Mês: janeiro 2016

4 coisas para considerar ao contratar um PGBL

A ideia de um plano PGBL lhe atraiu e agora você está a um passo de contratar o seu? Legal, boa escolha!

A ideia de unir o “útil ao agradável”, tendo uma previdência privada para estar bem amparado no futuro, podendo, ao mesmo tempo, deduzir cobranças em seu IR, parece mesmo ótima. Neste artigo, explicaremos brevemente como funciona o PGBL e quais são as suas principais vantagens e desvantagens. Mostraremos o que considerar antes de optar por um plano, para ter a certeza de que ele será a melhor escolha para a sua necessidade.

Está buscando previdência privada, preocupado com futuro e aposentadoria? O que você deve considerar ao contratar um PGBL? Confira algumas coisas que você deve prestar atenção quando for adquirir o seu!

Como funciona o PGBL?

Após a pessoa já ter decidido que precisa de um plano complementar (confira por que existir na previdência privada), é preciso entender como funciona a opção que se vai escolher. O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é mais recomendado para quem quer fazer uma contribuição de prazo mais longo. Também para quem tem rendas mais altas e deseja ter um bom benefício fiscal: quem faz a declaração do IR no modelo completo, pode deduzir até 12% da renda bruta anual com o incentivo fiscal dado.

Quais as principais vantagens?

Mesmo que compartilhe muitos benefícios com previdências de outro tipo (como o VGBL), a maior vantagem que o PGBL ainda oferece é a possibilidade de postergar o pagamento do imposto de renda:

  • Incentivo fiscal e tabela regressiva a longo prazo (que não é a mesma coisa que isenção fiscal, mas ajuda bastante);
  • Isso significa que se você investiu na sua previdência privada um valor anual que represente até 12% de sua renda (ou o que for até isso), ele não será contado como ganho para fins de imposto.

Desvantagens?

Bem, por outro lado, você tem que se preparar para o que vem depois. Ao resgatar sua previdência no modo PGBL, os impostos incidirão sobre o total (de acordo com a tabela escolhida) e isso pode “pesar” no bolso dos desavisados.

O que devo considerar ao contratar então?

Basicamente, o tipo de tributação que é melhor para você. Mas pense ainda nas seguintes coisas ao contratar (além de não esquecer, claro, de verificar as taxas de administração que incidirão sobre o serviço):

  • A melhor forma de programar seus resgates para pagar a menor taxa de imposto possível;
  • Ao ultrapassar os 12% da renda anual, já o recomendável é investir o dinheiro em uma outra previdência — do tipo VGBL, no caso. Sim, você pode ter as duas ao mesmo tempo — e isso não é necessariamente ruim — mas pode dificultar quem queira centralizar maior renda em uma só ou construa objetivos de longo prazo em cima de uma simulação de resultados por uma única estratégia ou tabela, por exemplo.

Está mais tranquilo para contratar um PGBL com segurança? Deixe sua curtida em nossa página do Facebook e lembre-se: para receber mais conteúdos interessantes sobre previdência privada, aproveite nossa newsletter!

Como declarar a previdência privada de maneira correta no IR

A cada ano que passa, os investimentos em previdência privada são buscados por quem pensa no futuro e quer conseguir alguma vantagem financeira com um investimento seguro. Só que a maneira correta de apresentar as informações para a Receita Federal depende do tipo de previdência. Se é PGBL é de um jeito e se é VGBL é de outro.

Como declarar tudo certinho e sem erro? Descubra no nosso artigo!

Como declarar o VGBL no seu imposto de renda?

Dentro do programa, você deve preencher os valores de VGBL na ficha de Bens e Direitos, escolhendo o código VGBL. Mas apenas devem ser colocados os valores das contribuições que foram realizadas no ano com seus valores brutos, ou seja, sem qualquer rendimento que tenha sido ganho.

Vamos imaginar que você esteja preparando o terreno para sua aposentadoria e já vem guardando dinheiro no VGBL faz um tempinho e que, em 2014, você tenha guardado R$10 mil. Se no ano passado você tiver guardado mais R$12 mil e tiver ganho juros de R$2 mil, você teria R$24 mil ao todo.

Considerando esta situação, mesmo tendo o valor de R$24 mil no banco que administra sua grana, você deverá registrar o saldo inicial em 2015 de R$10 mil e o saldo no fim do ano de R$22 mil. Mas essa situação é só se você deixar sua grana sem qualquer resgate. Os rendimentos não são declarados, pois ainda não foram sacados.

Realização de resgate durante o ano

Neste caso, se você sacou, por exemplo, R$5 mil do total, ele deve dar baixa do valor sacado, diminuindo os R$5 mil do total das contribuições, que é R$22 mil. O valor a ser lançado seria de R$17 mil ao final do ano.

Com relação ao imposto de renda, os R$5 mil resgatados ficariam perdidos? Não.

A parcela que você tiver sacado terá uma parte de rendimentos, eles já virão líquidos de IR e é aqui que há algo que precisa de um cuidado especial na hora do registro. Esses valores deverão ser inseridos na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica, de acordo com as informações da instituição que gerencia o seu fundo. Mas só se a sua tabela for a progressiva.

