Mês: abril 2016

Tesouro direto: investimento com rentabilidade e mais vantagens!

Se você tem um perfil conservador para investimentos, isso é ótimo, principalmente no Brasil, pois hoje há uma excelente opção. Não estamos falando de aplicar o dinheiro na poupança. Estamos falando de ter disposição para investir no Tesouro Direto, que tem rendimentos maiores do que a poupança e oferece, ao mesmo tempo, baixo risco.

Como o Tesouro Direto pode te ajudar a ter muito mais em pouco tempo? Continue lendo e confira mais informações sobre o assunto!

Um exemplo prático

A melhor forma de mostrar para você como o Tesouro Direto funciona é a partir de um exemplo prático. Pois no dia em que Maria fez 18 anos, no dia 09 de maio do ano passado, o pai dela lhe presenteou com R$1.000,00.

Seu objetivo não era gastar esse dinheiro. Então ela resolveu colocá-lo na poupança, mas como a taxa estava muito baixa, a 7,7%, ela percebeu que ao longo de um ano ela só teria R$77,00.

Além disso, descontando a inflação, que estava em torno de 9,5%, ela logo viu que o valor da inflação estava acima do rendimento da poupança e não ganharia nada. Então os R$1000,00 se transformariam, em um ano, em R$ 983.

Aplicar no Tesouro Direto

Um amigo indicou-lhe e o resultado foi muito melhor!  O mesmo valor, descontando a inflação do período e o imposto de renda, teve como resultado o montante de R$1033,20.

Um investimento acessível

O Tesouro Direto é um programa que vende títulos públicos do Tesouro Brasileiro para pessoas físicas – bastante acessível. O governo federal emite os títulos públicos, que nada mais são do que instrumentos financeiros de renda fixa, para financiar suas despesas e captar dinheiro. É como se você emprestasse dinheiro para o governo e ele lhe devolvesse esse empréstimo com juros algum tempo depois, que nada mais é do que o retorno do seu investimento. Temos um guia completo, acesse aqui.

Como funciona o Tesouro Direto

O Tesouro Direto é fácil de fazer, tanto que você pode aplicá-lo por sua conta. Você precisa apenas ter uma conta bancária ou ter uma corretora para iniciar.

Existe uma data em que o governo quita suas obrigações com os investidores, portanto todos os títulos do Tesouro Direto têm uma data de vencimento, que é a data do dia do resgate do valor do título. Mas caso precise, você pode sacar seu dinheiro antes. Os papéis do Tesouro Direto passaram a ter liquidez diária, desde o ano passado, ou seja, você pode comprar e vender no mesmo dia! De forma muito prática, o Tesouro Direto permite que você entre em contato com o seu o banco ou com a sua corretora, e faça uma programação de débito automático ou uma aplicação automática. Isso auxilia na disciplina de investir. Leia esse outro artigo do nosso blog: “Por que investir no Tesouro Direto”.

Conheça mais vantagens

Outras vantagens associadas ao Tesouro Direto é saber que tem opções como o Tesouro IPCA 2050 (NTNB 2050), que oferece proteção contra a inflação, juros reais mais altos e possibilidade de se apropriar, de uma esperada redução dos prêmios de risco associados a Brasil. Como o país atualmente possui uma elevada taxa básica de juros (SELIC) e apresenta também uma alta inflacionária, as pessoas têm a opção de aplicarem em títulos do Tesouro que acompanham a SELIC e a inflação, pois esses títulos darão bons retornos.

Se quiser saber mais, acesse o  site oficial do Tesouro Direto. Ele é bem claro e explica vários detalhes sobre o funcionamento.

Você pode também verificar sobre os títulos que estão disponíveis para compra atualmente, como o Tesouro IPCA+ (que antes se chamava NTN-B) ou o Tesouro Selic (que antes se chamava LFT). Leia mais detalhes sobre isso nesse artigo.

Não se assuste com os preços de compra, acima de R$ 500,00. É possível sim, comprar apenas uma fração dos títulos.

O que achou deste artigo? Leia também o nosso artigo com 64 dicas para investir no Tesouro Direto em nosso blog!

Como Investir em Ações | Guia Completo sobre Bolsa de Valores

O que são ações?

Ações são partes de uma empresa, ou seja, quando uma empresa abre seu capital ela o divide em vários pedaços, e esses pedaços são as ações.  Então quando você compra uma ação da Petrobrás, por exemplo, você passa a ser dono de um pedacinho dela.

