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7 dicas para planejar uma ótima aposentadoria

É inegável que incertezas pairam sobre o cenário econômico e que é provável que o tempo de contribuição do INSS mude. Com essas possibilidades, planejar a aposentadoria tornou-se fundamental para ter uma vida tranquila e independente no futuro. Porém, para que isso aconteça você precisa definir ações e passos a serem dados para constituir uma reserva que você possa utilizar quando decidir se aposentar.

Foi pensando nisso que resolvemos escrever este artigo com 7 dicas para você planejar a aposentadoria. Confira.

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Previdência social: como funciona o auxílio-doença?

Os dias de hoje estão cada vez mais estressantes, não é verdade? Com o mercado ficando cada vez mais competitivo e a grande disputa por qualquer vaga, os próprios postos de trabalho estão se tornando mais exigentes, o que pode fazer com que nossa saúde rapidamente vá para o espaço!

Dentro dessa realidade, podemos precisar de alguns benefícios como o auxílio-doença antes do que pensávamos. Ele serve para preservar o nosso bem-estar caso haja a necessidade de nos afastamos dos nossos cargos, independente da causa ser decorrente de nossa ocupação ou não.

Para explicar melhor como funciona o auxílio-doença da previdência social, preparei o texto a seguir. Dê uma conferida:

O que é o auxílio-doença?
O auxílio-doença é um benefício concedido pela previdência social quando o segurado apresenta qualquer incapacidade, seja ela por doença ou por acidente, que o torne temporariamente incapaz de exercer a sua função. Ele tem caráter provisório e é mantido apenas pelo período necessário para que haja a recuperação do trabalhador. O segurado que utilizar o auxílio-doença precisa, invariavelmente, ser submetido a uma avaliação médica da Previdência Social e, caso não cumpra essa obrigação, corre o risco até de perder o benefício.

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Quem tem direito ao auxílio-doença?
Em linhas gerais, para receber o auxílio-doença, a pessoa precisa trabalhar sob o regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e cumprir uma carência mínima de 12 contribuições. Se ele tiver qualquer problema de saúde que o impeça de exercer seu ofício, a empresa fica responsável pelo pagamento do salário integral durante os primeiros 15 dias. Passado esse período, é hora da Previdência Social: o auxílio-doença desse funcionário entrará em vigor a partir do décimo sexto dia do afastamento.

Existem ainda algumas situações nas quais a concessão do auxílio não depende de carência. São elas os casos de acidentes de qualquer natureza, de enfermidades profissionais ou de trabalho e os casos de doenças graves de acordo com os critérios de estigmas, deformações, mutilações, deficiências ou outros componentes que confiram gravidade e demandem tratamento particular.

Como o trabalhador pode solicitar o auxílio-doença?
Para solicitar o auxílio-doença, é preciso ter alguns documentos em mãos. Primeiramente, é indispensável ter a carteira de trabalho assinada, contendo dados como a data de admissão, o cargo ocupado e valor do salário. Além disso, é preciso ter o CPF e também dos exames médicos que comprovem a condição.

Depois, a própria empresa deve fazer o requerimento e também o encaminhamento do segurado empregado à perícia médica da Previdência Social. Isso precisa ser feito após a firma tomar conhecimento da necessidade de afastamento por período superior a 15 dias. O requerimento pode ser realizado pelo site da Agência Eletrônica da Previdência Social, por telefone através do número 135 ou nos postos do INSS. O primeiro passo será agendar a perícia médica, que vai verificar se é realmente preciso conceder o benefício.

Vale lembrar que não tem direito ao auxílio-doença quem, ao se associar à Previdência Social, já for portador de alguma doença ou lesão prévia, a não ser quando a incapacidade provisória for resultante de um agravamento dessa doença preexistente.

Isso é tudo o que você precisava saber sobre como funciona o auxílio-doença! Esse benefício existe para resguardar a saúde do trabalhador e proteger os seus direitos, mesmo nos momentos mais complicados. Ficou com alguma dúvida? Tem alguma sugestão? Compartilhe a sua opinião nos comentários!

Qual a diferença entre a previdência social e privada?

No Brasil, vigoram as previdências social e privada, de acordo com os artigos 201 e 202 da Constituição Federal de 1988.

