeiro.

Por isso, quem pretende ter um bom plano de saúde – e não comprometer o bolso – deve ficar atento a alguns pontos. Veja os principais abaixo:

 

1 – Cote diferentes opções de planos

Contratar a primeira opção que aparecer na frente com certeza não é nada indicado. Por mais que possa dar um pouco de trabalho é sempre recomendado que se faça a cotação de plano de saúde em diferentes operadoras e, se tiver decidido por uma delas, verifique quais são os planos disponíveis.

Somente com as informações em mãos é possível fazer comparações e encontrar não somente o menor preço, como também o melhor custo-benefício.

 

2 – Escolha a cobertura adequada ao contratar um plano de saúde

Esse pode ser um ponto bastante importante na hora de escolher o plano porque se o beneficiário costuma viajar muito, de nada adianta ter um plano com cobertura apenas em um determinado grupo de municípios porque, se precisar ser atendido em outros estados, acabará pagando de forma particular pela consulta.

Nesse caso, compensa pagar uma mensalidade um pouco maior e ter mais segurança.

 

3 – Analise bem o Plano Coparticipativo x Sem Coparticipação

O plano coparticipativo é indicado para quem costuma usar pouco os serviços que o plano oferece porque pagará um valor por cada procedimento realizado. Já quem precisa ir ao médico ou realizar consultas com freqüência, o mais indicado é o plano sem coparticipação.

Esse último, apesar de ter uma mensalidade um pouco mais alta, acaba saindo mais barato do que se fosse pagar uma taxa extra pelos procedimentos realizados.

A melhor forma de verificar qual dos dois é mais indicado é verificando a frequência com a qual vai ao médico e fazendo as contas, comparando as duas opções.

 

4 – Escolha a acomodação em casos de internação

Se não precisa ficar internado com tanta frequência, escolher acomodação em enfermaria pode ser uma boa alternativa e, como é compartilhada, o seu custo será menor.

Claro que ela não oferece tanta privacidade, como os apartamentos, mas para quem não pretende ficar muito tempo no hospital ou não faz tanta questão de privacidade, garantirá todos os cuidados médicos necessários por um custo mais acessível.

 

5 – Prefira um plano empresarial ou coletivo

Contratar um plano individual ou familiar deve ser a última opção porque eles costumam ter um valor mais elevado. Sempre que sua empresa ou sindicato disponibilizar um plano de saúde, saiba que os custos costumam ser muito menores.

Isso é possível porque, pela quantidade de pessoas que aderem ao plano, as operadoras disponibilizam um desconto.

Se ainda tem dúvidas, compare a cotação de um plano de saúde empresarial e individual com as mesmas características e faça as contas.

Lembre-se de seguir sempre essas etapas ao contratar um plano de saúde se quiser economizar e não deixar o orçamento comprometido.

Tesouro direto ou poupança: saiba qual rende mais

Que a economia brasileira está mal não é novidade para ninguém. O que também não é uma inovação é que uma quantidade gigantesca de brasileiros está mais preocupada com os rumos dos investimentos por causa dos solavancos que a economia tem passado. Embora seja muito popular e conhecida por praticamente todos os brasileiros de qualquer classe social, a poupança tem sofrido com a inflação faz muito tempo.

Isso tudo fez muito investidor conservador se perguntar: é melhor fazer aplicações no tesouro direto ou poupança? Veja agora qual dos dois rende mais!

Os detalhes da caderneta de poupança

A caderneta de poupança é muito antiga e bem fácil de ser compreendida. Ela possui isenção de tributação dos ganhos, o que a fez muito popular durante décadas.

Embora tenha rentabilidade apenas mensal, é uma referência para muitos brasileiros quando o assunto é investimento seguro, mesmo rendendo pouco. O problema é que ela passou a render muito pouco com a elevação das taxas de inflação e tem rendido menos do que a perda do poder de compra do nosso dinheiro.

Isso porque a poupança, pelas novas regras, gera um percentual da nossa taxa básica de juros, limitado a 0,5% ao mês somados à taxa referencial (TR). Com inflação baixa, o rendimento é mediano, mas pode vir a superá-la.

O grande problema

A adversidade está no caso de o índice oficial de inflação superar os 7% anuais, pois a caderneta de poupança, pelas regras atuais, em nenhuma hipótese renderá mais que 7% ao ano e a nossa inflação já ultrapassou os 10% anuais. As perdas passam de 3% em termos reais e isso faz com que ela se apresente como um investimento não muito viável para os brasileiros em tempos de crise e inflação elevada.

As vantagens

Embora renda pouco, é um investimento de segurança elevadíssima e o investidor praticamente não tem risco de perda do valor principal aplicado. Além dos valores da poupança ajudarem no financiamento da casa própria via Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Mas essas vantagens não são suficientes para superarem as desvantagens.

As desvantagens

Possui rentabilidade apenas mensal, ou seja, se você puser seu dinheiro em uma caderneta de poupança no dia 1º de um mês, ele apenas apresentará rendimentos no dia 1º do mês seguinte. Se você sacar no dia 30 do mesmo mês em que ele foi investido, não ganhará absolutamente nada, retirando o mesmo valor.