Tabela regressiva

Mas se sua previdência privada estiver na tabela regressiva, não há possibilidade de recuperação dos valores retidos de IR e esses valores devem ser preenchidos na ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. É, meu amigo, muito cuidado para não preencher nada errado!

Como planejar sua previdência privada desde o início?

Se você souber planejar direitinho como guardar sua grana, poderá retirar os valores da tabela regressiva, por exemplo, com uma alíquota de imposto de 10%, que é a menor, em vez de 27,5%. Mas sua grana deve estar nesta tabela e ficar guardada, no mínimo, por 10 anos. Com isso, você terá o máximo dos benefícios.

Como declarar o PGBL no seu imposto de renda?

O PGBL, o Fapi ou os planos fechados de previdência privada devem ser preenchidos na ficha Pagamentos Efetuados de acordo com o código respectivo a PGBL, Fapi ou plano fechado. Neste caso, o benefício fiscal poderá ser utilizado se a sua declaração for feita no modelo completo. Quando você lançar estes valores na sua declaração, o próprio programa já fará as deduções e informará que você tem o limite de 12% dos ganhos brutos no ano como limite.

Vamos verificar um exemplo simples: você ganha R$100 mil reais por ano e resolve fazer um PGBL. Assim, deve ter como limite o valor de R$12 mil para aportar no PGBL.

Você pode até guardar mais grana que isso, mas o limite de dedução será 12%. Essa economia fará sua base de cálculo cair para R$88 mil. Dependendo do caso, isso pode fazer sua alíquota até ser reduzida, como de 27,5% para 22,5%. Isso é economia real e mais dinheiro no seu bolso com a restituição.

Resgates

Como ele dá benefícios sobre o total investido, no momento do resgate o valor total também deve ser informado, seguindo os mesmos critérios do VGBL com relação às tabelas. Se você está na tabela progressiva, o valor vai para a ficha de Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas.

Caso você tenha deixado sua grana para a tabela regressiva tributar, os valores devem ser preenchidos na ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. No PGBL, o imposto de renda impacta o valor total do resgate e, diferente do VGBL, afeta todo o seu dinheiro guardado.

Mas lembre-se: isso não é uma penalização, pois você já teve o benefício de pagar menos impostos quando fez a economia e teve o abatimento de até 12% da sua base de cálculo. De novo, é muito importante o planejamento na hora de definir o seu plano e não fazer nenhuma besteira com seus investimentos.

Informações importantes

Você não precisará se preocupar em acertar os valores na declaração, pois como nada foi declarado em Bens e Direitos, não precisará dar baixa em nada. Nas duas alternativas, os dados da instituição pagadora devem ser informados de acordo com as informações que você receber. Guarde os comprovantes de todas as operações por, pelo menos, 5 anos depois de enviar a declaração, pois se sua declaração cair em malha fina, você terá que apresentar toda a documentação.

Como pagar menos imposto em qualquer modalidade?

A realidade de cada um deve ser avaliada. Você não tem nem o mesmo salário nem os mesmos planos ou a mesma estrutura familiar que o seu colega.

É fundamental que você procure por um profissional que manje tudo de previdência privada, mostre a sua realidade para ele e, depois disso, ele poderá indicar qual é o melhor plano e a melhor tabela de tributação que deverá ser enquadrado. Não deixe a falta de planos arruinar seus investimentos na previdência privada. A decisão de guardar dinheiro lá no futuro deve ser motivo de orgulho e não de arrependimento.

Quer saber mais sobre previdência privada? Deixe um comentário com a sua opinião sobre o assunto e até o próximo post!