As ações são divididas em três categorias:

 

Ordinária Normativa (ON)

Esse tipo de ação da ao proprietário o direito de voto em assembleia, dessa forma, o dono pode opinar nas decisões sobre o futuro da empresa.

 

Preferencial Normativa (PN)

Já as preferenciais não dão direito a voto, mas oferece ao proprietário a preferência na hora de receber os dividendos e, no caso de dissolução da empresa, o reembolso do capital.

 

UNIT

As Unit’s são ações negociadas de forma composta, ou seja, é um conjunto de ações de diferentes tipos que são vendidas juntas.  Além disso, elas seguem um padrão de código, todas possuem o código da empresa junto com o número 11.

Por exemplo, o Santander vende uma UNIT composta por 50 ações PN+55 ações ON (SANB11).

Elas também são classificadas pelo porte da empresa a qual pertence.

 

Blue Chips

Ações de empresas de grande porte, sólidas no mercado e que possuem grande volume de ações negociadas no mercado (tem bastante liquidez).

Exemplo: Itau (ITUB), Petrobrás (PETR), Banco do Brasil (BBAS).

 

Small Caps

Se referem a ações de empresas com pouco valor de mercado e geralmente são empresas que estão entrando no mercado agora, além de possuírem poucas negociações de compra e venda (baixa liquidez). Como elas são menores, possuem mais risco do que as “Blue Chips”, mas também tem uma maior chance de rentabilidade, já que detém maior potencial de crescimento.

Exemplo: Banco ABC Brasil (ABCB), CSU Card System (CARD).

 

Ações negociadas em bolsa e não negociadas em bolsa

Para entender como as ações são negociadas é importante distinguir os tipos de Empresas, as S.A’s de capital aberto e de capital fechado.

As sociedades anônimas de capital fechado são aquelas que possuem ativos que pertencem a poucas pessoas, ou seja, seu capital social é dividido entre poucos acionistas e caso alguém queira comprar suas ações é necessário que os sócios vendam seus papéis. Dessa forma, suas ações não são negociadas na Bolsa de Valores.

Já a sociedade anônima de capital aberto tem seu capital social divido em muitas ações que são negociadas na Bolsa de Valores, dessa forma, essas empresas conseguem captar mais recursos através de acionistas, mas também tem sua parte da empresa reduzida.

Mas por que uma empresa deseja se tornar uma S.A de capital aberto?

É simples, uma vez que a empresa decide abrir seu capital e negociar suas ações na Bolsa de Valores ela passa a se capitalizar de forma mais fácil e em alta proporção. Conforme as pessoas vão comprando ações dessas empresas, seu caixa vai aumentando e ela começa a ter mais dinheiro para crescer e realizar os projetos que deseja, mas ao mesmo tempo, é criado um vinculo de compromisso com esses acionistas, e a empresa terá que dividir seus lucros em forma de dividendos, juros sobre capital próprio e etc.

 

O que é a Bolsa de Valores? Como funciona?

A Bolsa de Valores é o lugar onde ocorrem as transações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, sendo as negociações feitas através do pregão eletrônico. O objetivo da bolsa é facilitar o encontro entre compradores e vendedores de ações e, assim, dar liquidez aos ativos e equilibrar a formação de preços. No Brasil a principal Bolsa de Valores é a BM&FBovespa.

As negociações na bolsa são feitas através do pregão eletrônico, que utiliza plataformas eletrônicas para a entrada de ordens de compra ou de venda e funciona de segunda a sexta, das 10:00 às 17:00.

Hoje é necessário o intermédio de corretoras de valores para investir na bolsa, pois é ela que fará a comunicação entre o investidor e a Bolsa. Tem também a opção de investir pelo Homebroker, que é a plataforma online usada para dar ordens diretamente para a bolsa, ou seja, não tem mediação de alguma corretora, porém para ter acesso ao Homebroker é necessário ter conta em uma corretora.

 

Como uma empresa abre o seu capital?

Para uma empresa colocar suas ações na bolsa, ela precisa passar por um processo de abertura de capital que segue várias etapas, denominado de Oferta Pública Inicial (IPO).

Este processo começa com um acordo entre a empresa e uma instituição financeira, por exemplo, um banco ou uma corretora, e depois da negociação é necessário o seu registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador e fiscalizador do mercado de capitais no Brasil.