Dizer que não se perde neste caso é um erro, pois a inflação destrói o valor do dinheiro dia após dia. Dessa forma, este mês em que o seu dinheiro, na prática, ficou “debaixo do colchão” fez com que você perdesse poder de compra, pois todos os produtos disponíveis, de maneira mais ampla, sofreram reajustes, menos o seu investimento.

Os detalhes do Tesouro Direto

Comprar títulos públicos do governo federal passou a ser acessível a partir da década passada, facilitando a vida dos pequenos investidores. Para ter acesso à rentabilidade diferenciada do tesouro direto, eles tinham que comprar fundos de bancos, pagando taxas elevadas aos bancos comerciais.

Hoje em dia, na prática, o que o governo faz é pegar dinheiro emprestado diretamente com a população e emitir títulos de dívida de curto e de longo prazo, de acordo com as necessidades de cada investidor. Esse dinheiro ajuda no financiamento da máquina pública e o governo federal, historicamente, nunca deixou de pagar nem os juros nem os valores principais dos títulos quando chega o momento do resgate por parte do investidor.

Há títulos disponíveis para compra pré-fixados ou pós-fixados. Ambos podem ser comprados da mesma maneira, mas a maneira de rentabilização é diferente entre as diversas modalidades existentes.

Nos títulos pré-fixados

Aqui o investidor já sabe quanto vai ganhar no final do período. Ele sabe exatamente quanto terá de valor na data do vencimento do título e isso gera uma oscilação muito pequena durante a vigência. O valores são bem atrativos, pois chegam até a 15% ao ano, dependendo da data do vencimento do título. Quanto mais longo for o vencimento, maior será a rentabilidade a ser paga.

Nos títulos pós-fixados

Estes, por não terem uma definição de rentabilidade ao longo do tempo, têm seus valores oscilando mais durante o período de vigência. Por exemplo, se a taxa básica de juros (Selic) sobe durante a vigência de um título pós-fixado atrelado a ela, o título tenderá a aumentar seu valor. O mesmo acontece com a inflação e com títulos atrelados a ela, que é o IPCA.

Como regra geral, os títulos rendem um valor fixo, em torno de 5% ao ano, que será adicionado de um índice, que pode ser o IPCA, por exemplo. O resultado pode ser uma rentabilidade de até 17% ou 18% ao ano. Mesmo com a incidência do IR, é uma excelente rentabilidade.

Como resolver este problema de rentabilidade e liquidez?

Diversificando, como sempre! Se você mesclar seus investimentos entre pré-fixados e pós-fixados, não terá qualquer problema quando necessitar de resgatar algum título antes do vencimento.

Isso porque você poderá identificar qual é o cenário econômico atual e resgatar os títulos mais convenientes. No caso de inflação ou taxa básica de juros baixa, mantenha os títulos pré-fixados e resgate os pós-fixados; no caso de inflação ou taxa de juros alta, mantenha os títulos pós-fixados e resgate os pré-fixados.

As vantagens

Por ser uma modalidade de investimento muito clara e com poucos tipos de títulos de dívida pública disponíveis para aquisição, o controle é bem facilitado para o investidor. O Tesouro Direto pode ter os prazos de resgate ajustados às datas de vencimento de cada título adquirido, facilitando o gerenciamento por parte dos investidores.

As desvantagens

É necessário ter um conhecimento de finanças um pouco mais elevado sobre finanças para definir o perfil de investidor, analisar o cenário econômico atual e definir as melhores aplicações, para não investir de maneira diferente do que o seu perfil indicar. Certamente, alguém já deve ter lhe perguntado qual era o melhor tipo de investimento: tesouro direto ou poupança.

A partir de agora, depois de saber todos os detalhes destes tipos de aplicação, as vantagens e desvantagens de cada um, você poderá não somente responder a estas questões, mas definir quais são as melhores formas de investimento para você, no curto e no longo prazo. No caso de definir pelo Tesouro Direto, é importante identificar, antes de realizar a compra, os objetivos e casá-los com os títulos disponíveis e com as modalidades de rentabilização de cada um deles.

Quer saber mais um pouco sobre o Tesouto Direto ou sobre a Poupança? Deixe um comentário que a gente fala mais!

Quando vale a pena investir em previdência privada?

O plano de previdência privada é algo feito por quem tem os olhos atentos na aposentadoria e deseja garantir mais qualidade de vida em um momento tão importante. Por estar fortemente relacionado a um fator temporal, visto que é de longo prazo, muita gente tem dúvidas sobre quando vale realmente a pena investir nessa opção.

Quer ajuda nessa tarfa? Descubra a seguir um pouco mais sobre esse tipo de investimento e entenda em quais momentos ele é mais recomendado!

Quais as vantagens de investir em previdência privada?

Uma das grandes vantagens de investir em previdência privada é justamente o fato de que esse investimento é voltado para o longo prazo. Com uma boa estratégia, é possível planejar o futuro e assegurá-lo mediante a construção ou rentabilidade do patrimônio.