11 Passos para investir bem na Previdência todo mês

Agora que você conhece tudo sobre previdência basta saber como tornar a aposentadoria ideal possível para você. A primeira coisa que você deve colocar em pratica é o planejamento: temos que entender o investimento como um custo. Assim como as contas e as compras do mês, o investimento tem que sair da conta assim que o dinheiro cair em sua conta, a maioria das pessoas que deixa para investir “o que sobra” acaba não guardando nada. É importante ver sua aposentadoria um custo, pensar em comprar a aposentadoria ou ainda um dinheiro que se deixa de gastar agora para viver bem no futuro.
Após entender o aporte mensal como uma forma de comprar sua aposentadoria você precisa saber como escolher uma previdência que satisfaça suas necessidades:
1. Defina um plano para futuro, por exemplo: “ quero me aposentar com R$ 15.000,000” “quero me aposentar com 1.5 Milhões”. Definir bem o que se quer para o futuro é o primeiro passo para consegui-lo.
2. Faça um planejamento com seus gastos e custos e coloque a previdência nele. Veja o quanto consegue aportar mensalmente para essa finalidade e se essae montante está próximo do plano definido. Lembre-se: Comprar sua aposentaria e tão importante quanto a parcela do seu carro.
3. Pense sempre no longo prazo, já estudamos que previdência no curto prazo não vale a pena!
4. Pesquise bastante, pesquisar é essencial para encontrar boas previdências. A oferta do mercado é muito vasta pesquisar e comparar as previdências fará toda diferença no seu futuro.
5. Entenda o momento da economia, veja se a renda fixa ou renda variável está valendo a pena e escolha uma previdência que acompanhe esse momento. Lembrando que se a tendência da economia mudar você pode alternar seu fundo de previdência sem efetuar resgate.
6. Mesmo que o momento da economia esteja mais propicio para um tipo de fundo vale muito analisar o seu perfil. Se o momento é propicio para a renda variável, mas o seu perfil é totalmente conservador provavelmente não se sentirá confortável em um fundo de renda variável. O seu perfil é muito importante para a sua previdência. É preciso que você se sinta confortável com sua previdência. Se seu perfil é mais conservador prefira fundos de renda fixa se tiver um perfil mais arrojado e o momento da economia estiver propicio você pode ter um fundo de renda variável.
7. Escolha um plano de previdência que se encaixe a sua forma de tributação ( PGBL ou VGBL), também pensando no plano definido no item 1 planeje a tabela tributaria ( regressiva e progressiva).
8. Boas previdências não significam taxas altas de administração, pelo contrario boas previdências não cobram altíssimas taxas de administração. Taxas menores no longo prazo significam um montante maior para a sua aposentadoria.
9. Boas previdências também não cobram a taxa de carregamento no aporte, aquela que faz com que seu aporte mensal efetivo (ou seja, o que cai efetivamente no seu fundo) seja menor que o aportado. Já vimos também a diferença gritante que a taxa de carregamento pode fazer no longuíssimo prazo. Fuja dessas previdências.
10. Fuja também das previdências massificadas que são empurradas para você apenas para cumprimento de metas. Uma previdência tem q ser pensada para que você consiga atingir seus objetivos no longo prazo e não para que metas sejam cumpridas. Exija uma que sirva para você!
11. Pergunte sobre a tábua atuarial (ela não morde RS). A tábua atuarial é normalmente vista como um bicho de sete cabeças pela maioria das pessoas, é bastante difícil entende-la (ate porque quase nunca se toca nesse assunto). Mas de uma forma simples é nela que é baseada sua expectativa de vida. Quando fechamos uma previdência uma tábua é usada para que seja calculada nossa expectativa de vida, pois se a previdência é convertida em renda a seguradora terá que pagar um valor mensal por x anos. Porém algumas previdências têm tábuas atualizáveis, ou seja, a cada x anos a tábua muda colocando uma expectativa de vida maior, achatando assim o montante de renda que você recebera no futuro (pois sua renda será divida em mais anos). O ideal é procurar previdências que não atualizam a tábua, uma vez acordada a tábua ela vai com você até o final, de outra forma se houver conversão em renda o montante a se receber será menor que o esperado.
Seguindo esses passos você encontrará uma boa previdência que atenda a suas necessidades e deixará seus objetivos de longo prazo mais alcançáveis. Seu aporte mensal é muito importante para você e para sua aposentadoria, aportando no lugar certo, sem desperdício com taxas desnecessárias e em uma previdência pensada para você, não há erro. A aposentadoria está mais próxima do que você pensou. Certo?

Renda fixa ou variável: qual a melhor opção para a previdência?

Você já escolheu o seu plano de previdência privada e isso foi um passo gigantesco para uma velhice mais tranquila, certo? Mas são tantas opções de investimentos, diferentes formas de tributação e de possibilidades de pagamentos a menos no imposto de renda e, como se não fosse suficiente, você ainda terá que escolher a maneira pela qual o dinheiro ficará investido: se ficará em renda fixa ou em renda variável.

Possui dúvidas a respeito da previdência privada? Acompanhe o post de hoje!

Previdência privada é um investimento como qualquer outro

Da mesma maneira que um investimento em CDB, em fundos, na bolsa de valores ou no Tesouro Direto, a previdência privada é um investimento e você precisa ficar esperto para obter o máximo de benefícios quando realizá-lo.

Se na hora de definir seu investimento, você pede ajuda de especialistas, é claro que deve-se fazer o mesmo para o investimento em previdência privada, pois eles terá o poder de garantir a tranquilidade no seu tempo de aposentadoria.

Como obter o máximo do rendimento na previdência privada?

A previdência tem uma característica diferente dos investimentos tidos como normais: semestralmente, não há desconto de imposto de renda, o que faz com que os seus ganhos sejam maximizados pela influência do longo prazo nos valores que estão guardados. O imposto de renda apenas será cobrado no momento do resgate e isso é uma mão na roda para você, investidor.

Outro fator está relacionado à forma como o dinheiro ficará guardado. Claro que você não verá o seu dinheiro da mesma forma como o vê na sua carteira, mas a escolha de como ele crescerá é importante.

Renda fixa ou renda variável?

Algumas pessoas acham que podem assumir riscos, mas nem sabem ao certo o que isso significa. A primeira coisa que você deve fazer antes de identificar se deve investir em uma dessas opções de renda fixa ou variável é definir o seu perfil de investidor.