Depois de regularizado esse processo, é feita uma apresentação das ações para os investidores, através de um procedimento denominado road-shgow. É como um vendedor de automóvel que apresenta os benefícios de um carro para descobrir se você tem intenção de compra-lo ou não.

Logo antes de iniciar as negociações é feita a fixação de preço de oferta através de um leilão, chamado de bookbuilding, onde a empresa estabelece as condições básicas de transação dos ativos e os investidores dão suas ofertas, e o preço do ativo é resultado da análise das ofertas.

Após essas etapas é feita a Oferta Primaria, que ocorre quando as ações emitidas pela companhia são disponibilizadas, pela primeira vez, na Bolsa de Valores, para as empresas reunidas no bookbuilding e no road-show.

 

Mas como o investidor ganha dinheiro nisso tudo?

Existem várias formas de o investidor ganhar dinheiro com ações, na valorização do papel, dividendos, juros sobre capital próprio e etc., mas vamos por partes!

A valorização do papel é a forma mais conhecida do acionista ganhar dinheiro e isso ocorre conforme a oscilação de preços da ação, ou seja, você compra o ativo a um preço, ele se valoriza e você vende a um preço maior.

As ações se valorizam baseado na percepção que os acionistas têm sobre a empresa. Como assim?

Podemos usar de exemplo a Petrobrás. Quando o preço da gasolina sobe, a empresa tem boas perspectivas de ganhar mais dinheiro, isso faz com que as pessoas acreditem que a empresa está se valorizando e não vendam seus papéis. Por outro lado, as pessoas que ainda não os possuem se disponibilizam a pagar um preço mais alto por elas, dessa forma, a demanda se torna maior que a oferta e o preço acaba subindo.

Outra forma bem conhecida é a partir dos Dividendos, que nada mais é que uma parcela do lucro da empresa que é destinada a distribuição aos acionistas. Em outras palavras, é como se você estivesse recebendo um aluguel de um imóvel que você possui.

Podemos usar como exemplo prático o Bradesco. Ele foi o primeiro banco a distribuir dividendos mensais, e segundo ele, repassa aos investidores 30% do lucro líquido ajustado do período. em 2014, ele distribuiu R$ 5 bilhões de reais em dividendos! Ótimo para os acionistas, não? Se você quiser baixar todo o histórico de dividendos e JCP do Bradesco, é só clicar aqui.

Os Juros sobre Capital Próprio (JCP) são lucros pagos em dinheiro, como dividendos, mas a diferença é que eles são considerados como despesa para a companhia. Dessa forma, o investidor precisa pagar Imposto de Renda sobre esse capital recebido, o que não ocorre com os Dividendos.

A Bonificação é também uma forma de receber capital, a diferença é que é feita na forma de ações, ou seja, ao invés de você receber dinheiro da companhia, você recebe mais ações dela.

O Direito a Subscrição da ao acionista a possibilidade de exercer o direito de compra de novas ações por um preço reduzido. Porém, esse direito tem prazo para ser exercido, deixando de ter valor assim que encerrado.

*Subscrição: ato de adquirir novas ações emitidas pela companhia, devido ao aumento de capital.

 

E quanto da para ganhar investindo na Bolsa?

O quanto você consegue lucrar investindo na Bolsa é algo muito relativo, já que é um tipo de aplicação muito arriscado, então pode levar a altos rendimentos como grandes perdas. Essa questão também tem a ver com momentos da economia, que podem ser favoráveis ou não para a comercialização na Bolsa, ou a própria estratégia de quem está negociando.

Podemos usar como exemplo de grandes perdas a Petrobrás (PETR3). A maior alta das ações foi em 2008, que chegou a R$46,17, e hoje ela está valendo R$12,36, portanto quem comprou o papel da Petrobrás em 2008 e ainda o possui, ou vendeu esse ano, obteve uma perda de 373%.

Acoes PETR3

Já um exemplo de alta valorização na Bolsa é o banco Itau Unibanco (ITUB3). Quem apostou na compra das ações do banco em 2007, a R$9,69 e ainda tem o papel, ou vendeu há pouco tempo chegou a um ganho de 35,56%, com a ação hoje valendo R$27,25.

acoes itub3

Relações com os Investidores

Todas as empresas públicas são obrigadas a ter uma área de Relações com os Investidores. Essa área é responsável pela interação entre o INVESTIDOR e a EMPRESA. Sempre que existe algum fato relevante, a empresa é obrigada a reportar ao mercado tudo que está acontecendo. Dessa forma, nós, investidores, ficamos sabendo de tudo que acontece na empresa e assim podemos optar por correr o risco ou não de estar no negócio. Quando compramos ações, levamos muito a sério o fator “transparência” em consideração. Isso acontece pois ninguém quer investir o dinheiro em algum lugar que não saiba o que está acontecendo, certo? E justamente por isso, as empresas que são muito transparentes ou que realmente são sólidas e constantes ao passar informações e novidades sobre a companhia costumam ter um pouco mais de valor que as outras.

