Juros altos: fuja da poupança e invista na renda fixa

Você cresceu acreditando que a poupança era a forma mais segura e fácil de poupar seus trocadinhos, ganhos mensalmente em reconhecimento às boas notas no colégio. Pois bem, hora...
Juros Altos

Você cresceu acreditando que a poupança era a forma mais segura e fácil de poupar seus trocadinhos, ganhos mensalmente em reconhecimento às boas notas no colégio. Pois bem, hora de acordar para a vida adulta e saber que existem outras forma de investimento que são tão seguras quanto a poupança, e que garantem rendimentos maiores.

Como os juros altos direcionam os investidores para a renda fixa? Descubra no nosso artigo!

É momento de ser conservador?

Os economistas e consultores de plantão avisam: é hora de ser conservador em seus investimentos, pois a alta de juros, alta taxa de desemprego e altos índices de inflação definem que o comportamento do investidor deve ser cauteloso. Mas isso não quer dizer que todos devem correr e colocar todos os investimentos em uma cesta só, a poupança.

Por quê?

Como alternativa para a poupança, consultores financeiros indicam as aplicações em renda fixa, que são reajustadas de acordo com a taxa Selic, que por sua vez, cresce com os juros altos.  O rendimento da poupança, atualmente, é menor do que qualquer renda fixa, que vem provando ser um investimento de boa rentabilidade e segurança.

Como funciona o mercado de renda fixa?

Os títulos de renda fixa pagam, em um período definido, uma certa remuneração para quem os adquiriu. Esta aplicação pode ser interessante para quem tem o dinheiro na mão e deseja planejar alguma compra para além de um mês.

Digamos que você quer bancar uma viagem maneira para toda a família no próximo verão. Ou que deseja trocar de carro no final do ano. Planeje e veja qual plano de renda fixa cabe no seu sonho.

Quais os tipos de renda fixa?

Existem dois tipos de renda fixa: o pré fixado e o pós fixado. No pré fixado, o contrato já é fechado sabendo qual a porcentagem de rendimento e depois de quanto tempo você terá este rendimento.

Por exemplo, um CDB (um tipo de renda fixa) de 30 dias, com uma taxa de 18%. Ao final dos 30 dias, você receberá o valor investido, com mais 18% de rendimento.

Já o caso do pós fixado, você só sabe quanto receberá ao final da aplicação. Isso acontece porque seu rendimento varia com os índices inflacionários e alta dos juros. Em tempos de juros super altos, o pós fixado se torna uma alternativa interessante.

O que é a previdência privada?

Uma aplicação de renda fixa interessante para quem está planejando a vida pós aposentadoria é a previdência privada. É possível programar com seu banco um depósito automático mensal, para que este dinheiro não seja gasto com outras coisas antes que você esqueça da sua aplicação. Aqui no Brasil, os bancos oferecem dois tipos de Previdência Privada, o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

Quais são as diferenças entre eles?

O PGBL é mais indicado para os investidores de renda mais alta, pois a tributação é  feita no momento do saque, sobre o valor que estava disponível. Já o VGBL é mais indicado para quem tem uma renda mais baixa e declaram o imposto de renda anualmente na versão simplificada ou nem declaram.

Neste modelo, a tributação ocorre sobre o rendimento recebido sobre o valor depositado. Seu gerente do banco ou um consultor financeiro pode ajudar a escolher quais aplicações em renda fixa você deve aplicar e quanto deve destinar a cada aplicação. Já é possível também ler muito material sobre o tema na internet, ou mesmo no seu e-mail.

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