7 motivos para investir no tesouro direto

Investir não é uma aposta! Diferente de quem sonha em ficar rico da noite para o dia jogando na loteria, muita gente vê nas modalidades de aplicação uma forma...

Investir não é uma aposta! Diferente de quem sonha em ficar rico da noite para o dia jogando na loteria, muita gente vê nas modalidades de aplicação uma forma de rentabilizar o dinheiro.

Investir em títulos públicos está entre as alternativas mais seguras e conservadoras em relação a outras opções disponíveis no mercado. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2015, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, as vendas líquidas de títulos do governo somaram R$ 1,2 bilhão, um recorde desde a criação do programa em 2002.

Hoje, daremos boas razões para que a pessoa invista no Tesouro Direto, em vez de pensar em outras formas de investimento. Citaremos cerca de 5 motivos que demonstrem que este é um bom investimento.

Quais os motivos para investir no Tesouro Direto e começar ainda hoje no mercado de aplicações? Fique de olho!

1- Baixo risco de crédito

O Tesouro Direto é uma aplicação de renda fixa que possibilita ao investidor adquirir títulos do governo federal por um determinado período, utilizando taxas pré-fixadas ou pós-fixadas. No primeiro caso, já é estabelecida uma taxa — por exemplo, 13% ao ano — no segundo caso, são taxas variáveis — por exemplo, 6% ao ano + IPCA.

Investir em títulos públicos está entre as alternativas de menor risco de crédito, uma vez que a possibilidade do governo federal falir ou quebrar é bem reduzida. De forma geral, quem aplica empresta dinheiro para o ministério e, dentro das regras estabelecidas, é a própria presidência que se transforma em devedora. Grande parte dos ativos de um banco são aplicados em títulos públicos, o que certifica a importância deste tipo de investimento e o baixo risco de crédito.

2- Maior poder de liquidez

Diferente de outras modalidades de investimento, em que a recuperação do valor aplicado antes do vencimento pode ser reduzida ou apresentar prejuízo, no caso do Tesouro Direto, quem aplica tem facilidade para colocar as mãos no valor aplicado, caso não queira esperar o prazo de vencimento. Hoje, o investidor pode realizar o pedido de recompra num dia e, no seguinte, já ter acesso ao valor aplicado — ou seja, a liquidez é diária.

Com isso, a aplicação é utilizada como uma reserva de emergência, caso o investidor precise retirá-lo antes do tempo, pode fazê-lo sem grandes perdas. Vale destacar que, com baixa liquidez, o investidor pode transformar o valor mais rapidamente, antes mesmo do vencimento.

3- Custo inicial reduzido

Ao contrário dos fundos de investimento, que operam com custos elevados, no caso do Tesouro Direto os preços iniciais de aplicação são menores, uma vez que a gestão é efetuada pelo próprio investidor. Na hora da contratação, quem aplica precisa prestar atenção em duas importantes taxas, que variam de banco para banco:

  • Taxa de custódia: cobrada pela BM&FBovespa sobre o valor dos títulos, referentes às movimentações de saldos. A tarifa é cobrada semestralmente;
  • Taxa dos agentes de custódia: algumas instituições nem a cobram, contudo, é preciso pesquisar e analisar as tarifas oferecidas, que variam de acordo com a corretora ou banco utilizado.

4- Acesso facilitado

Em momentos de crise, muitos investidores ficam receosos quanto às opções de aplicação e sua rentabilidade. Mas aplicar no Tesouro Direto quebra este tabu.

A grande vantagem do Tesouro Direto é a facilidade de acesso. Comprar um título público nunca foi tão fácil e o investidor pode adquiri-lo a 1% do preço unitário, cujo valor mínimo de aplicação seja de R$ 30.

Com isso, é possível aplicar pouco e obter uma boa rentabilização, dependendo do período que o recurso se mantiver aplicado. Vale destacar que, quanto mais tempo ele ficar depositado, maiores são os ganhos. Via de regra, o Tesouro Direto é uma excelente opção para investidores que não possuem um grande capital disponível, principalmente em momentos de alta de juros.

5- Ótima rentabilidade

Os títulos do governo estão atrelados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cuja rentabilidade é bem maior que a poupança, que mal consegue superar a inflação. Além disso, as taxas pré-fixadas são influenciadas pela Selic, que superam outras tarifas aplicadas no mercado.

6- Possibilidade de diversificação

Aplicar todo o dinheiro numa única modalidade de investimento pode ser bem arriscado, principalmente quando for uma opção instável e de baixa liquidez. Investidores que desejam aplicar no Tesouro Direto podem encontrar um leque de opções, com uma grande variedade de vencimentos disponíveis. É possível escolher por:

  • Tesouro prefixado e com incidência de Juros Semestrais;
  • Aplicações pós-fixadas, conforme a Taxa Selic e relacionada à inflação, ou seja, ao Tesouro IPCA e ao com Juros Semestrais.

7- Se você não for isento do Imposto de Renda

Muitos investidores têm dúvidas quanto aplicações que sofrem tributação de Imposto de Renda. Para muitos, a rentabilidade dessas aplicações será menor do que aquelas que não incidem impostos, considerando que o governo ficaria com uma parcela dos seus rendimentos.

Mas a verdade é que não é bem assim! Muitas escolhas são realizadas apenas levando em conta a isenção do IR, sem qualquer outro tipo de análise.

Deve-se sempre levar em consideração que a rentabilidade líquida é aquela que já está livre de impostos e taxas. Via de regra, a tributação dos investimentos de renda fixa é aquela que, quanto mais o investidor deixa seu dinheiro aplicado, menor é a alíquota a ser aplicada.

Incidência do Imposto de Renda

O Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos e nunca sobre o valor total da aplicação. Além disso, ele é pago apenas no momento do resgate e obedece as regras de:

  • 22,5% sobre rendimentos para aplicação de até 180 dias;
  • 20% para aplicações entre 181 dias e 360 dias;
  • 17,5% sobre rendimentos para aplicações com prazo de 361 até 720 dias;
  • 15% para aplicações com prazo maior que 720 dias.

A escolha de uma linha de investimento deve vir de encontro ao perfil de quem aplica e suas características desejadas, atentando-se para uma boa rentabilidade, que lhe dê vantagens. O que achou do post de hoje?

Que tal compartilhar sua opinião? Restou alguma dúvida ou gostaria de dar uma sugestão? Deixe o seu comentário, esperamos por você!

Deixe aqui o seu comentário

comentários

Categories
Tesouro Direto

Relacionados