A capacidade de exposição ao risco ajudará a identificar o seu perfil. Sua idade e seus planos do que fazer com o seu dinheiro lá no futuro também são pontos importantes. Por exemplo, se você pretende resgatar os valores aos 65 anos e possui 25 atualmente, uma boa alternativa é colocar o máximo possível em renda variável. O que isso resultará para você? A possibilidade de ganhos maiores do que a inflação por diversos fatores. Dentre eles, o fato de estarmos passando por uma crise financeira e a nossa Bolsa de Valores eapresentar índices baixíssimos. A longo prazo, há uma tendência de recuperação, embora não garantida, mas que assegura um horizonte de mais possibilidade de ganho para o investidor.

Isso é garantido? Claro que não! Apenas se aumenta a possibilidade de ganho quando se investe em longuíssimo prazo em renda variável ou em multimercados, pois você terá muito mais tempo de recuperar perdas presentes no futuro, já que seu horizonte é mais extenso.

Até 49% de todo o valor investido em previdência pode ser direcionado para a renda variável. Se você não tem problemas em assumir riscos, já pensou em superar a inflação com tranquilidade? A longo prazo, esses ganhos reais farão sobrar mais grana para gastar na velhice.

Porém, caso você tenha o mesmo objetivo de aposentadoria aos 65, mas já possui entre 40 e 50 anos, é melhor fugir da renda variável como principal fonte de investimento. Ponha seu dinheiro, no máximo, com 10% ou 15% em renda variável e faça com que a outra parte, a maior, garanta rendimentos pela renda fixa. Se estes 10% ou 15% derem resultados muito negativos, poderão ser compensados pelos ganhos da maioria aplicada em renda fixa. Lembre-se que tempo agora não é um fator favorável: você está mais velho, meu camarada!

A terceira situação é a intermediária. Se você está com idade entre 25 e 40 anos, seu prazo de resgatar o dinheiro e curtir a brisa da aposentadoria não está tão perto assim, mas também não está tão longe quanto parece. Uma crise gigante pode demorar mais de 10 anos para ser superada e isso atrapalhará seus rendimentos de previdência privada. Nesta situação, invista entre entre 15% e 35%, no máximo, em renda variável, deixando o restante quietinho na renda fixa te dando os frutos certos dos juros.

Como definir uma boa empresa para investir?

Você guardou dinheiro, avaliou seu perfil e agora está só esperando aparecer a instituição financeira mais confiável para deixar seu rico dinheirinho investido. Pois bem, busque o histórico de ganhos obtidos por ela enquanto estiver fazendo sua pesquisa. É claro, não é garantia alguma de ganho futuro, mas é melhor investir em um time que tem ganhado muito ultimamente do que naquele que vive sendo rebaixado, certo?

Faça sempre a comparação entre os ganhos obtidos nos fundos apresentados a você e investimentos mais conservadores. Se você identificar que vale a pena investir neste custo-benefício, então, você achou o local para deixar seu dinheiro investido até a sua aposentadoria. Ou não!

Como assim, “ou não”?

Portabilidade

Uma das vantagens da previdência privada é a possibilidade da portabilidade. Você pode achar que um plano está rendendo abaixo do esperado ou resolver que está na hora de migrar para outra modalidade. Por exemplo, ao ficar velho, você provavelmente optará por menos exposição a riscos. Então, como proceder? Faça a portabilidade! Ela te permite mudar de fundo sem pagar nada por isso tanto dentro da mesma instituição como entre instituições diferentes, desde que você mantenha as características básicas do investimento.

Isso é muito vantajoso, pois conforme seu montante fica maior, mais empresas se interessarão em administrar seu rico dinheirinho, oferecendo condições mais vantajosas. Nessa hora, você pegará sua carteira cheia, olhará em volta e poderá escolher qual é a melhor instituição, qual o melhor plano e quais as melhores características de cada um.

É claro que isso não acontecerá da noite para o dia! É preciso ter paciência para investir inicialmente um percentual mais alto na renda variável se sua idade permitir, ganhar um pouquinho mais por lá e ir migrando lentamente para a renda fixa de maneira que seu investimento sempre possa te proporcionar os melhores resultados a longo prazo que, para você, é a aposentadoria.

Quer saber mais sobre previdência? Clique aqui e leia outro artigo sobre investimento em previdênciaprivada ou deixe um comentário  com as suas dúvidas!

6 PASSOS PARA VIVER UMA VIDA FINANCEIRA CONFORTÁVEL

Primeiro é importante saber o porquê devemos buscar uma vida financeira confortável (meio obvio, é o que todo mundo quer, rs)

 

Vamos listar alguns benefícios:

Não carregar aquela preocupação mensal com as contas

Imagine só, começar o mês longe de entrar no vermelho, e sem ficar esperando ansiosamente pelo próximo pagamento.

Seria ótimo certo!? E isso não é exclusividade de poucos! É exclusividade de quem se preocupa em organizar as finanças pessoais.

 

Poder adquirir bens e serviços desejados

Acredito que essa seja a melhor parte!

Ninguém trabalha só porque gosta, convenhamos… rs Trabalhamos para futuramente usufruir dos benefícios do nosso esforço adquirindo bens de consumo, viajando, presenteando pessoas queridas, mudando de casa, etc.

