Mês: fevereiro 2016

Investimentos seguros: onde aplicar seu dinheiro na crise

É possível encontrar alguns investimentos seguros, que garantem uma boa rentabilidade e um baixo risco. É exatamente sobre isso que falaremos neste post de hoje.

Tem uma grana sobrando e não sabe o que fazer com ela? Tem medo de aplicar, investir e acabar tomando um prejuízo? Confira algumas opções de investimentos seguros para que você saiba qual é a melhor opção de acordo com suas preferências!

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Nessa modalidade de investimento seguro, é como se você — o investidor — emprestasse seu dinheiro ao banco e fosse remunerado por esse serviço, os chamados rendimentos. O banco, por sua vez, utiliza esse dinheiro para emprestá-lo a outros clientes.

Certamente, a taxa cobrada desses clientes é maior do que a que será paga a você, de forma a garantir o lucro do banco, mas é ela que garante o seu rendimento após determinado período. Esse é um dos investimentos seguros que se equivalem à poupança em termos de risco (muito baixo), pois conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Contudo, os rendimentos do CDB podem chegar ao dobro do que é oferecido pela poupança.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

Esses títulos também são emitidos pelos bancos, porém são destinados a financiamentos imobiliários. Normalmente os aportes — como chamamos as contribuições — solicitados são mais elevados, mas é possível encontrar bancos que permitem que investidores apliquem quantias menores.

Os rendimentos desse investimentos seguro são bem variados, por isso, é importante pesquisar bem as taxas de rentabilidade oferecidas, pois pode haver outro tipo de aplicação tão segura quanto esse, porém mais rentável. O risco também é o mesmo da poupança, com garantia do FGC.

Uma opção também isenta de IR é o conhecido Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA). O Pedro Bianchini, assessor de Investimentos e um dos autores do site Thera Investimentos explica bem o que é o produto aqui nesse link.

Tesouro Selic

Este investimento seguro era conhecido até um tempo atrás como LFT. Ele é um título público negociado pela plataforma do Tesouro Direto.

A taxa Selic é a taxa básica de juros, utilizada pelos bancos para basear a cobrança de suas taxas. Esse título utiliza a Selic para pagar seus investidores durante o período da aplicação.

O risco é baixíssimo, menor até do que o da poupança, visto que é o Governo quem o emite e a possibilidade de calote é bem remota. Na pior das hipóteses, o governo pode emitir papel moeda para conseguir honrar esses compromissos. O que garante a rentabilidade do investidor.

Imóveis

Se você ainda não confia nesses investimentos seguros que citamos acima, é possível optar pela aplicação em imóveis. Mas atenção: com a crise, os juros ficam altos e comprar um imóvel financiado não é a melhor opção — o ideal, no caso, é realizar a compra à vista, caso você possua grana suficiente para isso.

Realizando o pagamento à vista, é possível conseguir bons descontos e lucrar posteriormente, quando os preços dos imóveis voltarem a subir. Também é possível utilizá-lo para alugar e garantir uma renda fixa mensal.

É possível optar por investimentos seguros, como a poupança, mas com uma rentabilidade bem superior, basta saber qual é o risco e o nível de retorno que se deseja obter. Caso precise, procure ajuda de um profissional confiável que pode orientar você a respeito da escolha mais adequada de acordo com o seu perfil de aplicação.

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Disciplina financeira: 7 hábitos que você deve adquirir

Preocupado com a aposentadoria, com seu futuro e com o de sua família, você já deve ter percebido que ter disciplina financeira é fundamental para atingir objetivos que te ajudam a ter uma boa reserva em longo prazo e garantir tranquilidade para aqueles anos em que os cabelos ficam branquinhos.

E tudo o que a gente quer é: uma boa poltrona para sentar em uma chácara aconchegante ou, quem sabe, uma viagem em um cruzeiro transatlântico, viajando para conhecer pontos turísticos que não tivemos oportunidade enquanto o trabalho nos tomava todo o tempo. Ou, ainda, ter um bom “pé de meia” para curtir um pouco os dias de sossego mesmo que para isto você não tenha chegado ainda na melhor idade.

Afinal, ter disciplina financeira pode te ajudar a se “aposentar” ainda mais cedo — antes até de os cabelos ficarem tão brancos — ou diminuir um pouco o ritmo dos trabalhos sem necessariamente parar completamente, dependendo de sua escolha.