Outro ponto bacana dessa área, é que elas costumam realizar muitos eventos para os investidores e também são muito abertas a conversar. Se você ligar hoje no RI de qualquer empresa, a chance é muito grande de que elas vão te atender e inclusive vão tirar todas as suas dúvidas. Para você entrar em contato com o RI das empresas, é muito simples: Entre no site e procure pela área “RI” ou “Relações com Investidores” que você terá um acesso direto. Como exemplo, eu separei aqui o contaro de alguns Ris para você:

RI da AMBEV: site;

RI da Petrobrás: site;

RI do Itaú: site;

 

CVM

Versão Simples

Mais abaixo eu dou um parecer mais “complexo e correto” sobre o que é a CVM, mas de forma mais “simples”, a CVM funciona como a “polícia” do mercado financeiro, mais específico em relação ao mercado de valores mobiliários (corretoras e tudo que mexe com investimentos).

Se alguém cometer algum crime ou tiver que ser mais regulamentado, é a CVM que será o grande inspetor de tudo isso, e também é ela que garante que nenhuma corretora lesará o cliente. Se alguém te lesar, você pode facilmente contatar a CVM que ela deve te ajudar a resolver o problema:

 

Versão Complexa

Segundo a própria CVM, ela “..é uma entidade autárquica, em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, criada pela Lei nº 6.385, de 07 de dezembro de 1976, com a finalidade de disciplinar, fiscalizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários” (CVM, 2016)

 

ETFs

Em inglês, o ETF significa “Exchange Traded Fund”, e são basicamente fundos de investimentos da mesma forma que você já conhece hoje. Porém, os ETFs são fundos de índices de ações. O índice bovespa, por exemplo, tem um ETF, conhecido como BOVA11. Esse é o ETF mais comum e mais negociado no Brasil, mas além dele temos outros: BRAX11, DIVO11, SMAL11.

 

É vantajoso em investir em ETFs?

Ele pode ser sim mais vantajoso. Quando você investe em um ETF, você está comprando de uma única vez uma carteira de ações atrelada a um único índice! Assim, você não precisa fazer várias compras ao mesmo tempo para ter um portfolio diversificado, e ainda economiza na corretagem. Se você fosse comprar todos os índices do Ibovespa, você provavelmente pagaria caro (se pagar corretagem FIXA). Se você comprar BOVA11, você compra tudo de uma vez através de uma única corretagem.

A taxa de administração em fundos de ações costuma ser bem alta: Entre 1,5% e 4%. Já em ETFs, a taxa de administração costuma ficar próxima dos 0,3% – 0,6%.

Para os investidores que já tem mais experiência no mercado, você pode alugar seus ETFs e eles costumam ter mais liquidez do que uma ação comum! Quando você aluga o seu ETF, você abre mão de sua liquidez (não pode vender durante um período já combinado), mas um investidor na outra ponta te paga uma taxa anual para usar seu ativo – não representando risco para você.

Para conferir uma lista de todos os principais ETFs negociados na bolsa, você pode conferir essa lista aqui no site da EXAME.

 

Clubes de Investimento

Um Clube de Investimentos é criado geralmente por um grupo de Investidores pessoas físicas que possuem objetivos de investimentos comuns, e que queiram aplicar em estratégias de investimentos iguais. Como tudo aparentemente é sinérgico, cria-se um “Clube de Investimento”, que é uma especíe de “Fundo de Investimentos”, só que menor e mais barato para o investidor.

O Clube de Investimento precisa ter uma figura de Gestão que pode ser profissional (contratar um gestor) ou pode ser um dos cotistas do clube. A limitação é de 50 cotistas por clube, e o clube pode investir nos seguintes ativos:

  • Ações, Cotas de Fundos de Ações e alguns outros títulos mais complexos lastreados em ações.