 

Poder planejar seu futuro e de sua família

Sabemos que o futuro chega para todo mundo, por esse motivo é necessário começar o planejamento desde cedo.

Comece planejando o seu futuro, porque mais cedo ou mais tarde você terá uma família, e vai querer proporcionar as melhores condições para ela, conforto, educação, segurança, lazer.

 

Formar certa reserva para se manter seguro e começar a acumular

Dependendo da sua renda, admito, formar uma reserva não é fácil!

Além daquelas despesas fixas e intransferíveis, ainda tem o conflito pessoal sobre o que eu desejo.

Muitas vezes, infelizmente temos que fechar os olhos para o que simplesmente queremos, e adiar aquela aquisição.

Mas vamos pensar que é tudo por uma boa causa. Nós vamos ver mais para frente o que acontece com quem consegue poupar dinheiro.

Fora isso, é extremamente necessário ter uma reserva para se manter seguro. Suponha que você ficou resfriado e acabou gastando algum dinheiro com medicamentos, o que não esperava! Ou que um amigo muito chegado casou e você teve que gastar uma grana para dar um presente, além da famosa “gravata” e do “sapatinho” (para as mulheres).

Se você vivesse no “zero a zero”, no mês seguinte esses recursos fariam falta, você precisaria talvez entrar em um cheque especial e aí começa a bola de neve.

 

Agora vamos nos atentar a alguns alertas:

O valor do dinheiro se altera ao longo do tempo

Intrigante… R$ 50,00 continuará sendo R$ 50,00 daqui 1 ano certo! Porém o valor desses mesmos R$ 50,00 não é o mesmo. Como isso pode acontecer?

 

Aí vem aquela famosa palavrinha, a “Inflação”.

Ela aumenta o preço dos bens e reduz o seu poder de compra.

 

E outra palavrinha famosa, o “juros”, que é a remuneração cobrada pelo empréstimo do dinheiro. O valor a ser pago será maior do que o valor tomado emprestado.

 

Precisamos escapar de algumas “armadilhas de consumo”

Eu poderia ficar aqui o dia inteiro escrevendo sobre elas, mas vou ser rápida.

A primeira armadilha é ir ao shopping com sua mulher/namorada, ou com as amigas! Rs brincadeiras à parte…

Mas quando você vê aquela roupa, aquele tênis/sapato que em sua mente você PRECISA, e melhor ainda, eles parcelam em 15x! Aí começa a cilada, não se iluda.

Em primeiro lugar, você não precisa tanto assim… Mas caso realmente precise, verifique se cabe no seu orçamento, se couber, vamos dar uma folga para o cartão de crédito e tentar usar o débito para não acumular dívidas, e começar o mês sem aquela preocupação com a fatura.

Enfim, mais para frente vamos dissertar um pouco mais sobre essas armadilhas que enchem os olhos de quem adora fazer compras (sei do que estou falando, rs)

 

Precisamos conhecer e respeitar nossas limitações orçamentárias;

A famosa “restrição orçamentária” que ouvi muito em minha adolescência é simples de ser entendida… Não podemos comprar aquilo que nosso rico dinheirinho não pode pagar.

O uso do cartão de crédito, por exemplo, como é um dinheiro que você não vê saindo da sua conta corrente imediatamente, parece que é tudo mais tranquilo do que parece e acaba maquiando sua limitação orçamentária.

Para que adiar o sofrimento? Parcelando ou não, um dia a conta vem rs.

 

Unindo esses pontos de atenção, podemos concluir que:

 

É MUITO MAIS CONFORTÁVEL VIVER DENTRO DE UM PLANEJAMENTO DO QUE SIMPLESMENTE ESPERAR PARA VER!

Saber o valor do dinheiro e manter uma relação saudável com ele é essencial .

 

Em outras palavras, controlar e administrar a alocação dos seus recursos permite enxergar o seu progresso, e como você está caminhando para alcançar seus objetivos e sonhos!

 

 

2º Ponto ..

Todo mundo deseja melhorar o padrão de vida e ter um aumento na renda, certo?

Certo!

Mas, como fazer isso?

Aí vai um “segredo público”:

 

É PRECISO TER DISCIPLINA FINANCEIRA.

 

Automaticamente você terá dois desafios:

  • Fazer sobrar dinheiro;
  • Renunciar certos desejos imediatos para ser recompensado futuramente;

 

Que tal? É mais simples do que parece, acredite, vou te ensinar em 6 passos.

 

 

 

Cuidando das Finanças Pessoais –

6 PASSOS PARA VIVER UMA VIDA FINANCEIRA CONFORTÁVEL

 

1 – Utilize meios de controle

 

Seja honesto, você sabe para onde está indo o seu dinheiro todo mês?

É de extrema importância saber o destino do seu salário, e o caminho que ele está fazendo.

Para isso é preciso controlar, seguem algumas opções de controle:

 

Planilhas customizadas

Hoje não sei mais passar o mês sem esse controle. É extremamente importante visualizar como está sua situação financeira, e para onde está indo o seu salário.

Uma planilha bem bacana que uso é a da BM&F Bovespa, que está disponível no link (planilha BM&F), ela faz as contas por mês, mas você pode e deve manter um controle diário para ter o montante do mês.