Para que serve, então, a disciplina financeira?

“Opa, peraí, Primo…Mas eu ainda sou novo e não estou pensando em ter uma boa condição só para quando eu for me aposentar. Queria ter independência financeira bem antes. Como faço?”

Meu amigo, qualquer que seja sua situação, disciplina financeira é o que te ajudará a poupar, aplicar e usar seu dinheiro da melhor forma para que não falte no futuro ou para que ele passe a lhe render ainda mais: aquela famosa frase: “fazer o dinheiro trabalhar para você!”.

A educação financeira é, portanto, o primeiro passo para qualquer objetivo envolvendo seu dinheiro.

Veja a seguir alguns hábitos e algumas ideias que você deve ter para ser disciplinado e, assim, conseguir montar uma boa previdência, fazer bons investimentos, guardar uma boa quantia ou até mesmo ficar rico de vez — por que não?:

1. Tenha disciplina em todas as ações envolvendo dinheiro

Antes de gastar qualquer centavo, pense sempre. Analise se vai comprar por necessidade ou por impulso. Uma boa dica para isto é aplicar aquela teoria do filtro de três perguntas:

  • Eu QUERO mesmo este produto?
  • Eu PRECISO dele?
  • E eu POSSO comprá-lo ou ele está um pouco além das minhas condições no momento?

Contabilize cada gasto. Mesmo que pequeno (um doce em uma confeitaria, por exemplo), contribui para o aumento de despesas no mês e pensar antes de comprar é controlar manias muitas vezes compulsivas/impeditivas de se fazer boas economias.

2. Analise suas despesas mensais e corte gastos desnecessários

É possível até reduzir as contas fixas do mês. Tudo depende apenas de um bom planejamento. Os gastos essenciais (aqueles que envolvem casa, comida, escola etc.) podem (e devem) passar por uma boa revisão para você ver onde pode cortá-los ou diminuí-los (não com intenção de mudar a qualidade de vida da família, mas apenas identificar se existem desperdícios e otimizar o orçamento).

Quando o assunto for comida, nunca vá ao supermercado com o estômago roncando, por exemplo. Adquira o hábito de sempre fazer uma lista para ir às compras (assim, você sabe exatamente o que acabou em casa para repor, não corre o risco de comprar coisas que ainda existem na despensa e depois estragar, vencer tudo), procure comprar frutas da estação (que são mais baratas) e também sair menos para comer fora, o que gera gastos consideráveis.

Também vale economizar água (desligar torneiras quando estiver escovando os dentes ou se ensaboando, por exemplo), energia (trocar lâmpadas pelas versões mais econômicas, aproveitar mais a luz solar) e otimizar gastos com transporte e veículos (já pensou, por exemplo, em utilizar mais as cotas de metrô e integração para gastar menos gasolina, aluguel com estacionamento e desgaste do carro?).

3. Nunca deixe de pesquisar preços e negocie bons descontos

A não ser que a situação não lhe deixe absolutamente nenhuma outra escolha, nunca compre nada de cara, sem antes pesquisar média de preços com outros fornecedores e lojas, inclusive de outras regiões (já que há coisas que variam muito de um bairro mais requintado para outro, por exemplo).

Também, adquira o hábito de pedir sempre descontos, ainda mais se for comprar produtos em quantidade ou com pagamento à vista. A maioria dos vendedores dá bons descontos a nestas situações, porém nem todos oferecem isto sem que você pergunte.

4. Poupe sim, mas nunca deixe seu dinheiro parado

Aqui, é importante dizer que, por exemplo, se você economizou R$ 100 neste mês ou ganhou um bônus da firma, em vez de deixar lá, parado na poupança (com rendimento baixo demais) ou até guardado em casa, no trabalho ou na carteira, você deve investir! Fazer render!

Dinheiro parado além de correr mais risco de “evaporar”, não rende a mesma coisa se aplicado em boas opções do mercado. Conte com um especialista para lhe orientar, peça informações sobre os melhores investimentos = maiores riscos x maior rentabilidade, riscos intermediários, baixos – de acordo com seu perfil.

5. Comece a fazer sua reserva (pra ontem!)

VGBL ou PGBL? Não importa a escolha, o importante é ter um plano de previdência complementar! PGBL pode ser interessante inclusive para economias com o IR, mas tudo depende de suas características econômicas e objetivos, pois há vantagens e desvantagens de um modelo para outro (leia aqui nossos conteúdos sobre PGBL e VGBL e o que considerar ao contratar).

