Mês: maio 2016

Entenda porque é bom ter diversificação de investimentos

Para a grande maioria dos brasileiros aplicar na caderneta de poupança é (ou foi) a única opção de investimento. Mas nos últimos anos, esta ideia vem se modificando e as possibilidades de investir em outras alternativas para rentabilizar o dinheiro vem sendo utilizadas com frequência.

A diversificação de investimentos é uma prática cada vez mais comum entre os investidores, uma vez oferece maior segurança e aumenta as oportunidades de um maior ganho financeiro e, melhor, de várias formas. Pense que, se você aplicar todos os seus recursos num único investimento, as chances de risco ou de perda são bem maiores. Os valores podem desvalorizar ou você pode tomar calote, já que bancos estão susceptíveis a quebrar e, assim, você perderá uma parte ou todo o valor depositado.

Por que é necessário diversificar os investimentos? Veja quais as vantagens nisso!

Porque oferece rentabilidade em aplicações arriscadas

Quando a diversificação de ativos é realizada de forma correta, o risco de afetar o valor em um investimento é menor. Aquelas aplicações que não forem tão promissoras serão compensadas pela rentabilidade de uma carteira que teve um resultado acima do esperado.

A diversificação permite ao investidor aproveitar as aplicações mais arriscadas, sem o medo de colocar em risco todo o seu patrimônio. Via de regra, a diversificação funciona como uma estratégia de equilíbrio. Possibilitando um retorno intermediário entre a rentabilidade dos ativos mais arriscados e aqueles que não apresentam tantos riscos.

Possui mais segurança

Aplicar o dinheiro em renda fixa ou renda variável é a dúvida de muitos investidores, mas por que não aplicar nestas duas modalidades? Aplicações muitos concentradas em renda fixa podem dar ao investidor uma rentabilidade muito abaixo da necessária para quem espera colher bons frutos no longo prazo.

Já um investimento concentrado em ativos de renda variável dependem da volatilidade do mercado, o que não é tão vantajoso em momentos de retração econômica. Neste caso, o caminho do meio pode ser a opção mais assertiva e que traz melhores resultados futuros.

A diversificação de ativos possibilita ao investidor se expor a riscos e oportunidades diferentes. Uma vez que para cada estratégia de investimento, o mercado reage de uma forma variada, ou seja, rebalanceando perdas e ganhos entre os diversos ativos de investimento.

Uma das formas de fugir das oscilações do mercado

A inflação pode subir, o Real desvalorizar, os juros se elevarem e as ações estarem em baixa. Portanto, diversificar em ativos é uma das melhores formas de fugir das oscilações do mercado e se livrar das grandes perdas, sejam elas parciais ou totais.

Porque diversificar não significa distribuir o patrimônio

Quando se fala em diversificação de ativos, muitas pessoas encaram esta possibilidade como uma distribuição de patrimônio em vários bancos, corretoras e instituições. Mas investir desta forma é um grande erro, já que na maioria das vezes, a distribuição ocorre em várias instituições, mas as características dos ativos financeiros é a mesma.

O investidor, na esperança de realizar uma boa diversificação de ativos, acaba, na verdade, concentrando em uma única aplicação e o risco permanece. Via de regra, é preciso que as aplicações sejam feitas em diferentes classes de ativos. De preferência em várias instituições, uma vez que cada uma possui uma política de rentabilidade do recurso aplicado.

O que achou do nosso post? Quer saber mais sobre este assunto? Compartilhe a sua opinião abaixo e até o próximo post!

3 investimentos que rendem mais que a poupança!

A poupança sempre foi, culturalmente falando, o investimento queridinho dos brasileiros. Seja por sua facilidade de investimento, pela segurança da aplicação ou pelo fato de não cobrar taxas de administração, nem descontar imposto de renda (IR), a poupança sempre foi a preferida de quem tem aqueles trocadinhos sobrando no final do mês.

Porém, em tempos de inflação alta e taxa de juros elevada, quem investe na poupança está, no fim das contas, perdendo dinheiro. Isso mesmo! O rendimento desse investimento no último ano fechou abaixo da inflação. Isso quer dizer que quem investiu na poupança tem, agora, menor poder de compra do que no dia em que aplicou o dinheiro. É mole ou quer mais?

Por isso, no post de hoje, listamos 3 investimentos que rendem mais que a poupança e que são tão fáceis, simples e seguros como ela. Confira!

1. Títulos do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um título público que paga ao investidor a variação da taxa básica de juros – a taxa Selic, que rende muito mais do que a poupança. Esse tipo de investimento é considerado de baixíssimo risco, já que o emissor dos títulos é o governo, e o risco de ele desonrar o pagamento é praticamente nulo, segundo especialistas.