 

Cadernos

Sim eu sei, é um método meio antiquado rs, mas é melhor que nada!

Atualmente é meio difícil alguém que não tenha a tecnologia presente no dia a dia, mas para os que não são muito chegados, o caderno é uma boa opção. Eu conheço pessoas que usam, e vivem equilibradas sim. A visibilidade não é a mesma, mas não deixa de ser eficaz.

 

Aplicativos para computadores e dispositivos móveis

Hoje em dia, como nosso tempo livre é muito escasso os smartphones facilitam nossa vida em muitos aspectos, controlar as finanças pessoais também faz parte dessas facilidades. Eu gosto bastante dos APPs para celulares, são bem práticos e não tomam quase nada do nosso tempo.

Existem vários aplicativos tanto para iOS quanto para Android, aqui vão dois que eu gosto bastante, e são para os dois tipos de sistema operacional: GuiaBolso e Minhas Economias.

 

É importante você anotar exatamente tudo o que gasta, desde uma compra grande, até um café depois do almoço!

 

Agora que já conhecemos alguns meios de controle, precisamos saber o que controlar!

 

Para fazer esse controle você deve:

 

Diferenciar as receitas e as despesas fixas das variáveis;

Receitas fixas: Como o próprio nome já diz, são aquelas que no geral, não variam.

Receitas variáveis: Podemos considerar os bônus, comissões, etc.

Da mesma forma as despesas fixas: Que praticamente não mudam, como aluguel, faculdade, plano de saúde.

E as variáveis: aquelas que podemos tentar reduzir, como água, luz, telefone, restaurantes, etc.

 

Registrar em um daqueles meios de controle que falei acima;

Isso vai ajudar a visualizar como está sua situação atual.

 

Depois você deverá avaliar;

É importante refletir, o seu orçamento foi superavitário, ou deficitário? Você gastou menos, mais ou o mesmo que recebeu?

Respondendo a essa pergunta, vamos visualizar o resultado:

 

Pessoas financeiramente desequilibradas:

Receitas – Despesas < 0 (opa, endividamento!)

 

Pessoas financeiramente equilibradas:

Receitas – Despesas = Saldo para poupança (bom!)

 

Pessoas com sucesso no planejamento financeiro:

Receitas – Poupança = Saldo para despesas (ideal!)

 

Será possível então visualizar o que é necessário, o que é supérfluo e também o desperdício. Definindo prioridades já conseguimos eliminar uma “gordurinha”. Aliás, o Ramiro Gomes Ferreira, autor do Blog “Clube do Valor”, escreveu um post muito legal e que também poderia agregar bastante para sua vida financeira. Para acessar, é só clicar aqui.

 

 2 – Estabelecer objetivos financeiros:

 

Definir os objetivos financeiros é uma etapa muito importante para a vida e administração financeira de qualquer pessoa.

É um dos passos mais importantes porque é o que vai te guiar, como uma rota, para chegar a um lugar.

Quando vamos viajar de carro, por exemplo, verificamos o melhor caminho, a quantidade de pedágios para saber quanto mais ou menos vamos ter de despesa, e assim vai…

Da mesma forma para atingir um objetivo financeiro é preciso pensar em caminhos para chegar.

O ser humano é movido pelos sonhos, eles norteiam, trazem esperança e motivação.

A partir dessa meta/sonho, vamos pesquisar o “valor” deste sonho, seja ele comprar um carro, uma casa, ou mesmo viajar pelo mundo. Precisamos então saber quanto vamos ter que poupar por mês, se será preciso algum serviço extra para complementar e renda, se vamos ter que alterar um pouco o comportamento em alguns aspectos da vida cotidiana, etc.

Sim eu sei, não é fácil!

Isso exige muita vontade, paciência, disciplina e organização.

 

É importante também chamar a família para juntos traçarem os objetivos e sonhos, listar as despesas, e avaliar os investimentos. Será possível assim chegar a um consenso e definir os métodos!

 

Os objetivos podem ser classificados de três maneiras:

 

– Objetivos de Curto Prazo: São aqueles de menos de dois anos, como uma viagem de curta duração, a troca do carro.

 

– Objetivos de Médio prazo: São aqueles que exigem um pouco mais de tempo poupando. Como uma viagem mais longa, uma festa de casamento, uma reforma em casa.

 

– Objetivos de Longo prazo: Como o próprio nome já diz são investimentos com prazos de cinco anos para cima como a compra de uma casa, aposentadoria.

 

Mas há um ponto positivo.. Não veja esse caminho como o caminho das pedras rs

 

Quando estabelecemos um objetivo, algo que queremos muito, o esforço se torna válido, e será possível notar!

E digo mais, quando alcançamos àquilo que parecia tão distante a sensação é ótima!

Além de nos sentirmos capaz de conquistar qualquer coisa, já que já foi possível uma vez, será possível quantas vezes quisermos!

 

Traçar objetivos financeiros é fundamental para ter uma vida confortável e próspera. Tendo as metas estabelecidas, você pode listar o que cada uma delas vai trazer de bom para sua vida, e é assim que você enxerga o seu progresso pessoal.