Pense em desenhar um plano de previdência próprio para você e tenha esta renda complementar no futuro (lembrar do quanto é arriscado e não recomendado contar somente com previdência pública).

O importante é começar a poupar, NUNCA deixar de reservar um tanto por mês (ter isso como dívida MESMO! OBRIGAÇÃO!). De preferência, usando a fórmula mais recomendada: 50% para gastos essenciais, 30% para lazer e outros gastos e 20% para poupar ou o mais próximo destas margens possível.

6. Estabeleça metas e objetivos

Se você tem, por exemplo, objetivo de juntar 1 milhão até determinada data, divida em meses, veja quanto economizar, somando a aplicação de juros ao mês para alcançar.

Mesmo que estabeleça objetivos altos, dividir em metas ajuda a ter disciplina e motivação para alcançá-los.

Também é importante não deixar o patrimônio decair, investir em coisas que valorizam (como imóveis, por exemplo) em vez de itens que caem de valor ao longo dos anos (como carros, caso em que também vale pensar em trocar de tempos em tempos para manter o valor).

7. Pense no futuro — aprenda o valor do dinheiro

E repasse esta cultura a seus familiares, seu marido, sua esposa, seus filhos… Ensine-os o valor do dinheiro (no sentido de não gastarem sem pensar, de se preocuparem em ter reservas).

Além disto, conversar francamente com sua família e contar sobre a intenção de economizar, para que eles entendam quando houver mudança nos padrões de compra e também possam se engajar com este objetivo.

E então? Será que você já aplica alguma dessas dicas em seu dia a dia e já começou a fazer suas reservas e seu planejamento para o futuro? Quer receber mais conteúdo interessante sobre o assunto? Assine nossa newsletter e aproveite para saber mais!

O que observar ao contratar um VGBL?

Preocupação com o futuro é uma daquelas coisas que costumam tirar o sono, não é? Sempre tem alguém levantando a questão: “Você já tem uma previdência privada?” ou “Está contando só com a previdência social? Você confia?!” – pergunta quase sempre acompanhada de uma cara de espanto. De fato, ter previdência (para receber mais conteúdos interessantes sobre previdência privada, conheça nossa newsletter) complementar é de suma importância!

Existem dois tipos mais comuns, como você provavelmente deve saber: o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Inclusive, nós já falamos um pouco sobre como optar por uma previdência privada aqui.

Mas pode ser que você ainda continue se perguntando: “Tá primo, mas se eu quiser um deles, no que eu devo ficar de olho mesmo?”. Pergunta inteligente, amigo! Afinal, dentro do VGBL (que é um tipo de previdência) também existem opções e especificidades para você definir e ficar atento.

Quer saber mais sobre ele? Aprenda o que observar ao contratar um VGBL!

Como funciona o VGBL?

O plano Vida Gerador de Benefício Livre é geralmente recomendado a quem faz declaração de IR no modelo simples, quem não tem renda a declarar ou até mesmo aqueles que já contribuem com os 12% de teto para dedução da renda em PGBL. Mas que querem aumentar suas reservas em previdência privada e, por isso, ter mais de um plano complementar.

Neste caso, o contribuinte determina quem receberá seu dinheiro guardado em caso de morte, por exemplo, mas não tem incentivos fiscais. No entanto, pode ser uma boa opção para situações em que se queira deixar uma renda adicional para familiares (como filhos e netos), por exemplo. O prazo não precisa ser tão longo, mas o ideal é proceder à uma simulação personalizada, em que você define quanto gostaria de ter em reserva em x anos, definindo o valor da contribuição mensal e também o tempo mínimo para resgate em cada caso.

De modo mais direto, o que devo observar ao contratar?

Em primeiro lugar, sim: a forma de tributação mais adequada para você. Mas, indo direto ao ponto, procure descobrir e pensar nas seguintes coisas antes de contratar (e só contrate quando estiver bem esclarecido de acordo com cada plano ofertado):

Principais vantagens

  • Sem surpresas na hora do saque! – o tributo incide somente sobre os lucros e não sobre o montante;
  • Em extrato aparece somente o valor investido, vez que o “lucro” só é tributado separadamente, e o dinheiro aplicado constará na declaração de bens, ao contrário do que ocorre no PGBL.