Outra grande vantagem de investir no Tesouro Direto é que ele permite aportes de quantias pequenas de dinheiro (a partir de R$ 30,00 e/ou 1% do valor do título naquele dia), e é super democrático: o investidor que aplica R$ 100,00 tem a mesmíssima rentabilidade daquele que aplicou R$ 100 milhões.

A única grande desvantagem de se aplicar no Tesouro Direto é o desconto de IR, que varia de 15% a 22,5%, de acordo com o período da aplicação (quando mais tempo você deixar a grana investida, menos imposto é cobrado). Também é sempre recomendado ficar de olho nas taxas de administração cobradas pelas instituições que negociam esses títulos. Enquanto algumas isentam o investidor, outras chegam a cobrar 2% ao ano!

2. LCA e LCI

O LCA e o LCI são títulos emitidos por bancos para financiar o agronegócio (LCA) ou o setor imobiliário (LCI). A rentabilidade varia com a estratégia de cada banco, mas sempre é superior à poupança e ambos estão isentos de IR. Além disso, o risco de se aplicar nesses títulos é baixa, visto que eles estão cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que cobre perdas de até R$ 250 mil em caso de quebra ou falência da instituição financeira.

As desvantagens desse tipo de investimento estão no aporte inicial necessário, geralmente alto, e na baixa liquidez, ou seja, a dificuldade ou impedimento de resgatar a grana antes do prazo de vencimento, que, geralmente é longo (superior a um ano). Por isso, se você não sabe quando vai precisar resgatar seu dinheiro, esses títulos não são uma boa opção.

3. CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB), nada mais é do que um empréstimo que você faz ao banco, para que ele o empreste a outro cliente. Geralmente, eles são pós-fixados e atrelados à taxa DI, muito próxima a Selic, podendo render até duas vezes o retorno obtido na poupança. O CDB também é considerado investimento de baixo risco, já que está coberto pelo FGC.

Os CDBs possuem desconto de IR e as taxas de remuneração variam de banco para banco. Se você é cliente antigo ou vai aportar um valor de dinheiro considerável, vale a pena trocar uma ideia com o gerente e tentar conseguir uma taxa mais alta. Assim, o investimento será proveitoso, mesmo com o desconto do IR.

Viu só como existem opções de investimentos que rendem mais do que a poupança? Se ainda restou alguma dúvida sobre esse assunto, escreva pra gente aqui nos comentários! Teremos prazer em lhe auxiliar!

5 investimentos para sair da poupança de uma vez por todas

Sempre que se fala em guardar dinheiro, ou mesmo investir, a primeira palavra que vem na mente de muitas pessoas é a famosa poupança’.

Apesar de ser o investimento mais popular entre os brasileiros, uma vez que chama a atenção pela isenção de Imposto de Renda, a rentabilidade da poupança, nos últimos tempos, mal consegue superar a inflação e, ainda, devolve ao investir menos dinheiro do que deixou na caderneta – o que não justifica realizar uma aplicação em longo prazo esperando ‘colher bons frutos’ futuros.

Além disso, a escolha desta modalidade de investimento pode significar riscos, uma vez que bancos, no caso da poupança, diferentemente de aplicações em títulos públicos, estão mais susceptíveis a quebrarem do que os cofres públicos.

Para quem pensa que a poupança é um bom investimento e não quer sair da ‘zona de conforto’ com medo de arriscar é preciso saber que existem excelentes oportunidades de conseguir bons rendimentos, no curto e médio prazo, sem riscos e com liquidez diária.

Vejamos a seguir outras modalidades de investimentos para sair da poupança. Ficou curioso? Acompanhe!

1 – Tesouro Selic

Aplicar dinheiro em títulos do governo está entre os investimentos mais promissores e com melhores rendimentos do mercado. No caso da Taxa Selic, cuja negociação ocorre diretamente na plataforma online do Tesouro Direto, o investidor recebe os juros da variação da taxa Selic durante todo o período da aplicação.

Muitas pessoas acreditam que comprar títulos do governo requer uma grande quantia de dinheiro, o que é um grande equívoco. Para se ter uma ideia, a rentabilidade de quem aplica R$ 500 é a mesma de quem aplica 1 milhão de reais. No caso da taxa Selic, o investidor pode aplicar pequenos valores e adquirir apenas uma fração do título, desde que não seja menor que 1% do papel-moeda e o valor não seja inferior a 30 reais.