Ah! Vale dizer também que nenhum cotista pode ser dono de mais de 40% do clube. Essa modalidade de investimento pode ser uma forma barata de investir de pouco em pouco ou até de investir com uma gestão mais profissional e uma taxa de administração menor do que investimentos mais populares.

 

Como Investir em Ações

Antes de entrar no modo prático de como você pode investir em ações, acredito que seja legal listar os benefícios desse tipo de investimento:

Vantagens de Investir em Ações:

  1. Não é preciso muito dinheiro para começar;
  2. Você recebe distribuição dos lucros das empresas (dividendos);
  3. Potencial de altíssima rentabilidade no longo prazo;
  4. Você pode ter liquidez antecipada sempre que precisar;
  5. Para os investidores mais experientes, você pode alugar suas ações, como se fossem imóveis caso não queira vendê-las no curto prazo;
  6. Você é isento de IR em algumas situações que auferir lucro;
  7. Você pode virar sócio de empresas que você admira sem burocracia.

 

6 Passos para Investir na ação que você escolher

  1. Abra cadastro em alguma corretora;
  2. Mande dinheiro para a sua conta na corretora;
  3. Escolha uma ação;
  4. Mande uma ordem de compra através do seu homebroker ou de seu assessor;
  5. Em 3 dias úteis sua conta vai ser debitada ref. ao quanto você gastou e no mesmo dia suas ações serão creditadas em conta;
  6. Agora é só monitorar sua ação e receber seus dividendos.

O grande problema que todo investidor enfrenta ao investir nas ações, não é exatamente o como fazê-lo, mas sim como escolher a melhor ação para você. Afinal de contas, como o próprio nome já diz, investir em “Renda Variável” pode oscilar demais, e pra isso é importante termos métricas, né?

 

Como escolher Ações

Você precisa adaptar o seu mindset. Você não precisa pensar apenas nas ações como negócio. Você precisa pensar também como consumidor. Você precisa se questionar sobre o quão atrativa é essa empresa para o consumidor. Se você pensar em uma Apple, extremamente admirada no mercado, você com certeza vai ver valor agregado nela. Depois de ver valor como consumidor, aí sim passamos aos números.

Assessor de Investimentos

Escolher uma ação não é tão simples quanto parece. Muitas vezes, você pode ser um ótimo profissional analítico, ou até ter um belo tino para o negócio, mas de nada adianta ter tudo isso se você não tiver tempo para se dedicar ao estudo contínuo de ações. Um assessor de investimentos costuma fazer dois papéis para os clientes

Tempo & Conhecimento

O trabalho do investidor geralmente demanda muito tempo. Imagine um médico: Ele precisa passar o dia inteiro cuidando de seus pacientes, e além disso, estudou quase 10 anos para se formar nessa área. Seria muito difícil ele passar mais 10 anos estudando sobre o mercado financeiro para se preparar, e além disso monitorar diariamente suas aplicações, certo? Justamente por isso o papel de um assessor de investimentos muitas vezes é “vender seu tempo” para assessorar os clientes da melhor forma acrescentando conhecimento nas tomadas de decisão.

Você precisa ter em mente que existem dois modelos de análise de ações caso você queira entender melhor, e que vamos cobrir também mais para frente aqui no blog: Análise Fundamentalista e Análise Técnica.

 

Qual o Melhor Momento para Investir em Ações?

Sempre vale lembrar da regra absoluta no mercado de ações que diz o seguinte:”Não existe garantia nenhuma de que a sua compra esteja sendo feita no melhor momento”, pois existem muitas variáveis que fogem do nosso controle – como por exemplo um fundo estrangeiro decidindo comprar 10 bilhões de reais em algum ativo. Não dá para segurar o preço da ação se isso acontecer, certo?

Porém, existe outra verdade que reina nos contos populares do mercado: “ compre ao som de canhões, venda ao som de violinos.” Warren Buffet, um dos investidores de maior sucesso no mundo, sempre disse isso. O mais incrível de tudo, é que isso costuma se provar verdade de crise pra crise, e mesmo assim, os investidores insistem em dar razão para o noticiário: Quando a bolsa apresentou o melhor desempenho dentre os investimentos disponíveis no país, a gente compra. Quando a bolsa apresentou o pior desempenho, a gente vende. Porém, fazer isso é justamente o que chamamos de efeito manada – e é incorreto.

Eu escrevi um artigo sobre efeito manada no blog de meu grande amigo André Bona, no Blog de Valor, e você pode lê-lo aqui.

 

Qual o Investimento Mínimo ?