Algumas desvantagens

  • Não tem nenhum tipo de incentivo fiscal (já que também é mais voltado a quem não declara IR ou o faz sobre rendas mais baixas);
  • Pode não ser tão vantajoso para quem é assalariado já com imposto retido na fonte dependendo da alíquota aplicada (Aqui cuidado! Às vezes o VGBL pode aparentemente ser mais vantajoso por ter imposto somente sobre o rendimento, mas dependendo do caso, se as alíquotas forem divergentes para você que tem IR detido, na conta final pode perder para o PGBL).

Ufa! Depois de considerar tudo isso antes de optar por um plano, agora sim você pode ter certeza se é o mais adequado para sua necessidade.

Já pensou em fazer um VGBL? Tem interesse neste tipo de previdência? Compartilhe sua opinião ou deixe suas dúvidas aqui nos comentários!

O que considerar antes de fazer um plano de previdência privada

O momento delicado atual da nossa economia está dando calafrios nos brasileiros. Ouvimos falar de crise para todos os lados e, ainda assim, os preços não param de subir. Nós, que muitas vezes estamos mais preocupados com a folga do final de semana ou com o jogo do nosso time, muitas vezes não pensamos no futuro como deveríamos e isso pode trazer um tremendo arrependimento depois.

Contar apenas com a previdência social é um tremendo de um risco. Historicamente, já sabemos que nosso governo não costuma ser um grande administrador: além de pagar valores defasados em relação ao salário do contribuinte, sempre há o risco daquelas manobras marotas e pequenas alterações para que o ordenado do aposentado fique ainda menor. Por essa razão, o plano de previdência privada pode ser a solução dos nossos problemas!

Quer descobrir o que considerar antes de fazer um plano desse tipo? Então, confira o post que escrevi sobre o tema:

Inclusão de beneficiários

Essa é uma questão um pouco delicada, mas que deve ser considerada antes de fazer um plano de previdência privada. Ninguém está planejando morrer antes de se aposentar, não é verdade?

Mas o fato é que, especialmente se você tiver filhos pequenos, saber se a instituição oferece a chance de incluir beneficiários é fundamental. Se a pessoa morre antes de se aposentar, alguns planos oferecem o chamado “planejamento sucessório”, em que os indicados recebem os valores devidos sem que seja necessário a abertura de inventário, nem nenhuma grande burocracia. Analise essa possibilidade antes de fechar o contrato.

Confira também as 5 razões para investir em previdência privada.

Regime de tributação

Você pode escolher o regime de tributação que incidirá sobre seu plano de previdência privada, no entanto, essa decisão não pode ser alterada após a contratação.

São duas opções: no regime progressivo, os valores serão taxados quando você for receber os benefícios da aposentadoria e o regressivo, em que as alíquotas vão variar entre 10% e 35%, a depender do tempo que você vai permanecer na aplicação.

A facada é inevitável, mas você pode escolher a maneira que fica melhor para você!

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Renda fixa ou variável

Essa é uma escolha que tem a ver com seu perfil e com suas intenções. Atualmente, segundo a lei, um plano de previdência privada só pode aplicar 49% dos seus recursos em renda variável, especialmente em razão do risco que essa aplicação traz.

No entanto, a renda fixa costuma gerar bem menos lucros, o que pode reduzir o poder de compra no futuro. Analise friamente e não deixe de considerar um plano misto como uma boa alternativa.

Taxas da instituição

Essa é outra escolha importante na hora de fazer seu plano de previdência privada. As principais cobranças geralmente são a de administração e a de carregamento. Elas são um valor que a administradora cobra do seu fundo de contribuições para cobrir despesas e custos de corretagem, bem como para administrar os investimentos.

Entretanto, ela é variável e você pode perfeitamente negociar com as seguradoras ou bancos um belo desconto. Existem até instituições — em geral independentes — que não cobram esses valores. Especialmente para quem investe em renda fixa, esse valor tende a ser bem baixo, pois o trabalho do gestor é muito pequeno nesses casos.

Esses são alguns pontos que você deve considerar antes de fazer um plano de previdência privada. Escolhendo bem, você garante seu futuro e poderá beber sua cervejinha bem tranquilo, sem se preocupar com as contas do fim do mês.

