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Conheça 5 erros que as pessoas pobres cometem com o dinheiro

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Cometer erros com o dinheiro faz parte da natureza humana. Até mesmo os mais bem-sucedidos empresários do mundo são falíveis e, vez ou outra, tomam decisões que não são as melhores, o que acaba prejudicando os seus negócios.

A diferença é que pessoas bem-sucedidas aprendem com seus erros e trabalham para evitar que eles aconteçam novamente. As outras, no entanto, continuam tomando atitudes que são prejudiciais e, por isso, não alcançam o sucesso.

Saiba mais

Por que a poupança não vale a pena?

A poupança já teve seu momento de ouro no passado e se consolidou na época da caderneta de poupança. Os tempos eram outros, o mercado financeiro brasileiro não estava tão maduro e não havia alternativas de investimentos. Neste passado não muito distante, a poupança ficou conhecida como o investimento mais seguro, descomplicado e isento de IR.

Os tempos mudaram, o mercado financeiro no Brasil cresceu e também se consolidou.  A ideia de manter o dinheiro na poupança nada mais é do que cultural. A segurança da poupança nada mais é que a garantia do FGC, atualmente garantia de diversos outros produtos de renda fixa, porém sempre nos lembramos da poupança. É algo que está enraizado em nosso cotidiano.

 

Mas a pergunta é: por que a poupança não vale a pena?

Atualmente com todas as turbulências econômicas, a taxa de juros e a inflação estão muito altas no Brasil. A taxa básica de juros está em torno de 14,25% e a inflação 10,48% ao ano. Ao mesmo tempo em que os índices estão elevados, a poupança rende 0.65% ao mês equivalente a 8% a.a., rendimento bastante baixo comparado a outros títulos de renda fixa.

Em nosso cenário atual, com a inflação e os juros altos o rendimento da poupança além de não ser atrativo, faz você perder dinheiro. Isso mesmo, perder dinheiro!  Deixando o seu dinheiro na poupança ele perdera o poder de compra, pois o rendimento não esta cobrindo mais a inflação.

 

Poder de compra do seu dinheiro:

Hoje tenho R$ 50.000,00 com a inflação de 10,48%%, Se eu não aplicar o meu dinheiro em lugar nenhum, em um ano algo que poderia ser comprado com esses 50.000.00 não pode mais ser comprado, o seu dinheiro agora “vale” apenas R$ 45.257,00.

Agora com esses R$50.000,00 aplicados na poupança, com a poupança rendendo 8%, também há perda de poder de compra. Pois o rendimento da poupança não é real, não supera a inflação. Considerando a taxa atual de 0,65% em um mês a poupança renderia R$ 4.042,00 totalizando R$ 54.042,00. Porém para que o poder de compra fosse mantido era necessário que o rendimento estivesse acima de R$ 5.248,00 totalizando R$ 55.248,00.

Ou seja, perdeu-se parte do seu poder de compra. Algo que você comprava há um ano com seus 50.000,00 não pode ser mais comprado, pois a poupança não superou a inflação!

 

Mas a poupança é tão segura…

Como falamos acima, historicamente criou-se uma cultura de que a poupança seria muito segura. A segurança dela vem do FGC: Fundo Garantidor de crédito, o qual garante que investimentos até R$ 250.000,00 sejam ressarcidos em caso de quebra do banco.

O FGC que garante a poupança também garante outros produtos da renda fixa. Ou seja, existem alternativas com a MESMA segurança da poupança, porém com rendimentos maiores que além de atualizar o poder de compra do seu dinheiro também dão um ganho real.

 

Legal! Mas a poupança é tão mais descomplicada, a minha aplicação é automática. Não tenho trabalho.

É verdade, muitos bancos permitem que a aplicação e o resgate da poupança sejam automáticos, o que facilita bastante a vida das pessoas que não tem tempo. Mas você já parou pra pensar por que o banco faz isso?

Quando deixamos o dinheiro na poupança ou num produto de banco, o que ele faz com seu dinheiro é reemprestar. Isso quer dizer que o banco pega o dinheiro de quem poupa e empresta para quem precisa de crédito. Neste caso, paga 0,65% a.m para você como remuneração pelo tempo (juros) e empresta para alguém que está deficitário cobrando 10% a.m, o Spread (ou a diferença entre os dois) fica com o banco, ou seja, ele capta o dinheiro a uma taxa baixíssima e cobra uma taxa altíssima.

Entendeu porque o banco facilita o processo para você? O banco não dá ponto sem nó!

Outro detalhe que muitas vezes esquecemos é que a poupança só rende quando a aplicação faz aniversario, ou seja, se a aplicação não completar um mês não há rendimento nenhum.

Tudo bem, já entendi que a poupança não vale a pena. O que eu posso fazer pra salvar meu dinheiro dessa furada?

Nos próximos informativos apresentaremos além de alternativas à poupança, outras coisas que você PRECISA saber pra investir seu dinheiro de uma forma mais sábia e ganhando mais!

Vemo-nos em breve!

Onde devo investir meu dinheiro para garantir minha aposentadoria?

Nos últimos anos, a aposentadoria pela previdência social perdeu valor em comparação com o ritmo de crescimento da inflação. Aquele trabalhador honesto que ralou durante anos acaba perdendo seu poder de compra e passando aperto quando depende apenas da aposentadoria do INSS.

Para não cair nessa, é melhor seguir os conselhos do Primo Rico aqui: invista seu dinheiro enquanto há tempo! Você deve estar aí se perguntando: “mas onde eu devo investir o meu dinheiro para garantir uma aposentadoria mais digna quando eu resolver parar de trabalhar?” Continue acompanhando meu post de hoje e conheça três boas alternativas de investimentos, além das vantagens e desvantagens de cada tipo. Vamos lá?

