Tesouro direto: saiba tudo sobre os títulos públicos

Muitos investidores mais conservadores ainda não confiam no Tesouro Direto. Mas, contrariando a opinião de muitas pessoas, ele é uma das aplicações mais seguras existentes no mercado. Basicamente é...

Muitos investidores mais conservadores ainda não confiam no Tesouro Direto.

Mas, contrariando a opinião de muitas pessoas, ele é uma das aplicações mais seguras existentes no mercado.

Basicamente é um programa de investimentos que foi criado pelo tesouro nacional, em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), que realiza a venda de títulos públicos para pessoas físicas.

O objetivo desses ativos é captar recursos para o financiamento da dívida pública, bem como servir como aporte financeiro para as atividades de saúde, segurança e educação promovidas pelo Governo Federal.

Nosso objetivo com este artigo é ir muito além do simples conceito desse tipo de investimento.

Vamos lhe apresentar um introdutório mais complexo, contendo informações valiosas sobre ele.

Bem como apresentar as formas de começar a investir no tesouro direto.

Confira!

Os títulos públicos do tesouro direto

Existem 5 títulos públicos do tesouro direto.

  • Tesouro Selic: antigamente chamada de LFT, que é um título de rentabilidade pós-fixada ideal para objetivos de curto e médio prazo, principalmente reserva de emergência.
  • Tesouro Pré-fixado (com juros semestrais): investimento com rentabilidade pré-fixada e resgate semestralmente. Ideal para investidores com objetivos de curto prazo.
  • Tesouro Pré-fixado: esse ativo tem rentabilidade pré-fixada, resgate no vencimento e serve para aqueles que têm objetivos de curto e médio prazo.
  • Tesouro IPCA (juros semestrais): títulos com rentabilidade pós-fixada (IPCA), com resgates semestrais e, assim como o tipo anterior, ideal para objetivos de médio e longo prazo.
  • Tesouro IPCA: muito parecida com a aplicação anterior, no entanto o resgate é realizado no vencimento, e não semestralmente.

Os títulos do tesouro direto e os objetivos dos investidores

Como você pode perceber, existem títulos públicos do tesouro direto que servem a objetivos diferentes.

O IPCA, por exemplo, é um ativo ideal para aqueles que desejam possuir uma aplicação de médio ou longo prazo.

Pode, por exemplo, servir como uma aposentadoria para o seu proprietário.

Os títulos como tesouro Selic são investimentos ideais para aqueles que têm objetivos voltados ao curto e médio prazo, servindo como uma reserva de recursos para emergências.

Para que um investimento seja vantajoso é necessário que você, inicialmente, avalie os seus objetivos e, somente depois, faça a aplicação.

Um investimento realizado em desarmonia com seus planos financeiros pode gerar uma série de problemas.

As principais vantagens dos títulos públicos do tesouro direto

Como mencionamos no início deste artigo, o tesouro direto, ao contrário do que muitos pensam, é um dos investimentos mais seguros que existem no Brasil.

Essa vantagem já seria suficiente para convencer você a considerar a possibilidade de adquirir um desses ativos.

No entanto, além desta podemos citar uma série de outros benefícios que os títulos do tesouro direto proporcionam aos seus portadores.

Outra característica marcante desse tipo de investimento é a acessibilidade. Existem aplicações em que você pode iniciar investindo apenas R$ 30.

Você pode diversificar os seus investimentos de acordo com seus objetivos.

Existe a possibilidade de obter outros tipos de rentabilidade como a pós-fixada, prefixadas ou indexadas a índice de preços do mercado.

Os títulos do tesouro direto proporcionam total controle sobre seu dinheiro.

Além disso você tem um investimento que garante tranquilidade, praticidade e, principalmente, segurança ao investir seu capital.

Eles têm sua rentabilidade garantida pelo Tesouro Nacional.

As taxas do tesouro direto

Existem duas taxas nas aplicações do tesouro direto, uma cobrada pela BMF&Bovespa, que é de 0,3% ao ano sobre o valor total do título.

Ela serve para pagar os custos com guarda do ativo, bem como despesas administrativas com informativos, acessos às plataformas e outras funções oferecidas.

Note que a taxa cobrada pela manutenção do título é muito baixa se comparamos com outros investimentos disponíveis no mercado que, geralmente, giram em torno de 1% ao ano.

A segunda taxa é aquela cobrada pela instituição financeira que, por sua vez, é variável de acordo com cada companhia.

O portal do tesouro direto disponibiliza neste link uma espécie de ranking contendo as instituições financeiras que fazem esse tipo de operação.

Bem como a taxa cobrada por cada uma delas.

Mas, atenção!

Não se apegue ao valor cobrado para escolher a instituição financeira.

Selecione a empresa que melhor se adapta ao seu perfil de investidor.

Entre em contato com ela e verifique os benefícios e facilidades oferecidas!

E, principalmente, a sua experiência no mercado.

A rentabilidade do tesouro direto

A rentabilidade dos títulos públicos do tesouro direto — considerando ser um investimento de baixo risco — é muito satisfatória aos olhos dos investidores mais experientes.

Para conhecer as taxas de rentabilidade desses ativos, acesse o portal do tesouro direto na internet e conheça os percentuais dos últimos períodos.

No mesmo portal você tem acesso a um simulador de investimento.

O passo a passo de como investir no tesouro direto

Agora que você entendeu que o tesouro direto é uma excelente opção de investimento para você que deseja ter uma aplicação com boa rentabilidade e baixo risco, vamos mostrar como começar a investir nesses títulos públicos.

Para tanto, apresentaremos algumas ações simples para você começar suas aplicações de forma descomplicada.

A primeira ação que você deve tomar é procurar uma instituição financeira que ofereça esse tipo de serviço e abrir uma conta-corrente.

Após ter selecionado a instituição, aberto a conta-corrente e de posse dos documentos pessoais exigidos (CPF, RG, etc.), você deverá entrar em contato com o banco escolhido e solicitar o seu cadastramento.

Feito isso, você receberá uma senha provisória da BMF&Bovespa para acessar a área restrita do tesouro direto.

É lá onde são realizadas as ações de compra e venda e gerenciamento dos seus ativos.

Após esse procedimento, é necessário trocar a senha provisória por uma escolhida por você!

Ela deve conter de 8 a 16 dígitos, sendo obrigatória a presença de números e letras.

Logo depois, você será um investidor habilitado a compra e vender os títulos públicos do tesouro nacional.

O último passo é selecionar a aplicação que deseja investir.

Para isso, você pode contar com o auxílio das informações que lhe entregamos neste artigo.

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