Com base nisso e nos atrativos da previdência privada, nota-se cada vez mais a utilização desse modelo como uma complementação para garantir segurança e tranquilidade na hora da aposentadoria oficial ou, como é mais conhecida, previdência social.

Além disso, a previdência privada ainda oferece outros benefícios dependendo do tipo escolhido, como o diferimento no imposto de renda para aqueles contribuintes que utilizam o modelo completo.

Vamos entender melhor qual é a diferença entre previdência social e privada? Este artigo aborda isso, o panorama atual no País e as vantagens dos planos privados. Confira!

 

Panorama da previdência social e privada no Brasil

A previdência social é o sistema de proteção ao trabalhador que tem como carro-chefe o benefício de aposentadoria. Toda a organização e operacionalização da previdência social são feitas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A previdência oficial é aquela já bem conhecida, em que todo trabalhador formal brasileiro está automaticamente segurado. De acordo com algumas exigências, poderá ter auxílio-doença, aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição ou ainda aposentadoria por invalidez, dentre outros benefícios.

Observando o atual cenário da previdência social no Brasil, os assuntos que estão em voga são a reforma previdenciária proposta pelo governo federal e o déficit previdenciário.

O rombo nas contas do INSS é um risco para as aposentadorias futuras. Com o intuito de adotar uma estratégia para melhorar a saúde financeira do sistema, a reforma previdenciária vai apertar as regras, como o aumento da idade mínima para aposentadoria.

Assim, muitos brasileiros estão procurando planos de previdência privada para se protegerem do déficit previdenciário e amenizar os efeitos da reforma na legislação sobre as finanças pessoais no futuro.

Diferente da previdência social, os planos de previdência complementar (ou privada) é uma excelente opção para quem quer complementar a renda da aposentadoria pelo INSS.

Atualmente, o teto da previdência social é de R$ 5.579,06. Você sabe o que isso quer dizer? Você só contribui sobre esse valor máximo e somente poderá receber um benefício até esse limite, o que pode gerar uma grande diferença no estilo de vida de muitos contribuintes.

Observando o mercado de previdência privada atual, pode-se observar que cerca de 12,5 milhões de pessoas já aderiram a essa modalidade, segundo pesquisa da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) apresentada pelo Jornal da Globo.

A mesma pesquisa também apontou aumento de 7,64% na captação líquida de recursos por esses planos em 2016, no comparativo com o ano anterior. No total, são R$ 52 bilhões alocados nessa modalidade de investimento.

Outra informação importante é sobre a segurança e confiabilidade da previdência privada. No Brasil, esse mercado é regulado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que controla e fiscaliza as instituições atuantes.

E como explicado neste Guia Completo da Previdência Privada, “ela exige reservas técnicas (semelhante a garantias) para cada 1 real que você tiver aplicado em alguma previdência específica”.

 

Tipos de previdência privada: PGBL x VGBL

Você já entendeu que a previdência privada é muito importante para a complementação de renda; agora é o momento de entender melhor as diferentes modalidades. A previdência privada pode ser aberta ou fechada.

A modalidade fechada é aquela representada pelos fundos de pensão, por exemplo, que são investimentos previdenciários somente acessíveis a determinados grupos. O tipo aberto é aquele administrado por bancos, em que qualquer pessoa interessada pode realizar a contratação.

No caso da previdência privada aberta, existem dois tipos de planos: PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O PGBL é indicado para contribuintes que fazem a declaração do Imposto de Renda (IR) pelo modelo completo, pois assim poderão se beneficiar com o diferimento de até 12% da base do IR. A incidência do imposto ocorre sobre o valor total do resgate, incluindo o montante investido e os rendimentos da aplicação.

Mas e o VGBL? Nesse caso, não há diferimento de IR, mas o plano ainda apresenta vantagens para aquelas pessoas que pensam a longo prazo, uma vez que só haverá o pagamento do imposto sobre os rendimentos ganhos, não incluindo os aportes financeiros. Quem não utiliza a declaração do IR pelo modelo completo, também deve preferir o plano VGBL.

Independentemente do tipo escolhido, a previdência complementar se mostra como boa opção de investimento para o seu futuro, já que poderá manter o seu padrão de vida, deixando você e sua família mais tranquilos. E o mais importante: não dependendo somente do governo e das constantes mudanças que acontecem com a previdência social.