 

A educação financeira prepara o caminho para a realização dos sonhos.

 

3 – Fuja das armadilhas de consumo:

 

Já apresentei a vocês no começo do artigo o termo “armadilhas do consumo”, agora vamos dissertar um pouco sobre elas.

As armadilhas de consumo estão presentes no dia a dia, acredito que você já tenha percebido.

As três principais são:

 

Um conflito criado em nós mesmos, entre aquilo que queremos, que temos vontade, e aquilo que realmente precisamos.

Às vezes é difícil se abster de alguma coisa hoje pensando num futuro que ainda não conseguimos visualizar. A maior parte da população brasileira é imediatista, o que é um problema.

Imagine que essa abstinência terá uma recompensa, e pronto! Será suportável rs

 

Aquelas opções de parcelamento em mil vezes que fazem tudo parecer viável, sabe?

A não ser que você tenha todo o seu orçamento sob controle, que saiba claramente como vai honrar com as parcelas feitas, não acho apropriado o uso do cartão de crédito.

Por que digo isso? Pois conheço pessoas que não tem o mínimo controle do que gastam no cartão de crédito já que não estão vendo o dinheiro ir embora, e aí quando chega a fatura é aquele susto, aquela correria para descobrir como quitar a dívida.

Muitos optam pelas opções de pagamento mínimo da fatura, ou parcelamento da mesma. Mas essas opções apenas nos enrolam com os juros, e depois para se livrar dessa dívida o esforço será mais dolorido ainda pois será preciso apertar os cintos  nos gastos mensais, abstendo-se de adquirir novos produtos ou serviços, etc.

Como eu já disse antes, isso é adiar o sofrimento!

É importante entender as vantagens e as desvantagens do uso do crédito e a importância de fazer a escolha certa entre as modalidades disponíveis considerando seu custo. Os vendedores têm estratégias para vender, e muitas vezes acabam conquistando os consumidores que compram por impulso.

Caso contrário tudo bem, alguns cartões te dão até pontos para trocar por algo legal depois né! Fique atento apenas a quantidade de parcelas, se elas foram feitas com ou sem a incidência de juros.

 

Os ganhos com uma boa educação e disciplina financeira são tanto financeiros quanto psicológicos, imagine-se tranquilo quando uma fatura chegar, ou às vezes nem chegar!

Que alívio né?

 

O crédito fácil… Essa é a maior ameaça ao planejamento financeiro.

São uma cilada! Já começo por aí! Rs

A ausência de educação financeira, em conjunto com a facilidade de acesso ao crédito, tem levado muitas pessoas ao endividamento excessivo.

 

Os juros cobrados são astronômicos e você não merece isso!

Vamos entender a palavra “juros” como o valor do aluguel do dinheiro no tempo.

Existem dois tipos de juros: o simples e o composto.

 

Juros simples são aqueles que incidem sobre o capital, apenas.

Seria ótimo se o usassem para incidir nos empréstimos né? Rs

Mas não…

 

Já os juros compostos são conhecidos como “juros sobre juros”, pois a cada mês, por exemplo, juros são incorporados ao capital inicial, e os juros dos meses subsequentes são calculados em cima do último mês.

 

Se trabalharmos com números talvez fique mais fácil de visualizar.

 

Juros Simples: Vamos supor que João tomou emprestado R$ 5.000,00, por 5 meses, com taxa de juros mensal de 10%. No final do período o valor que ele terá de pagar será R$ 7.500,00.

( R$ 5.000,00 + (10% = R$ 500,00 x 5 = R$ 2.500,00) = R$ 7.500,00

 

Juros Compostos: Vamos manter o mesmo João como mesmo empréstimo, e a mesma taxa ok!?

Veja bem, ao final do período ele terá que pagar R$ 8.052,55.

Como??

 

1º mês: R$ 5.000,00 + (10% = R$ 500,00) = R$ 5.500,00

2º mês: R$ 5.500,00 + (10% = R$ 550,00) = R$ 6.050,00

3º mês: R$ 6.050,00 + (10% = R$ 605,00) = R$ 6.655,00

4º mês: R$ 6.655,00 + (10% = R$ 665,50) = R$ 7.320,50

5º mês: R$ 7.320,50 + (10% = R$ 732,05) = R$ 8.052,55

 

Pesado né?

 

4 – Poupar e Investir:

 

Todos conhecemos essas duas palavras, poupança e investimento.

Às vezes elas causam uma impressão de que não são para qualquer um, mas são sim, são para quem é organizado financeiramente.

Vamos supor que a sua receita mensal não seja assim tão tão alta, e que você tem 15% livre por mês apenas. Muitas pessoas pensam, “É só 15%, vou gastar comprando algo, indo a um restaurante mais fino, fazendo uma viagem curta…”

Uma vez ou outra ok, essa pode ser a opção, afinal todo mundo é filho de Deus! rs

Mas não sempre. Não é correto pensar que 15% é insignificante, que não terá relevância poupar essa quantia, muito menos que não vale a pena investir.

Retomando uma ideia do artigo anterior, poupar 10% ou 15% ao mês pelo menos, vai nos privar de algum tipo de consumo, mas será recompensado mais para frente.