Além disso, o nome “previdência” já indica de que essa é uma opção especialmente vantajosa para garantir uma aposentadoria mais tranquila e mantendo o padrão de vida. No geral, é um investimento que pode funcionar muito bem para complementar a renda quando você já não estiver mais trabalhando.

Outra vantagem consiste no fato de que é um investimento que exige pouco conhecimento específico de mercado. Escolhendo uma boa administradora e considerando as taxas de administração e de carregamento, é um investimento que exige menos esforço do que se envolver no mercado de ações, por exemplo.

Quando é vantajoso investir em previdência privada?

Devido às suas características, a principal dúvida que surge entre os investidores é qual o melhor momento ou quando é vantajoso investir em previdência privada. Essa resposta, entretanto, vai depender de uma grande conjuntura de fatores. Para efeito de explicação, podemos dividir os grupos de acordo com a idade, de modo que a divisão fique como a seguir:

Até os 30 anos

Se você for mais novo, como na casa antes dos 30 anos, talvez ainda não esteja pensando em aposentadoria – mas deveria. A Previdência Social do Brasil está sempre com rombos bilionários e a tendência é que quando você for se aposentar a situação esteja ainda mais crítica. Por isso, quanto antes você começar, melhor.

Normalmente, os mais jovens são os que mais se beneficiam de investir em previdência privada. Como têm mais tempo para investir até que chegue, efetivamente, o momento da aposentadoria, é possível construir mais patrimônio ao longo do tempo e, com isso, ter uma renda maior na aposentadoria.

O grande problema nessa fase da vida consiste justamente na disciplina e na dificuldade que o jovem possui de ter consistência – e mesmo estabilidade – para poupar. Assim, a construção de patrimônio pode não resultar, ao menos inicialmente, no que fora planejado.

Entre os 30 e 60 anos

Já se você tiver mais do que 30 anos, você tem um prazo menor para investir. Se você tiver 45 anos e pretender se aposentar aos 60, você tem apenas 15 anos para construir o mesmo patrimônio que um jovem tem 30 ou mesmo 40 anos para fazê-lo.

A desvantagem é que isso faz com que você tenha que diminuir o valor da renda complementar ou então tenha que aumentar os aportes mensais para a construção de patrimônio.

Por outro lado, é uma opção que ainda vale a pena porque normalmente você está mais estabilizado no emprego e consegue poupar de maneira melhor. Além disso, dependendo da sua responsabilidade financeira você já possui algum dinheiro guardado que pode ser usado, inclusive, como forma de construir patrimônio.

Com 60 anos ou mais

Caso você tenha 60 anos ou mais, investir em previdência privada se torna uma tarefa menos atrativa porque o tempo está contra você. Como você já está prestes a se aposentar, pode acabar pagando o valor mais caro da tabela regressiva do Imposto de Renda.

Além disso, a falta de tempo faz com que você tenha que fazer aportes muito grandes se realmente quiser uma renda condizente com o que você deseja. Apesar disso, se você tiver uma grande reserva de dinheiro e quiser transformá-la em renda mensal e contínua ao longo dos anos, o investimento em previdência privada ainda vale a pena.

Na maioria dos casos, entretanto, o fato de o relógio estar contra você faz com que esse investimento não seja tão vantajoso quanto o desejado.

A previdência privada vence outros investimentos?

Além de levar em conta sua idade – e, com isso, o tempo que você tem até se aposentar – você também precisa considerar fatores referentes à previdência privada como a taxa de rentabilidade anual e as taxas de administração e de carregamento.

Uma taxa de rentabilidade baixa não favorece a construção de patrimônio, mas também não adianta ter uma rentabilidade elevada e uma taxa de administração tão grande quanto. No geral, o recomendado é escolher um plano que tenha opções intermediárias para que você não perca tanto em rentabilidade.

Com isso em mente, é possível comparar a previdência privada com outros investimentos. No caso da poupança, por exemplo, a previdência privada geralmente sai ganhando porque rende acima da inflação. Como a taxa Selic é utilizada como referencial e como normalmente uma inflação alta significa taxa de juros elevada, a previdência privada geralmente rende acima da inflação, o que nem sempre acontece com a poupança.

No longo prazo e dependendo da taxa de administração, a previdência privada também pode bater o Tesouro Direto. Se você for capaz de encontrar um plano de previdência com taxa de administração menor do que o de uma corretora para títulos do Tesouro, então essa é, normalmente, uma opção mais vantajosa no longo prazo.

Assim, tudo vai depender das condições apresentadas pelo plano de previdência e também do objetivo pretendido por você como renda complementar.

No geral, vale a pena investir em previdência privada quando você encontra um plano com baixas taxas e boa rentabilidade e também quando você é mais novo. Quanto mais jovem você for, maior é o tempo de construção de patrimônio até a aposentadoria. Isso não significa que, sendo mais velho, essa opção deixe de ser benéfica, mas nesse caso você precisará fazer uma análise mais completa de sua capacidade de investimento e também de fatores relacionados ao plano.

Você já investe ou pretende investir em previdência privada? Sobrou alguma dúvida? Conte nos comentários!