 

Vantagens de adotar um plano de previdência privada

O primeiro ponto que chama a atenção das pessoas para a previdência complementar é exatamente a complementação da aposentadoria pelo INSS. Esse tema já foi apresentado no artigo, mas, para relembrar, o principal motivo disso é o teto previdenciário, o risco do rombo nas contas da previdência e a prevenção às reformas previdenciárias.

Outra vantagem da previdência privada é o benefício fiscal. O abatimento de até 12% no IR para o PGBL e a não incidência do imposto sobre o montante investido no caso do VGBL diferenciam esses planos de outras formas de investimento.

Em terceiro lugar, pode-se considerar a diversificação de investimentos, seguindo a linha de pensamento de que “não se deve guardar todos os ovos na mesma cesta”.

Para combinar aplicações financeiras em uma carteira com boa rentabilidade e risco reduzido, é indicado escolher alguns investimentos de baixo risco e outros de mais alto risco. Nesse ínterim, a previdência privada é uma opção para a alocação de investimentos.

Por fim, a transmissão de herança por meio da previdência complementar é outra vantagem. A sucessão patrimonial por meio de um fundo de previdência privada é interessante porque não há incidência de tributos se o herdeiro continuar com o investimento.

Além disso, esse meio reduz custos cartorários e advocatícios, já que o processo é bem mais simples do que outros métodos.

 

Imposto de Renda na previdência privada

A maioria dos investimentos financeiros no Brasil tem incidência de impostos, por causa da geração de renda. A previdência privada também tem cobrança de IR.

O regime de tributação pode adotar uma dentre duas formas: a tabela progressiva ou a regressiva.

A tabela de IR progressiva tem a alíquota do imposto aumentada proporcionalmente ao montante resgatado. Essa metodologia é melhor para quem pretende resgatar um valor pequeno. A tabela é a seguinte:

Valor de Resgate

Alíquota de IR

Até R$ 1.787,77

0%

De R$ 1.787,78 a R$ 2.679,29

7,5%

De R$ 2.679,30 a R$ 3.572,43

15%

De R$ 3.572,44 a R$ 4.463,81

22,5%

Acima de R$ 4.463,82

27,5%

 

A outra opção é a tabela regressiva, na qual a alíquota do IR diminui à medida que o tempo de aplicação é maior. A tabela regressiva é indicada para quem pretende deixar o dinheiro investido por um bom tempo. Os valores seguem a seguinte tabela:

Tempo de aplicação

Alíquota de IR

Até 2 anos

35%

De 2 a 4 anos

30%

De 4 a 6 anos

25%

De 6 a 8 anos

20%

De 8 a 10 anos

15%

Acima de 10 anos

10%

 

Taxas relacionadas à previdência privada

A previdência complementar envolve a intermediação de uma instituição financeira, que cobra alguns valores a título de remuneração do trabalho.

O principal custo relacionado à previdência privada é a taxa de administração, cobrada a fim de remunerar o gestor do fundo de previdência. Esse gerente é um profissional especializado no mercado financeiro, que seleciona e faz os investimentos do plano.

A taxa de administração existe em todas as instituições. A indicação é que o valor dessa taxa seja inferior a 1,5% ao ano.

Outra taxa relacionada à previdência complementar é a de carregamento. Esse valor é cobrado para entrar no investimento, como uma espécie de taxa de adesão.

Contudo, a taxa de carregamento não é cobrada por alguns planos de previdência privada. Nesse sentido, é importante a indicação de analistas, que recomendam opções com essa taxa zerada.

 

Conclusão: diferenças entre previdência social e privada

Com base em todas as informações apresentadas, agora é possível compreender todas as diferenças entre previdência social e privada.

A primeira é que a previdência social é obrigatória para todos os trabalhadores. Enquanto isso, a previdência complementar é opcional.

Outra diferença diz respeito aos custos envolvidos. No INSS, não há taxas. No caso da previdência privada, é cobrada uma taxa de administração pela instituição financeira. Alguns fundos também cobram taxa de carregamento. Como o mercado é livre, você pode pesquisar a melhor opção de previdência privada de acordo com as taxas.

Na previdência oficial, algumas pessoas contribuem para que outras possam receber benefícios, baseado no pacto entre gerações. Nessa sistemática, um indivíduo pode contribuir pouco e acabar recebendo um benefício grande.