 

É vital poupar parte da receita, tanto para atingirmos objetivos, quanto por segurança.

Nós não sabemos o dia de amanhã, imagine que você tenha pegado um resfriado que respingou em todo mundo em casa… Será preciso gastar uma grana com remédio, consulta médica, etc. Da onde vai tirar esses recursos?

Pense em uma multa por ultrapassar o farol vermelho… Você não tinha planejado isso, mas terá que pagar.

Poderia enumerar dezenas de situações que nos pegam de surpresa e precisamos dispor de recurso imediato. Por isso é muito importante ter uma reserva.

 

Agora a pergunta é POR QUE investir o dinheiro poupado?

Fácil!

Porque você quer aumentar o seu patrimônio!

 

Você investe quando quer trocar de carro, comprar um apartamento, fazer a viagem dos sonhos, dar tudo do bom e do melhor para seus filhos, e viver confortavelmente até em uma situação de perda de emprego por exemplo, você não ficará em apuros.

 

Deixe o seu dinheiro trabalhar por você, você já trabalhou demais!

 

O primeiro passo é entender o que são os investimentos, saber diferencia-los.

Você pode descobrir isso na internet, ou procurando assessoria em uma corretora.

Definidos seus objetivos financeiros de acordo com o “2º passo” desse artigo e conhecendo as características dos investimentos, vai ser possível entender qual é o investimento que combina mais com seu perfil e atende suas pretensões.

 

Lembram que no artigo 3 falei sobre juros simples e compostos?

Quando você pega um empréstimo é totalmente péssimo essa incidência de juros compostos, porém, quando você investe o cenário é o inverso.

 

Vamos de novo trabalhar com números para que fique mais fácil de visualizar:

 

João aplicou o valor de R$ 100.000,00 em um investimento de renda fixa que tem rentabilidade líquida de 12% ao ano, pelo período de 5 anos. Ao final do período João vai resgatar o valor de R$ 176.234,16.

Muito bom esse efeito inverso né?

 

Todos, direta ou indiretamente, acompanham a atual crise que abraçou o Brasil não é mesmo?

E com toda certeza ninguém nunca quis ver o Brasil como está, porém em meio a tantas incertezas e catástrofes econômicas e politicas, quem poupou dinheiro e investiu está nadando em um mar de rosas, com os juros lá em cima, os investimentos pós-fixados indexados ao CDI, por exemplo, estão recompensando seu esforço.

 

Para dispor de recursos para investir e se aproveitar dos juros compostos é preciso colocar em prática os 4 passos anteriores, Controlar, Estabelecer Metas, Fugir das Armadilhas de Consumo e Poupar.

 

5 – Acompanhar as conquistas e metas

Finalmente chegamos a parte boa, não que as outras não foram rs, mas é muito melhor medir as conquistas do que os esforços né?

Depois de um certo nível de disciplina, organização e controle podemos usufruir  dos benefícios.

 

Preste atenção ao que está sendo conquistado e como isso é atraente. Essa é uma motivação para te manter disciplinado.

 

E não pense que acabou… mesmo chegando nesse momento ainda é essencial acompanhar diáriamente suas finanças, não parar com o controle, até porque conforme uma meta é alcançada surgem outras novas.

E agora também será acrescentado mais um ítem para controle, o dos seus investimentos. É muito importante acompanhar o rendimento deles idividualmente, e sempre buscar a melhor rentabilidade.

 

É importante ser persistente caso haja algum evento inesperado. Você não deve desistir das suas metas, talvez terá que replanejar algumas coisas, mas isso é normal!

 

Mantenha suas planilhas, seus aplicativos, e vá em frente.

 

 6 – Pensar na aposentadoria e no futuro das crianças

 

Este é o último passo, mas nem por isso é o menos importante!

Nunca é cedo demais para começar a pensar na sua aposentadoria.

 

Sei que quando jovens nós não pensamos em aposentadoria, afinal, tem tantas outras coisas para pensar como a faculdade, cursos, viagens, casamento, lua de mel, carro, casa, etc, que nos esquecemos de planejar o futuro mais distante.

 

Como a previdência é um investimento com objetivo de obter uma renda futura e não uma despesa é preciso pensar nela de forma diferente.

O momento da aposentadoria é esperado por muitos, pois é a hora em que terão tempo para descansar, aproveitar o tempo livre.

Para isso é preciso recursos, é preciso ser independente financeiramente, e quando mais cedo essa independência for conquistada, melhor. Porém é indispensável à organização e disciplina financeira para começar a investir o quanto antes.

 

O mais indicado para qualquer pessoa que quer planejar a aposentadoria é obviamente a previdência privada. Ela alia longo prazo com custos baixos e boa rentabilidade.

 

Você pode fazer uma previdência privada também pensando em seus filhos, na aposentadoria deles.

Brasileiros que somos, sabemos das incertezas do mercado, então nunca é demais pensar além!

Nosso blog fala muito sobre previdência privada vale a pena ler e esclarecer suas possíveis dúvidas.

 

Espero que essas dicas te ajudem a virar o Primo Rico também ! rs.