Imóveis

Para garantir uma grana extra após se aposentar, investir em imóveis é uma boa opção. Você pode colocar seus imóveis para alugar e viver com essa renda na velhice. É difícil fazer isso? Não muito, sabia?

Vamos aos detalhes: se você ainda é jovem, terá mais de 30 anos para pôr esse plano em prática. É tempo mais do que suficiente, certo? Se você construir, nos primeiros 10 anos de trabalho, uma pequena casa com recursos financiados, ao fim deste período ela já estará rendendo alugueis e você poderá quitá-la em menos de uma década.

A principal vantagem disso? Você poderá fazer isso mais umas duas ou três vezes ao longo de sua carreira e ficar com quatro ou até cinco casas para alugar e gerar renda na sua velhice. Isso é uma vantagem e tanto! Mas é claro que tudo tem os dois lados e também há desvantagens nessa opção de investimento.

Há pouca liquidez caso você queira vender o imóvel rápido, e talvez você nem consiga o dinheiro no tempo em que precisa se a necessidade financeira for emergencial. Para evitar esse problema, prepare-se para a aposentadoria guardando uma grana extra para emergências. Isso salvará seu patrimônio!

Títulos públicos

O Tesouro Direto é uma alternativa bem viável, pois é possível comprar títulos federais de dívida pública para 15, 20 ou até 45 anos. Você pode optar por títulos pré-fixados ou pós-fixados, de acordo com a sua necessidade e interesse.

Uma vantagem é que o Governo Federal é o seu credor e você terá um risco bem baixo de perder o dinheiro investido. Por outro lado, como suas economias estão disponíveis a todo tempo para resgate, você pode ficar tentado a gastar o dinheiro antes da hora, e é aí que mora o perigo!

Para conseguir virar o primo rico da sua família depois da aposentadoria tem que ter muita disciplina e paciência. Quando a mão coçar para sacar o dinheiro, resista!

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Previdência privada

A previdência privada é a modalidade mais buscada para garantir uma aposentadoria mais gordinha. Há duas modalidades dela, que são PGBL e VGBL. A primeira permite até 12% de economia no momento do investimento, quando você fizer sua declaração de imposto de renda pelo modelo completo. Já o VGBL não oferece dedução, mas o imposto de renda só é cobrado no momento do resgate, o que é uma mão na roda, pois faz com que os juros sejam completamente capitalizados.

Na hora de começar o seu plano de previdência privada, escolha muito bem a tabela que você vai usar. É a opção entre progressiva e regressiva que definirá a forma de tributação dos seus valores aportados. Essa escolha, se for feita de maneira equivocada, pode te obrigar a pagar mais imposto de renda que o necessário. Fique de olho!

Com relação aos resgates, é importantíssimo se programar, pois o governo incentiva esse investimento e oferece valores menores de imposto de renda para quem aposta na previdência privada. Lembre-se de que, para obter o máximo dos benefícios, é importante deixar os valores investidos por mais de 10 anos.

Se você for esperto como eu e souber se planejar de maneira certinha, vai pagar o mínimo de imposto de renda e terá uma velhice bem tranquila.

Ações

Esse tipo de investimento eu não indico para as pessoas muito conservadoras. Agora, se você quer garantir sua aposentadoria e tem um perfil mais agressivo, vale a pena conhecer o mercado de ações.

Analise com calma quais são as ações disponíveis e opte por aquelas que pagam dividendos todos os anos. Veja quais são as que possuem tendência de valorização e nem sempre siga a maioria dos investidores — ou gurus da economia — sem fazer uma análise. Aposte naquelas que tendem a se valorizar e considere o prazo em que você pretende ter o retorno.

Eu te aconselho a conhecer o mercado e a contar com a ajuda de um consultor especializado — e não o gerente do seu banco — para fazer as escolhas certas. É importante, ainda, saber como funciona a bolsa de valores. Pesquise bastante antes de agir!

LCAs e LCIs

Investir em LCAs e LCIs (Letras de Crédito do Agronegócio e Imobiliário) também pode ser uma boa opção se você quiser garantir a aposentadoria, sem a necessidade de pagar imposto de renda sobre os rendimentos.

A rentabilidade desse tipo de investimento costuma ser bem interessante, mas é importante levar em consideração se há taxa de administração e de quanto ela será. As letras de crédito são consideradas bastante seguras, pois valores de até R$250 mil por CPF têm a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e, caso o banco venha a “quebrar”, você não sai no prejuízo.

Mas atenção: Letras de Crédito do Agronegócio e Imobiliário não são encontradas com tanta facilidade em qualquer banco — por serem destinados para fins específicos. Mais uma vez cabe o velho conselho: peça ajuda a um consultor, caso queira optar por eles.

CDB para investir na aposentadoria

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma forma de emprestar dinheiro aos bancos e receber um percentual de rendimento no momento do resgate, com a vantagem de não existir taxa de administração. A maioria dos bancos conta com essa opção para investir, e os juros podem ser pré ou pós-fixados.

Os pós-fixados costumam proporcionar um retorno de investimento um pouco maior, mas podem ser bastante variáveis. Já os pré-fixados permitem saber quanto você receberá no momento do resgate. Há incidência de Imposto de Renda sobre o CDB, mas a tabela é decrescente. Sendo assim, quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, menores serão os descontos e maior a rentabilidade. Então, se a ideia é investir na sua aposentadoria, o rendimento poderá ser grande e o desconto bem baixo.

Agora que você já conhece algumas maneiras de investir para aposentadoria pode optar por uma delas ou fazer um mix de investimentos e curtir a melhor idade! Já descobriu qual é o melhor para você? Conte para mim aqui nos comentários! Se você ainda ficou com alguma dúvida, basta perguntar, ok?