Por teoria, você poderia investir com apenas R$ 10,00 no mercado de ações, e eu vou te explicar o por que. Uma ação de PETROBRÁS, quando a R$ 10,00, tem um lote mínimo de negociação de 100 ações conjuntas. Isso significa que você precisaria desembolsar 100 x R$ 10,00 = R$ 1.000,00 para comprar um lote de ações.

 

Mercado Fracionário

Existe um mercado chamado de FRACIONÁRIO, que também é negociado na BM&F Bovespa, porém ao invés de você precisar comprar um lote de ações completo, que seria o de 100 como no exemplo acima, você pode comprar frações disso. Dessa forma, você pode negociar apenas 1 açao se quiser, e assim poderia comprar essas ações a partir de R$ 10,00.

 

O Custo Inviabiliza Operações

O grande problema, é que existem custos fixos na sua compra de ações. Quando você realiza alguma movimentação, geralmente paga o que chamamos de taxa de corretagem. Se essa taxa for fixa, no valor de R$ 10,00 por exemplo, você obviamente não pode comprar uma fração de ações. Mas aí, comprar 2 frações de ações também não vale a pena. Nesse caso, comprar R$ 1.000,00 começa a virar uma obrigação mínima, pois ainda nesse caso, você pagaria 1% do seu valor de compra total.

Depois disso, entramos em outro problema: A diversificação de carteira. Não adianta investir no mercado financeiro sem diluir seu risco. Para você diminuir o risco, é importante diversificar o capital, e por isso, você precisa diversificar seu capital, e aí teria novamente esses problemas de custo.

De uma forma generalizada, eu geralmente oriento meus clientes que invistam apenas um capital superior a R$ 50.000,00 em ações diretamente, pois abaixo disso, um fundo de investimentos ou um clube pode ser a melhor opção.

 

Derivativos

O Derivativo foi criado para proteger exportadores, e é um contrato no qual se estabelece um pagamento futuro, cujo montante é calculado levando-se em consideração o preço de outro ativo. Cobriremos mais pra frente aqui no blog, mas os derivativos mais famosos são os:

Mercado Futuro, Mercado à termo, Mercado de Opções e Swap.

Por que começar uma previdência privada infantil para seu filho?

Pensar no futuro dos filhos e em formas de garantir que, ao crescer, tenham boas oportunidades e recursos para investir em carreira e projetos de vida, é sempre a grande preocupação da maioria dos pais. Afinal, vivemos em um mundo altamente competitivo, em que as pessoas ainda muito jovens enfrentam desafios para ter sua independência, seu “lugarzinho ao sol” no mercado de trabalho ou um cantinho para chamar de seu.

Já que as coisas não estão — nem nunca estiveram — muito fáceis, arranjar grana para tudo isto pode ser uma questão de dar nó na cabeça! Daí vem aquela questão:

Como posso ajudar meu filho a conseguir tudo isso e não ter de quebrar a cabeça sozinho para correr atrás das coisas importantes para viver bem no futuro? Veja os benefícios de se investir na previdência privada infantil!

Por que começar uma previdência privada para seu filho?

Porque do futuro ninguém sabe. Em geral, seu filho precisará estudar e amadurecer para se tornar um bom profissional, enfrentar dificuldades para conseguir o que quer, investir na carreira para se qualificar e ter bons diferenciais.

Também — a menos que tenha muita sorte ou uma herança familiar — juntar dinheiro para comprar o próprio apê. Sabendo do quanto isso tudo é trabalhoso, ainda mais se você mesmo já passou pela situação, é natural que queira deixar seu filho bem amparado para vencer esta realidade.

Quais vantagens isso trará para ele no futuro?

Uma previdência privada desde os primeiros meses ou anos de vida da criança poderá acumular um bom fundo em meados da adolescência e início da vida adulto — em torno de 18, 20 anos. Vindo a calhar naquele momento em que seu filho quer começar uma faculdade, fazer intercâmbio no exterior, dar entrada num apartamento, comprar um carro, iniciar um negócio próprio, entre diversas outras possibilidades e objetivos. “Ah, mas meu filho passará em uma universidade pública. Não tenho que me preocupar com isso!”

Mas quem banca ele durante todo este tempo?

Com os fundos de uma previdência privada, seu filho pode até se manter um tempo estudando em uma universidade distante sem precisar interromper ou comprometer o rendimento para trabalhar e se sustentar ao mesmo tempo. Ou você achou que uma faculdade de medicina pública saía “de graça” mesmo?