Com baixíssimo risco de crédito, quando comparado a poupança, os títulos do governo representam uma forma seguro de deixar o seu dinheiro aplicado, já que a possibilidade de falência ou calote é bem menor do que no caso dos bancos. Vale destacar que os títulos emitidos pelos bancos não contam mais com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Outra grande vantagem do Tesouro Selic é a possibilidade de venda antecipada – antes do prazo de vencimento – sendo cobrado apenas um pequeno deságio, que seria uma pequena variação da taxa Selic para compensar a retirada. No caso de outros investimentos, para o investidor, a retirada antes do vencimento poder implicar em prejuízos.

Para quem deseja adquirir um título público é preciso entrar em contato com uma instituição financeira ou corretora. Vale destacar que é importante o investidor tomar cuidado com as taxas de administração cobradas, chamadas de agentes de custódia, que em alguns lugares isenta o aplicador, mas que em outros chega a cobrar até 2% ao ano, o que pode comprometer os rendimentos da aplicação.

Vale ressaltar que os títulos públicos são tributados pelo Imposto de Renda e variam conforme o tempo de aplicação – que quanto maior o tempo de investimento menor é a alíquota:

  • Aplicações que permanecem 180 dias –alíquota de 22,5%;
  • De 180 dias a 360 dias – alíquota de 20%;
  • De 361 dias a 720 dias – alíquota de 17,5%
  • Acima de 721 dias – alíquota de 15%.

2 – Certificado de Depósito Bancária (CDB)

Liquidez diária e rendimentos acima da inflação – estas são as grandes vantagens dos Certificados de Depósito Bancário. Diferentemente dos títulos públicos, em que o investidor empresta dinheiro para o governo, no caso do CDB o investidor empresta para o banco. Os recursos que são captados, a instituição financeira empresta para outros clientes. Via de regra, o banco paga uma taxa menor para captar do que para emprestar – o que compensa o CDB para o banco.

Diferente da poupança, cujos rendimentos variam conforme as variações da inflação, no caso do CDB a taxa aplicada é a DI, o que garante ao investidor um retorno muito próximo da taxa Selic e, por isso, podem ser o dobro da caderneta de poupança.

Aplicações em CDBs, assim como os títulos públicos, também sofrem desconto do Imposto de Renda – cuja alíquota varia conforme o tempo de aplicação, quanto maior ficar aplicado menor é o desconto do IR -, porém muitas instituições bancárias acabam aplicando percentuais de rentabilidade mais altos nesta linha de investimento, uma vez que não precisam seguir uma linha de crédito específica, como as LCIs e LCAs.

Para quem deseja investir em CDBs é importante consultar as taxas oferecidas por diversas instituições bancárias e analisar aquela mais atrativa.

No caso do CDB o investidor consegue resgatar a aplicação a qualquer hora, mas vale lembrar que quanto mais tempo permanecer aplicado maiores serão os rendimentos.

3 – Letra de Crédito Imobiliário – LCI

Para muitos investidores, a caderneta de poupança é a única aplicação isenta de imposto de Renda, mas esta é uma ideia errada e que é preciso rever seus conceitos.

As Letras de Crédito Imobiliários são títulos privados emitidos por instituições financeiras, cujo objetivo principal é captar recursos para investir no setor de financiamentos imobiliários.

Bancos utilizam as aplicações de LCI como lastro para os financiamentos no setor de imóvel, ou seja, você empresta dinheiro para o banco, que faz um contrato de quanto irá pagar de juros em um determinado período e, você resgata o valor com os rendimentos acordados inicialmente.

A grande vantagem das LCIs é a isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas. Vale destacar que a rentabilidade deste tipo de investimento está diretamente atrelada ao tempo de aplicação: quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado maiores serão os ganhos.

Entre as desvantagens das Letras de Crédito Imobiliário está a exigência, em muitas instituições bancárias de um valor mínimo de aplicação, além de um prazo pré-determinado para resgate. Via de regra, sua liquidez não é diária e, por isso, exige do investidor um planejamento prévia para que não tenha problemas futuros e também não precise do dinheiro, já que não poderá retirar antes do prazo.

A LCI é uma excelente opção para diversificar ativos de renda fixa.

4 – Letra de Crédito do Agronegócio – LCA

As Letras de Crédito do Agronegócio são títulos emitidos tanto por instituições públicas como privadas para financiar o setor do Agronegócio.

As características da LCA são bastantes semelhantes a LCI, com a diferença que a primeira destina recursos para o setor do agronegócio e a segunda para o setor imobiliário.