Ainda ficou com alguma dúvida? Então, escreva para o Primão nos comentários e não se esqueça de assinar nossa newsletter!

É possível me aposentar antes dos 30?

É possível se aposentar aos 30 anos. Hoje, falaremos de quanto se deve poupar, quais investimentos fazer e como se planejar para isso.

Também contaremos como algumas pessoas conseguiram essa façanha. Dar adeus ao mercado de trabalho mais cedo não é nenhuma loucura.

Já pensou em parar de trabalhar aos 30 anos? Aposentar-se antes de chegar à terceira idade? Abaixo, confira dicas que preparamos pra você para alcançar a tão sonhada aposentadoria ainda enquanto jovem.

1- Planeje aonde você quer chegar

Antes de começar, pense no seguinte: como você quer passar o resto de sua vida após se aposentar? Onde você quer viver? O que você quer fazer? E o mais importante: de quanto dinheiro você precisará, anualmente, para se manter pelo resto da vida?

Tudo isso irá dizer o quanto de renda será necessário poupar para este sustentar seu estilo de vida. Faça as contas, calcule como poderão ser seus gastos após a aposentadoria e estabeleça uma meta de quanto você terá que acumular.

2- Trabalhe o máximo que puder

Independente de sua área, você terá que trabalhar mais do que o normal para atingir o objetivo da aposentadoria antes dos 30. Muitas vezes, esse esforço significará ter que fazer hora extra, vender as férias, buscar uma renda a mais nos horários vagos e atingir as metas da empresa para receber bonificações e promoções.

Se necessário, troque de empresa ou até de carreira para ganhar salários maiores. O foco aqui é se empenhar em acumular o máximo de renda possível para ir formando a sua poupança. Seriam alguns anos de sacrifício consciente e controlado, mas que valeriam muito a pena depois.

3- Diminua suas despesas

Ao mesmo tempo em que você deve aumentar seus ganhos, você precisa reduzir seus ao máximo seus gastos. Parece óbvio, mas para se atingir a aposentadoria aos 30 é preciso realmente se fazer uma economia mais drástica, guardando até 70% do que se ganhar.

Por isso, pare um pouco e pense: É realmente preciso ter um carro caro? Assinar um pacote de TV a cabo? Ou sair duas vezes por semana para jantar? Lembre-se que quanto menos for o gasto em coisas desnecessárias, mais sobrará para formar a sua poupança. Adote um estilo de vida mais simples, corte os supérfluos e faça disso um hábito.

4- Saiba onde investir

Tão importante quanto ir acumulando uma poupança com o tempo é saber exatamente onde investir ela. Conseguir uma boa rentabilidade nos investimentos fará o dinheiro trabalhar para você e te deixará mais próximo do seu objetivo final.

No Brasil é possível conquistar 6% acima da inflação sem diversificar, sem riscos, em diversos tipos de aplicações. No artigo Onde devo investir meu dinheiro para garantir minha aposentadoria? explicamos melhor as diversas opções de investimento disponíveis para se aplicar o que é poupado.

Dicas de quem chegou lá!

Um caso famoso é o do canadense Mr. Money Moustache. Em seu blog, ele diz que se aposentou juntamente com a esposa aos 30 anos, com renda de apenas dois salários normais.

Segundo ele, “A filosofia é gastar menos, não importa o quanto você ganha. É preciso substituir atividades, como ir de bicicleta para o trabalho em vez de usar o carro, cozinhar sua própria comida em vez de ir a um restaurante a cada semana”. Seguindo esses passos, o casal calcula que economizou, por exemplo, US$ 300 mil (cerca de R$ 670 mil) em uma década só por não andar de carro e cerca de US$ 75 mil (R$ 168 mil) ao evitar comer em restaurantes.

Sim, é possível!

A liberdade financeira de uma aposentadoria é algo totalmente possível para pessoas jovens que querem parar de trabalhar cedo. De inicio a ideia pode parecer difícil, mas lembre-se que enquanto jovem você ainda toda a disposição do mundo para trabalhar, além de geralmente não ter que arcar com responsabilidades como sustentar uma família ou pagar uma casa própria.

Logo, se você considera se aposentar cedo a sua maior prioridade e seguir com MUITA disciplina um plano para alcançá-la, você poderá perfeitamente parar de trabalhar quando chegar aos 30, aproveitando o restante sua vida da maneira que quiser.

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