Estudando em tempo integral, seu filho não terá como trabalhar e isso, infelizmente, é um motivo que impede muitos estudantes de seguir o futuro que queriam! Pense nisso.

Como aplicar?

Em geral, os pais têm duas opções: o PGBL e o VGBL. As diferenças estão, basicamente, no fator tributação.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite que você, como pai, deduza 12% de renda bruta anual de seu IR, ideal para quem faz a declaração naquele modelo completo. Portanto, amigo, se o seu caso é este, eis aí mais um incentivo para começar já a previdência privada dos pequenos.

O imposto da aplicação só será pago na hora que for resgatar o fundo. Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) sofre tributação sobre o ganho do capital investido, não retido na fonte e recomendado para quem opta por desconto simplificado no IR.

Qual é a rentabilidade?

Como qualquer investimento, você terá a opção de escolher entre renda fixa ou mista (com ações de empresas, por exemplo, que podem oferecer maiores riscos, mas também uma renda variável muito mais alta). Para tomar esta decisão é importante, acima de tudo, estar bem informado sobre a rentabilidade e conhecer seu perfil de pai investidor e um pouco dos objetivos que você deseja acumular ao longo dos anos de crescimento de seu filho. O que determinará se você tem que investir mais ou menos e de forma mais agressiva ou não.

Já conhecia nossa newsletter cheia de dicas também sobre previdência privada ou já havia pensado em fazer este tipo de contribuição para o futuro de seu filho? Deixe um comentário e até a próxima!

 

 

Onde investir com pouco dinheiro?

Normalmente, quando uma pessoa possui determinada quantia disponível e deseja investir, uma das primeiras opções consideradas é a poupança. Entretanto, existem alternativas (até mais rentáveis e igualmente seguras) que podem ser consideradas. A seguir, falaremos sobre algumas delas.

Quais são as opções ideais para se investir com pouco dinheiro e obter uma boa rentabilidade? Continue a leitura e fiquei por dentro do assunto agora mesmo!

Tesouro Direto

O tesouro direto é uma excelente opção para se investir com pouco dinheiro e, ao mesmo tempo, garantir uma segurança maior. Nessa modalidade de investimento, é como se você emprestasse determinada quantia ao Governo e a recebesse depois de um tempo com correções.

Em tese, é uma opção segura devido à pequena chance do Governo dar o calote em seus credores. Na pior das hipóteses, ele emite mais moeda para realizar os pagamentos.

A taxa de juros pode ser pré-fixada (ou seja, definida no momento da compra) ou estar ligada a algum indicador financeiro, taxa Selic ou índice de inflação, por exemplo. Além disso, é possível comprar títulos a partir de R$ 30.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário é um título emitido pelos bancos. Esse investimento é parecido com o do Tesouro Direto.

Só que, nesse caso, o dinheiro fica “emprestado” ao banco que, ao final do período, o devolve com as devidas correções. É possível investir em CDB por meio de taxas fixadas no momento da compra (títulos pré fixados), taxas fixadas no final do período (pós fixadas) ou na aplicação de juros mais correção de inflação.

Não são cobradas taxa para esse tipo de aplicação, entretanto, o investidor deve fazer o pagamento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O valor mínimo para investimento em alguns bancos é de R$ 200.

Liquidez diária

Outra grande vantagem do CDB é que ele pode proporcionar liquidez diária, o que é muito útil quando não se sabe se será possível manter o investimento até o término do período contratado. Renda fixa ou variável: qual é a melhor opção para a previdência?

LCI / LCA

As Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio também são conservadoras quanto ao risco que se corre e possuem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). As principais vantagens desse tipo de investimento é que ele é isento de Imposto de Renda.

Entretanto, esse tipo de investimento requer mais capital do que os demais. Existem bancos, por exemplo, que exigem um investimento mínimo de R$ 10.000, podendo ser ainda maior.

Como podemos ver, com cerca de R$ 50 mensais já é possível encontrar opções de investimentos alternativas à poupança, que proporcionam uma rentabilidade maior e a mesma segurança. Contudo, é preciso ter em mente que, quanto menor for o valor aplicado, menor será os ganhos após o período.

Agora que você já sabe que é possível e onde investir com pouco dinheiro, aproveite para descobrir o que se deve levar em consideração antes de fazer um plano de previdência privada!

