Mês: dezembro 2015

5 Vantagens da Previdência Privada para 2016

Com a nova política fiscal e novidades que estão para surgir em 2016, entre eles a possível reforma tributária do ITCMD, a Previdência Privada tem sido cada vez mais um dos investimentos que podem livrar seu dinheiro do leão.
Confira agora cinco vantagens de ter uma Previdência Privada:

1 – Pagar menos IR no presente postergando para o futuro. Dessa forma é possível acumular um patrimônio ainda maior para a aposentadoria.

É o caso do PGBL (…) que permite que você que você prorrogue o IR, pagando somente no final do plano. É o mais indicado para profissionais que precisam declarar o imposto de renda. Dessa forma você já realiza a dedução da sua renda anual tributável, podendo chegar até 12%, investindo nesse plano de previdência, o qual deverá ser constado na sua declaração do IR. O imposto só será cobrado no resgate, sobre o valor total do patrimônio.

2 – É um investimento que pode ser em benefício de herdeiros, mas não há cobrança do ITCMD.

Com as mudanças da política fiscal, estima-se que o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) passará de 4% para 22,5% em sua taxa limite. É cobrado na transferência de patrimônio do investidor para seus sucessores /herdeiros quando transmitidos através de inventários, entre outros meios. Mas para o Estado de São Paulo a Previdência Privada tem isenção dessa cobrança.
Com o acréscimo dessa taxa, estimada em mais de 6 vezes para 2016, a Previdência Privada será o porto seguro para quem se preocupa com essa situação e quer ficar isento.

3 – A previdência pode ser traçada de acordo com o seu objetivo. Além do PGBL conheça o VGBL

Para quem não precisa se preocupar em declarar o IR, existe também o plano VGBL onde o imposto de Renda não será adiado. No entanto tem como vantagem o cálculo do IR somente em cima do rendimento, ficando de fora a cobrança o valor investido.
De acordo com a sua estratégia o IR pode ser feito na tabela progressiva ou regressiva, tanto para PGBL como para VGBL.

4 – Pode suprir entre muitas outras funções, o seguro de vida.

Uma alternativa da Previdência Privada é que depois do período de carência estipulado, é possível realizar o resgate do total em uma única vez ou receber parcelas por mês ao longo dos anos, não sendo necessário realizar saques se assim quiser. Portanto, é uma renda complementar tanto para o aposentado que quer pensar em aproveitar a sua melhor idade, quanto em caso de falecimento do investidor passando esse benefício para seus herdeiros, caso escolha o plano específico para o caso de morte.

5 – Não tem a incidência do come-cotas e pode ter isenção da taxa de carregamento.

Investidores acostumados com a incidência do IR cobrado semestralmente (come-cotas) nos fundos referenciados DI, Renda Fixa ou Multimercado, ao migrarem para a Previdência Privada verão que esta não tem essa tributação o que torna ainda mais atrativa para quem quer potencializar suas economias.
Outro fator é que, em muitas instituições financeiras, é cobrada a taxa de carregamento para cada aporte que o investidor realiza em sua previdência (você coloca dinheiro na instituição e ainda por cima é cobrado por isso). No entanto, não são todas que cobram essa taxa (veja aqui/conheça essas previdências.)

Como ganhar mais dinheiro com LCI e LCA

Conversando com um amigo que deixa seu dinheiro na poupança por conta da segurança e da isenção de IR, cheguei q conclusão que era a hora de falar sobre a LCI e LCA. As LCIs e LCAs tem a mesma segurança da poupança e até o atual momento estão isentas de IR. No dia que ele me trouxe essa dúvida, fizemos algumas contas rápidas e vimos que ele perderia aproximadamente 6% de rentabilidade liquida em um ano.

 

Como aumento minha rentabilidade?