Já na previdência privada, a pessoa recebe os valores por ela investidos. Caso tenha feito um investimento significativo, terá um bom benefício; caso contrário, receberá um valor pequeno.

Por fim, a expansão do mercado e da concorrência entre instituições financeiras está melhorando a qualidade dos planos de previdência privada e proporcionando custos menores para os investidores.

Você já conhecia todas essas informações sobre previdência social e privada? Para continuar informado sobre esses e outros assuntos financeiros, assine a nossa newsletter!

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Aposentadoria por idade ou contribuição: qual é a melhor?

Quando chega o momento de se aposentar, os trabalhadores costumam ter uma dúvida muito comum: é mais vantajoso receber os proventos de aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição? Essa escolha é muito importante, pois os últimos anos de vida serão sustentados fundamentalmente por esses valores.

Não é possível afirmar com absoluta certeza sobre qual das duas opções é a melhor — isso varia de acordo com a situação —, mas uma regra pode ser apresentada e diz respeito à idade: quanto menos idade o aposentado tiver, menor será o valor do benefício recebido. Vamos mostrar alguns pontos importantes para te ajudar a escolher da melhor maneira qual tipo de aposentadoria é ideal para você:

Novas regras da aposentadoria por tempo de contribuição

Para este tipo de aposentadoria, as novas regras somam a idade e o tempo de contribuição do segurado. O novo cálculo levará em conta os pontos obtidos nesta soma, que é a Regra 85/95 Progressiva. No caso de o trabalhador conseguir os pontos necessários, conseguirá se aposentar com o valor integral, sem impacto negativo do fator previdenciário.

Até o final do ano de 2016, considerando o tempo de contribuição como escolha e para não haver a incidência do fator previdenciário, um trabalhador terá que somar 85 pontos se for mulher e 95 pontos se for homem. A pontuação vai aumentando até o ano de 2022 e, a partir de janeiro daquele ano, para se aposentar sem a incidência do fator, a mulher terá que somar 90 pontos e o homem precisará de 100 pontos.

Deve ser enfatizado o fato de que estes valores não são relativos à idade do segurado e, sim, aos pontos. Para uma mulher que tenha 55 anos e tenha contribuído durante 35 anos, ou seja, trabalhado ininterruptamente desde 20 anos, ela conseguirá se aposentar sem a incidência do fator previdenciário. Não há idade mínima neste caso, mas a pontuação mínima deve ser alcançada pelo trabalhador, independentemente de sua idade no momento de se aposentar.

Regras da aposentadoria por idade

Os homens que completam 65 anos e as mulheres que completam 60 anos têm a opção de escolha por idade ou tempo de contribuição. Neste caso, o valor da aposentadoria equivalerá a 70% da média dos salários de contribuição acrescidos de 1% para cada ano trabalhado.

Sendo assim, se o trabalhador tiver 25 anos de contribuição, receberá 95% dos salários de contribuição — mesmo com 65 anos no caso de homens ou 60 para mulheres. Nesses casos e quase sempre antes de ter 35 anos de contribuição, é mais vantajosa a opção por idade, pois as perdas, se existirem, serão menores.

Uma desvantagem da aposentadoria por idade é que o trabalhador só poderá conseguir até 100% do salário de contribuição. Com a utilização do fator previdenciário, esses 100% podem ser extrapolados e ele pode ganhar mais do que 100%. Isso porque o fator leva em conta não somente a idade do aposentado, mas sua expectativa de vida e o tempo de contribuição. Também vale lembrar que o fator é utilizado apenas para as aposentadorias por tempo de contribuição.

Com tantas fórmulas e possibilidades de pedido de aposentadoria, é importante para o trabalhador que ele tenha mais opções. A previdência social ajuda o trabalhador, pois fornece a aposentadoria de acordo seu histórico profissional, mas deve ser considerada a perda real das aposentadorias nos últimos anos.

Para isso, escolhendo a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição, nunca descarte a possibilidade de um complemento destes valores com uma previdência privada. Isso garantirá uma tranquilidade maior e conforto para aproveitar seus anos de descanso.

E então, descobriu qual é a melhor opção de aposentadoria para você? Conte para nós aqui nos comentários!