Ainda tem dúvidas a respeito de qual é a melhor opção de acordo com o seu perfil de investidor (ou na hora de escolher o cálculo da rentabilidade)? Conte com uma ajuda especializada!

Como melhorar a rentabilidade do seu negócio?

Um negócio rentável é fruto de inúmeros fatores importantes, como, conhecimento a respeito da realidade financeira da empresa, a identificação de gastos a serem diminuídos, buscar novas fontes de rentabilidade, e inclusive a sua própria capacidade de gestão. E é para trabalhar essas questões é post de hoje lhe oferecerá algumas informações valiosas sobre como manter os números do seu empreendimento sempre no azul.

A importância de conhecer a rentabilidade do seu negócio

Antes de buscar alternativas para melhorar a rentabilidade da sua empresa, é importantíssimo que o gestor saiba exatamente como monitorar todas as questões financeiras referentes às rotinas diversas de um empreendimento. Isso além de englobar o fluxo de caixa, custos fixos e variados, ticket médio dos produtos, margem de lucro líquido e lucro bruto, também deve atingir questões importantes, como, o retorno em investimento em marketing, perdas de produtos, e tudo aquilo que for conveniente mensurar de forma que nenhum centavo passe desapercebido. Para tanto, é fundamental trabalhar com erro mínimo, contando com ferramentas que demonstrarão de forma eficiente a realidade financeira do negócio. Uma boa dica nesse sentido são os sistemas informatizados de gestão, que poderão ser integrados aos diversos setores da empresa e monitorados em tempo real a qualquer momento.

Como cortar custos

Após conhecer a rentabilidade do negócio e suas principais fontes de lucro e prejuízo, é necessário identificar formas de reduzir ainda mais dos custos, e abaixo estão algumas dicas que podem ser adotadas.

·        Linhas telefônicas em excesso

Uma das principais fontes de gastos de um empreendimento é com os serviços telefônicos. Além de ser mais vantajoso optar por planos corporativos assinados através do cnpj da empresa, a utilização das chamadas telefônicas pode ser reduzida consideravelmente a partir do uso de sistemas voip, programas de trocas de mensagens de texto, e outras alternativas similares que podem fazer com que um bom dinheiro seja economizado, sem alterar a eficiência na comunicação interna e externa.

·        Sistema tributário

MEI, Simples, Lucro Real e Lucro Presumido são os principais sistemas de tributação de empresas no Brasil. Uma escolha errada sobre a opção mais adequada para o seu negócio pode impactar consideravelmente nos ganhos. Portanto, sempre faça uma reanálise para verificar se não há a possibilidade de alteração.

·        Estoques

Outra fonte de problemas com a saúde financeira de um negócio é uma má gestão de estoque. Avalie sempre quais são os produtos que possuem mais e menos saída, de forma a tentar fechar o período com a circulação de mercadorias o mais próximo possível da demanda real, evitando perdas com perecimento, armazenamento, e inclusive avarias dos produtos.

·        Colaboradores

Contratar, treinar, e demitir um funcionário, trazem consigo uma série de gastos que devem ser arcados pela empresa. Portanto, muito cuidado ao escolher um novo colaborador, de forma que aquele seja realmente um talento que perdurará na empresa. Outro fator a ser verificado, é se não vale mais a pena terceirizar o serviço para determinados setores.

·        Materiais, utensílios e demais insumos

Evite a impressão de papéis sempre fazendo a opção pelo compartilhamento de documentos através de meios digitais, diminuindo assim os gastos com a compra de folhas e toners para impressoras. Faça também um trabalho de conscientização dos colaboradores quanto ao uso de descartáveis, e até sobre a economia de energia elétrica. Esta dica além de fazer com que os custos da empresa diminuam, contribui para a questão da sustentabilidade.

 Investir em um fundo

Os recursos excedentes do seu negócio não devem ficar parados, pois, isso significa dinheiro perdido. Busque consultorias para identificar seu perfil de investidor, prazos de retorno, tipos de fundos, ou qualquer outra maneira que irá fazer com que o capital do seu negócio continue trabalhando por você.

Sem estresse

Algo que pode comprometer de forma considerável a rentabilidade do seu negócio, é a sua própria condição física e mental. Indisposições ou um quadro de estresse pode lhe fazer tomar decisões erradas, impactando diretamente nos ganhos da sua empresa. Portanto, não descuide da sua saúde, busque sempre que possível ter momentos de lazer de forma desligada do trabalho.

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