As Letras de Crédito do Agronegócio pagam rendimentos com base em um indexador com percentual do CDI, por exemplo. Outro fator que deve ser observado é que as LCAs tem prazo de resgate pré-estabelecidos, ou seja, o investidor faz um contrato com o credor com prazo de resgate definido, não podendo retirar antes disto.

Assim como a LCI, a LCA é isenta do Imposto de Renda, o que já é um fator bastante atrativo quando comparado a outros tipos de investimento.

Uma das desvantagens é a exigência de um valor mínimo de aplicação e de um prazo mínimo de resgate. Via de regra, você não pode retirar quando quiser, por isso é preciso verificar antes seu perfil de investidor, qual o objetivo da aplicação e o prazo que você possui para investir.

Vale reiterar que quanto maior o tempo de aplicação, maiores serão os ganhos.

5 – Fundos Multimercados

Os Fundos Multimercados nada mais são que investimentos mesclados em que o investidor aplica seus recursos tanto em renda fixa (CDBs, LCI, LCA, por exemplo) quanto em renda variável (ações).

Para muitos investidores que não querem se arriscar em apenas um investimento, aplicar em vários produtos pode ser uma grande vantagem.

Nos fundos multimercados o investidor distribui o dinheiro em várias modalidades de crédito, o que lhe permite uma maior flexibilidade, uma vez que algumas opções acabam sendo mais instáveis que outras, o que torna o investimento menos arriscado.

Vale destacar que assim como qualquer outra modalidade de investimento, é preciso fazer ‘o dever de casa’ e pesquisar se realmente vale a pena aplicar nesta opção. Existem vários fundos multimercados, cuja diferenciação varia conforme a estratégia seguida pelo investidor.

Gostou do nosso post? Agora que você já sabe que existe outras alternativas além da poupança que tal compartilhar conosco sua opinião? Esperamos por você!

As dicas de ouro, a dica do momento e o Investimento Ideal

*Órama – Guest Posting*

Se há algo sobre o que não temos a menor dúvida é que muitos investidores estão com dúvidas neste momento. É o que detectamos na Órama Investimentos  nas últimas semanas: clientes mais ou menos iniciados, com mais ou menos recursos, de diferentes perfis e com objetivos distintos têm procurado nosso atendimento especializado e buscado nosso conteúdo para saber o que fazer no novo cenário político-econômico, pós-impeachment.

Vamos, então, aqui neste post, oferecer aos leitores do Primo Rico: 1) três dicas de ouro, que valem para qualquer situação; 2) uma superdica do momento, que é recomendação da nossa consultora de investimentos, Sandra Blanco; 3) uma dica extra, um verdadeiro facilitador de investimentos.

  • As três dicas de ouro
    Nos investimentos, três pontos são unânimes entre os especialistas: é preciso diversificar sua carteira de aplicações, ou seja, não colocar todos os ovos no mesmo cesto; é preciso aplicar de acordo com o seu perfil, mais ou menos arrojado, e também de acordo com o seu objetivo; é preciso ter uma parcela reservada para emergências, em produtos de alta liquidez, que podem ser convertidos em dinheiro na sua conta corrente rapidamente.
  • Uma superdica do momento
    O mercado espera que, com Michel Temer, sejam implementadas medidas de ajuste fiscal. Ou seja, o governo tentará acertar suas contas, tanto do lado das despesas como do das receitas. A volta da confiança e uma perspectiva de inflação mais controlada têm impactos não só na atividade econômica e no desemprego como também nos nossos investimentos pessoais.

Esse novo direcionamento fiscal tende a mudar a curva das taxas de juros no país:u seja, oe, com umas.deve começar  curva das taxas de juros e isso mexe diretamente com os investimentos. Com uma perspectiva d o Banco Central poderá começar um ciclo de redução da Selic, a taxa básica de juros da economia, hoje em 14,25% ao ano.

Isso torna o ambiente financeiro mais favorável para se investir, agora, em ações, aplicando-se diretamente nos papéis das empresas ou via fundos, de acordo com nossa consultora de investimentos, Sandra Blanco. Isso porque, em um ambiente de inflação controlada e juros mais baixos, a confiança dos agentes econômicos é reconquistada, o capital externo volta, o desemprego começa a ceder e o consumidor, a comprar, retomando assim um caminho para sair da recessão, com a volta dos lucros das empresas.

Sandra sugere fundos de alta liquidez, como: JP Morgan Income Class, Órama DI Tesouro Master e o Bozano Top. Todos esses têm prazo de resgate de 1 a, no máximo, 15 dias, e estão disponíveis na plataforma Órama.  Além dessa superdica, convidamos você a conhecer outros fundos na nossa plataforma de investimentos.