Muito se fala de LCI/LCA atualmente no mercado, mas por que esses investimentos estão tão na moda? As LCIs e LCAs funcionam da mesma forma de um CDB. O Banco precisa captar seu dinheiro para algum fim e para que isso aconteça ocorre uma emissão de um título do banco. A única diferença entre as LCI/LCA para o CDB é que a emissão deste título tem um lastro especifico. A LCI financia projetos ligados ao setor imobiliário e a LCA do setor de agronegócio. Outra diferença deste tipo de título para um CDB é que por elas financiarem setores estratégicos para o Brasil as aplicações são isentas de Imposto de Renda para pessoa física.

Como Rende a LCI/LCA?

Da mesma forma que outro título emitido por um banco. A rentabilidade de uma LCI ou LCA também pode ser pré ou pós-fixada.

Quando pós-fixada os rendimentos são baseados num indexador, que pode ser o CDI (taxa de juros) ou o IPC-A (Inflação) e oscilam com mudanças na economia.

Já as pré-fixadas a taxa é acordada no momento da compra e não sofre alterações ate o vencimento.

 

Pensando no seu dinheiro…

Imagine a Taxa de Juros 14,25% a.a., o CDI 14,1% a.a. e a Inflação 10% a.a.

Se uma LCI rende 97% CDI ela terá uma rentabilidade de 13,67% a.a.

Um montante de R$ 50.000,00 aplicado em uma LCI que paga 97% CDI terá uma rentabilidade de 13,67% a.a. No final de dois anos teremos R$ 64.604,00 líquidos.

Agora se esses mesmos R$ 50.000,00 forem aplicados em um título indexado ao IPCA será pago a você o Valor da inflação corrente (10%) + uma taxa acordada na compra do título (4%).

Neste caso os R$ 50.000,00 no final de dois anos o montante rentabilizará a uma taxa de 14% a.a. e totalizará R$ 64.980,00 líquidos.

Estes mesmo 50.000,00 na poupança no final de dois anos totalizariam R$ 58.320,00.

Neste exemplo, você deixaria de ganhar aproximadamente R$ 6.000,00!

 

O Investimento é Seguro?

A segurança das LCIs/LCAs é a mesma de uma poupança, por exemplo, o FGC garante aplicações ate R$ 250.000,00 por CPF e por Instituição financeira. Caso queira investir mais de R$ 250.000,00 e contar com a cobertura do FGC para todas as aplicações e necessário diversificar as Instituições financeiras.

 

LCI/LCA tem liquidez?

Esse tipo de investimento é ideal para quem não tem urgência do dinheiro e pode alongar um pouco mais a aplicação, como a carência costuma coincidir com o vencimento, normalmente é necessário deixar o dinheiro investido de 06 meses a 02 anos.

 

E o IR?

A dúvida do meu amigo pode ser a dúvida de muitos investidores.

Que investimentos seguros não pagam imposto de renda?

Até o presente momento as LCIs e LCAs não tem incidência de IR para pessoas físicas, por financiarem setores incentivados pelo governo, mas se elas fossem tributadas, obedeceria à tabela regressiva de IR para renda fixa.

Para quem deseja alongar um pouco mais as aplicações as LCIs/LCAs são uma ótima pedida, pois além de serem bastante rentáveis são isentas de IR.  A maior rentabilidade vai depender de quanto você pretende alongar esta aplicação. Uma LCI/LCA hoje tem a rentabilidade líquida de 1,1%a.m. em média.

Próximo Post falaremos de segurança e rentabilidade dos títulos públicos, tudo que ninguém explicou para você e por que.

Vemo-nos em breve!

5 principais mitos sobre previdência privada

A previdência privada é uma excelente alternativa de investimento para quem gosta de se planejar e se preocupa com o futuro. Ela também proporciona uma maior tranquilidade ao beneficiário, visto que ele passa a não depender unicamente da renda proveniente da Previdência Social, que pode não ser o suficiente para manter um padrão de vida compatível com a realidade do aposentando. Para tirar suas dúvidas e tornar sua decisão mais facilitada, listamos a seguir os 5 principais mitos sobre previdência privada.

