Aprenda a como se proteger da inflação

Acredito que você já tenha parado para pensar alguma vez no seguinte: “meu salário é muito baixo”. Talvez você não tenha pensado também que ao invés de você receber...

Acredito que você já tenha parado para pensar alguma vez no seguinte: “meu salário é muito baixo”. Talvez você não tenha pensado também que ao invés de você receber pouco, na verdade você gasta muito com a inflação.

E isso não quer dizer que você é consumista e torra seu dinheiro inteiro com besteiras. Na verdade, até mesmo as coisas mais básicas para nossas necessidades estão encarecendo cada vez mais e nosso pagamento não acompanha na mesma proporção esse aumento de preço.

Você já conhece a culpada nessa história toda, responsável por esse desequilíbrio. Portanto, conversaremos sobre ela hoje: vamos aprender a nos proteger da inflação.

 

Definição de inflação

A definição de inflação é bem simples: é o aumento, generalizado, dos preços de todos os produtos e serviços que são comercializados no país e de forma contínua.

Isso quer dizer que constantemente, o preço de tudo que consumimos sofre uma alteração e fica mais caro.

Só que tem como amenizar essa alteração constante com uma politica econômica mais eficiente.

Conseguimos verificar essa alteração quando a inflação fica igual a Zero, obtendo uma estabilidade nos preços.

Como nosso mercado é regido pela lei de Oferta e Demanda, logo teremos uma inflação para cada tipo:

  • Inflação de Demanda: é quando temos um excesso de consumidores demandando um produto ou serviço, porém não há produção o suficiente dele. Por exemplo: uma busca muito grande por morangos fora da época em que eles costumam a frutificar; os produtores que conseguem fornecer morangos fora da época irão aumentar o preço do seu produto, pois sabem que não terão uma concorrência forte, obtendo lucros maiores.
  • Inflação de Custo: é relacionado justamente com quem está ofertando, pois os custos da fabricação ou disponibilização do seu serviço aumentaram e, consequentemente, esse valor de aumento é repassado ao consumidor que adquirir esse bem. Por exemplo: se tronou mais difícil de extrair petróleo do oceano; isso exigiu um custo maior da petroleira; esse aumento do custo é repassado para os consumidores desse petróleo, como postos de gasolina e aumenta seu preço final, prejudicando o consumidor desse combustível.

 

Perdendo valor

Até ai, sabemos que quanto maior a inflação, mais a população é prejudicada.

O único ‘porém’ nisso é que existe uma possibilidade de cobrirmos a inflação e ainda por cima lucrar com ela, mas poucos sabem e alguns até tem ciência dessa informação, mas acaba optando por aceitar esse prejuízo e deixar uma quantia considerável, guardado em uma poupança.

Esse é um erro fatal, por exemplo. A poupança fornece um rendimento baixíssimo. Uma pequena porcentagem em relação à taxa de inflação que altera constantemente.

Isso quer dizer que deixar um dinheiro parado na poupança, acreditando que está ‘investindo’ pode resultar em um trágico prejuízo em longo prazo.

A intensão desse blog é justamente o contrário: fazer você lucrar e ganhar cada vez mais dinheiro, fazendo as escolhas certas!

 

Como reduzir os efeitos da inflação?

“Mas Primo, como faço as escolhas certas? Devo começar a vender petróleo também?”, isso não é necessário. Mas por que não investir nele?

 

Dica do Primo Rico: se você está começando a investir agora, mas ainda tem algumas dúvidas, é só clicar na imagem aqui embaixo. A gente separou um material bem legal para você começar a enriquecer e sem medo 😉

E-book Investimento para iniciantes

 

Investimentos não existem atoa. A maioria dos investimentos, até mesmo os mais simples, é capaz de igualar a taxa de inflação que é imposta de forma generalizada.

Ou até mesmo superar essa taxa, de forma bem segura e fácil.

Dizendo essas coisas, parece uma utopia não é mesmo? Mas é verdade!

Suponhamos que você tem um valor de R$ 500 Mil sobrando e você deseja guardar esse valor para seu filho fazer uma ótima faculdade no exterior.

Mas até ele entrar na faculdade, esse valor ficará parado por uns 10 anos, no mínimo.

Durante esse tempo – pensando que a taxa de inflação tende sempre a crescer – onde você deixará esse dinheiro?

Logo eu vou dar algumas dicas de onde deixar o valor, mas pode ter certeza que não será em uma poupança.

 

Inflação não combina com poupança!

“Já que a poupança não é vantajosa, por que ela é a que mais ouvimos falar?”. Essa é fácil. Contas poupanças são vinculadas a Bancos.

Bancos são maquinas de vender produtos e serviços bancários, visando o próprio lucro. E com a poupança não é diferente.

Você pode até pensar que ‘poupança é de graça’ e por isso, se sente mais seguro investindo nela.

Mas a poupança é um dos meios que bancos utilizam para captar dinheiro e emprestar para cliente que precisa de Crédito Imobiliário. Uma pequena parte do lucro desse empréstimo retorna para o real dono desse dinheiro: o cliente titular da conta poupança.

Entretanto, o que retorna é uma parte realmente muito pequena e totalmente desvantajosa para quem tem o intuito de investir.

A diferença entre o que o banco pega emprestado da poupança e o quanto ele devolve para o cliente titular do dinheiro se chama Spread.

A poupança é adequada apenas para acumular um valor que deve ser poupado durante um curto período de tempo e assim que estiver acumulado, deve ser investido da maneira correta, visando os benefícios do próprio investidor.

Caso você permaneça na poupança, você receberá rendimentos que não superam a taxa de inflação e você perderá dinheiro.

 

Alternativas para se proteger da inflação

Você pode – e deve – buscar investimento que são indexados a uma taxa de inflação.

“Uma taxa de inflação? Existe mais de uma?”, sim. Existe mais de uma. Mas não entre em pânico! Vou explicar isso direitinho também.

As taxas de inflação são medidas por entidades diferentes, para setores diferentes. As entidades mais comuns são IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), FGV (Faculdade Getúlio Vargas) e Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Essas entidades, juntas, criam os índices econômicos mais utilizados no Brasil:

  • IGP (Índice Geral de Preços – FGV);
  • IPA (Índice de Preços no Atacado – FGV);
  • INCC (Índice Nacional do Custo da Construção – FGV);
  • INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – IBGE);
  • IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IBGE);
  • IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fipe).

Dessa forma, procure investir inicialmente em formas de investimentos seguros e com rentabilidade que seja próximo ou ultrapasse a taxa de inflação. Não será nada difícil de achar e você com certeza verá que os resultados são muito melhores do que o imaginado.

 

Veja também: separamos um artigo sobre os 3 investimentos que são mais apropriados para suas necessidades e que podem substituir a poupança.

 

Além disso, comece a planejar sua previdência privada para garantir o seu futuro com segurança, tranquilidade e comodidade.

 

Não esquece de comentar ou tirar suas dúvidas aqui embaixo. Qualquer coisa, é só chamar.

Deixe aqui o seu comentário

comentários

Categories
O Caminho

Relacionados