  • A dica extra, o Investimento Ideal
    O Investimento Ideal é um simulador de ponta, superfácil de usar e que ajuda na escolha da melhor carteira de investimentos. Você coloca o quanto tem para investir, sua idade, seu objetivo, a característica do investimento (conservador, moderado ou agressivo) e o prazo que quer deixar o dinheiro aplicado. Pronto! Rapidamente, ele calcula um portfólio especialmente para você, com o percentual sugerido para cada tipo de produto.

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Bons Investimentos!

4 grandes investidores mundiais e o que você pode aprender com eles

O caminho rumo à conquista de uma vida financeira de sucesso é uma tarefa árdua e complexa. Até mesmo os grandes investidores de hoje não se livraram da busca por conhecimento e também já foram meros aprendizes do mundo dos negócios.

O que os investidores mais ricos do mundo fazem de especial, a ponto de se destacarem no cenário econômico e construírem patrimônios que deixam qualquer iniciante de queixo caído? Descubra quais são as suas estratégias no post de hoje!

1. Warren Buffett

Aos 85 anos, Warren Buffett é conhecido como o investidor de maior sucesso e um dos homens mais ricos do mundo. Nascido e criado em uma família estadunidense que não pertencia à classe A, o “Oráculo de Omaha”, como ele é chamado, possui hoje uma fortuna estimada em mais de 70 bilhões de dólares.

Sua estratégia mais conhecida é a “Buy and Hold”: o investidor escolhe minunciosamente a empresa na qual deseja investir e, só após analisá-la muito bem, decide comprar a ação com o intuito de mantê-la em carteira por um longo tempo. Buffet também é famoso por realizar compras nos momentos em que o mercado está nervoso e vendas em tempos mais eufóricos. Uma de suas famosas cartadas diz respeito à compra da empresa produtora de ketchup Heinz, listada na bolsa por 23,2 bilhões de dólares, na época.

2. Carl Icahn

Este é outro investidor que também não nasceu pertencente à classe A. Icahn nasceu no Queens, em Nova Iorque, estudou medicina, mas desistiu e optou pelo exército.

Só depois acabou parando na Wall Street. Hoje, aos 80 anos, sua fortuna é estimada em mais de 23 bilhões de dólares.

Icahn ficou conhecido pelo seu estilo agressivo e por não ter receio algum na hora de investir. Ele costuma comprar muitas ações de uma mesma companhia até ter participação o bastante que lhe permita ser influente no conselho de administração, a fim de tomar decisões que considere importantes. Dessa forma, passou a ter participação relevante e controle de marcas famosas como Netflix, Time Warner e Texaco.

3. Lirio Parisotto

Grande investidor brasileiro, Parisotto nasceu no interior do Rio Grande do Sul, em uma humilde família de classe baixa. Antes de construir um patrimônio bilionário, ele passou por muitos altos e baixos e chegou a perder todo o seu dinheiro no início dos anos 70, após aplicá-lo na bolsa e só conseguiu dar uma reviravolta 20 anos depois, no início dos anos 90.

Em 1988, ele aplicou cerca de 6 milhões de dólares em uma carteira com 11 ações. O investidor gaúcho prefere optar por empresas com baixo P/L (preço sobre o lucro) e bom pagamento de dividendos na hora de investir.

Ainda, o gaúcho aproveitou a crise de 2008 para aumentar o seu patrimônio, a partir da compra de barganhas na bolsa, mostrando que não vender na baixa foi uma sábia decisão. Hoje, aos 65 anos, sua fortuna é estimada em mais de 2,4 e Parisotto é considerado um dos homens mais ricos do mundo, segundo a Forbes.

4. Luiz Barsi

Outro brasileiro e grande investidor na lista é Barsi, que também pertencia a uma família de classe baixa, morou em um cortiço e engraxava sapatos para ajudar na renda familiar. A partir de seus esforços, conseguiu cursar economia, direito e começou a investir na bolsa de valores — o dinheiro que sobrava no fim do mês.

Hoje, ele é um dos maiores investidores da Bovespa e acionista de empresas como Forjas Taurus, Banco do Brasil e Klabin. Uma de suas estratégias é o que ele chama de “carteira de previdência”, que consiste em comprar ações negociadas abaixo do valor patrimonial, que tenham saúde financeira o bastante para distribuir dividendos, com objetivo para um prazo de muitos anos. Barsi também tem a disciplina como estratégia e diz ser necessário criar uma rotina mensal de aplicações na bolsa, até chegar ao ponto de que, apenas reinvestir dividendos será suficiente para o crescimento do patrimônio.

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