1 – Existe uma idade ideal pra começar

Muitas pessoas acham que a palavra aposentadoria tem ligação direta com idade avançada, ou seja, essa só deve ser uma preocupação no final da sua carreira. Mas é exatamente o contrário. Como todo bom planejamento, a previdência privada necessita de tempo. Assim, o seu futuro pode, sim, ser planejado ainda em sua juventude, o que lhe possibilitará contribuir com uma pequena parcela mensal, uma vez que há mais tempo para contribuir.

Da mesma forma que não existe uma idade mínima, também não há uma idade máxima, sendo possível para pessoas com 45 anos ou mais optarem pela previdência privada como fonte de renda em sua velhice. Entretanto, as contribuições deverão ser maiores, devido ao tempo restante para a aposentadoria.

2 – Será necessário investir muito dinheiro

Existem diferentes planos para diferentes perfis, desde aquele jovem que resolveu já cedo se preocupar com o futuro, até o profissional que já atua no mercado há alguns anos, passando por aqueles que têm 10 ou 15 anos para se aposentar. As possibilidades de aplicação variarão de instituição para instituição e cabe ao beneficiário entender e optar por aquela que mais se adapte às suas possibilidades.

3 – Planos de previdência são para determinadas classes sociais

Além da questão da idade, existe um mito bastante comum que é a ligação de previdência privada com classe social, mas isso não é verdade. É possível para todas as pessoas, com organização e disciplina, contribuir e se beneficiar com a previdência privada. Como já vimos, existem planos diferenciados para cada perfil de investidor, assim a renda não é um fator determinante nesta hora.

4 – O imposto de renda diminui de acordo com o tempo de contribuição

Diferentes planos de previdência apresentam diferentes possibilidades em relação ao Imposto de Renda. Para o sistema conhecido como regressivo, as alíquotas diminuirão de acordo com o tempo de contribuição. Já no sistema progressivo, as alíquotas serão constantes e seguem a tabela relacionada com a tributação dos salários.

5 – Em caso de quebra da instituição financeira, o beneficiário pode perder todo o dinheiro

A Lei Complementar 109 de 2001 deixou as regras mais rígidas para as instituições que trabalham com previdência privada, por isso, as chances de perder todo o seu investimento são  mínimas. Aqui, entra a importância da pesquisa ligada à solidez e à experiência da empresa em que se investirá o dinheiro. Antes de investir, certifique-se que a instituição é segura e confiável.

Com os mitos derrubados, você já pode começar a pensar em investir em previdência privada. Lembre-se de escolher de acordo com o perfil mais adequado à sua idade, renda e questões relativas ao imposto de renda — que poderão variar de instituição para instituição. Pensar em seu futuro, com certeza, é a melhor opção!

Quer saber mais sobre previdência privada? Deixe suas dúvidas nos comentários e continue acompanhando o blog!

Como turbinar seus investimentos com o CDB

Agora que você conhece alguns conceitos básicos e já sabe que a poupança não vale a pena, vou apresentar algumas alternativas que podem potencializar os seus investimentos. Neste Post falaremos do CDB, mas você sabe o que é um CDB?

Como falado nos posts anteriores, o banco precisa captar seu dinheiro para reemprestar àqueles que precisam de crédito. O CDB nada mais é que um título emitido pelo banco para sua captação. Basicamente quando compramos um CDB cedemos ao banco um montante de nosso dinheiro por um prazo, que é acordado na compra do produto, e o banco nos devolverá este montante inicial acrescido de uma taxa de juros.  Essa taxa acordada para a rentabilidade de um CDB pode ser pré ou pós-fixada e o título pode ter ou não liquidez.

 

O que eu preciso saber agora que vou investir em CDB?

Quando investimos em um CDB existem alguns detalhes que precisamos avaliar para que o investimento sirva melhor aos nossos objetivos.

Taxa Pré ou Pós?

Existem dois tipos de rentabilização de CDB: as taxas Pré ou pós-fixadas.

Quando o CDB é pós-fixado a taxa acompanhará um indexador. Lembra-se do CDI?  A rentabilidade do CDB é normalmente baseada num indexador, o CDI, ou seja, seu produto renderá uma porcentagem do CDI (que consequentemente acompanha a taxa de juros SELIC).

Neste caso, o Rendimento do seu CDB pós-fixado será feito da seguinte forma:

Considere a Taxa Selic 14,2% a.a. e o CDI 14,1% a.a.

Se seu CDB paga para você 102% do CDI o Valor pago na verdade será: 14,38% a.a.

Você precisa saber que na economia as taxas não são estáveis e a taxa de juros pode subir ou cair com o passar do tempo. O rendimento quando pós-fixado acompanhará a taxa de juros da economia.

O CDI é rentabilizado diariamente, logo todo dia seu CDB renderá um pouquinho.

Já o Pré-fixado a taxa é acordada no momento da compra do produto. A taxa é fixa e não varia com as oscilações da economia. No final do período sabe-se exatamente qual será o montante final.

 

CDB x Poupança

A primeira diferença entre os dois produtos é como eles são rentabilizados: O CDB rende diariamente, baseado no CDI Diário, já a poupança precisa fazer aniversario para ter seus rendimentos contabilizados.

Outra diferença é a rentabilidade em si.

Supondo que a poupança renda algo em torno de 0.65% a.m. ou 8% a.a. e o que CDI (que acompanha a taxa de juros) esteja em 1,1% a.m. ou 14,2% a.a.

Esta poupança equivaleria a um CDB que rende 56% do CDI.

É possível encontrar no mercado CDBs que rendam mais de 100% do CDI.  Mais uma vez, Entendeu por que a poupança não vale a pena?

 

O CDB é Seguro?

A segurança do CDB é a mesma de uma poupança, por exemplo, o FGC garante aplicações ate R$ 250.000,00 por CPF e por Instituição financeira. Caso queira investir mais de R$  250.000,00 e contar com a cobertura do FGC para todas as aplicações e necessário diversificar as Instituições financeiras.

 

E se eu precisar do dinheiro?

Algo que precisa ser avaliado antes de escolher um CDB é se pretende usar o dinheiro ou não. O horizonte é muito importante para a decisão de um investimento. Existem CDBs com diversos vencimentos e com carência ou não, caso você ache que precise deste dinheiro é importante escolher um CDB que já tenha cumprido seu prazo de carência e possua liquidez diária. Se você não precisa imediatamente o ideal é escolher um CDB com um vencimento e carência mais alongados, pois a maior rentabilidade vai depender de quanto você pretende alongar esta aplicação.

 

Quanto Pagarei de Imposto?

O CDB obedece à tabela regressiva de Imposto de renda da renda fixa. Isso quer dizer que o montante de imposto de imposto pago no resgate sobre os rendimentos da aplicação é inversamente proporcional ao tempo aplicado. Quanto maior o tempo menor o imposto.

Confira a tabela regressiva de IR.

Prazo da Aplicação

% IR sobre o Rendimento Bruto

Até 180 dias

22,50%
De 181 a 360 dias

20%

De 361 a 720 dias

17,50%

Acima de 720 dias

15%

O CDB é uma ótima forma de turbinar seus investimentos mantendo as mesmas características de segurança de uma poupança.

 

Até a próxima!

Por que a poupança não vale a pena?

A poupança já teve seu momento de ouro no passado e se consolidou na época da caderneta de poupança. Os tempos eram outros, o mercado financeiro brasileiro não estava tão maduro e não havia alternativas de investimentos. Neste passado não muito distante, a poupança ficou conhecida como o investimento mais seguro, descomplicado e isento de IR.

Os tempos mudaram, o mercado financeiro no Brasil cresceu e também se consolidou.  A ideia de manter o dinheiro na poupança nada mais é do que cultural. A segurança da poupança nada mais é que a garantia do FGC, atualmente garantia de diversos outros produtos de renda fixa, porém sempre nos lembramos da poupança. É algo que está enraizado em nosso cotidiano.

 

Mas a pergunta é: por que a poupança não vale a pena?

Atualmente com todas as turbulências econômicas, a taxa de juros e a inflação estão muito altas no Brasil. A taxa básica de juros está em torno de 14,25% e a inflação 10,48% ao ano. Ao mesmo tempo em que os índices estão elevados, a poupança rende 0.65% ao mês equivalente a 8% a.a., rendimento bastante baixo comparado a outros títulos de renda fixa.

Em nosso cenário atual, com a inflação e os juros altos o rendimento da poupança além de não ser atrativo, faz você perder dinheiro. Isso mesmo, perder dinheiro!  Deixando o seu dinheiro na poupança ele perdera o poder de compra, pois o rendimento não esta cobrindo mais a inflação.

 

Poder de compra do seu dinheiro:

Hoje tenho R$ 50.000,00 com a inflação de 10,48%%, Se eu não aplicar o meu dinheiro em lugar nenhum, em um ano algo que poderia ser comprado com esses 50.000.00 não pode mais ser comprado, o seu dinheiro agora “vale” apenas R$ 45.257,00.

Agora com esses R$50.000,00 aplicados na poupança, com a poupança rendendo 8%, também há perda de poder de compra. Pois o rendimento da poupança não é real, não supera a inflação. Considerando a taxa atual de 0,65% em um mês a poupança renderia R$ 4.042,00 totalizando R$ 54.042,00. Porém para que o poder de compra fosse mantido era necessário que o rendimento estivesse acima de R$ 5.248,00 totalizando R$ 55.248,00.

Ou seja, perdeu-se parte do seu poder de compra. Algo que você comprava há um ano com seus 50.000,00 não pode ser mais comprado, pois a poupança não superou a inflação!

 

Mas a poupança é tão segura…

Como falamos acima, historicamente criou-se uma cultura de que a poupança seria muito segura. A segurança dela vem do FGC: Fundo Garantidor de crédito, o qual garante que investimentos até R$ 250.000,00 sejam ressarcidos em caso de quebra do banco.

O FGC que garante a poupança também garante outros produtos da renda fixa. Ou seja, existem alternativas com a MESMA segurança da poupança, porém com rendimentos maiores que além de atualizar o poder de compra do seu dinheiro também dão um ganho real.

 

Legal! Mas a poupança é tão mais descomplicada, a minha aplicação é automática. Não tenho trabalho.

É verdade, muitos bancos permitem que a aplicação e o resgate da poupança sejam automáticos, o que facilita bastante a vida das pessoas que não tem tempo. Mas você já parou pra pensar por que o banco faz isso?

Quando deixamos o dinheiro na poupança ou num produto de banco, o que ele faz com seu dinheiro é reemprestar. Isso quer dizer que o banco pega o dinheiro de quem poupa e empresta para quem precisa de crédito. Neste caso, paga 0,65% a.m para você como remuneração pelo tempo (juros) e empresta para alguém que está deficitário cobrando 10% a.m, o Spread (ou a diferença entre os dois) fica com o banco, ou seja, ele capta o dinheiro a uma taxa baixíssima e cobra uma taxa altíssima.

Entendeu porque o banco facilita o processo para você? O banco não dá ponto sem nó!

Outro detalhe que muitas vezes esquecemos é que a poupança só rende quando a aplicação faz aniversario, ou seja, se a aplicação não completar um mês não há rendimento nenhum.

Tudo bem, já entendi que a poupança não vale a pena. O que eu posso fazer pra salvar meu dinheiro dessa furada?

Nos próximos informativos apresentaremos além de alternativas à poupança, outras coisas que você PRECISA saber pra investir seu dinheiro de uma forma mais sábia e ganhando mais!

Vemo-nos em breve!