Como a crise política influencia seus investimentos

Estarei, nos próximos dias, dando mais informações sobre o meu projeto que irá te dar uma série de ferramentas (das quais eu mesmo utilizo) para você economizar e investir...

Estarei, nos próximos dias, dando mais informações sobre o meu projeto que irá te dar uma série de ferramentas (das quais eu mesmo utilizo) para você economizar e investir mais. Para ficar por dentro de todas as informações e novidades, basta clicar aqui.

O cenário político do Brasil está dando de dez a zero nas séries mais badaladas do momento! A cada dia, uma nova revelação é capaz de estremecer toda a estrutura política do país, jogando o futuro em um terreno de instabilidade.

Com a crise política acentuada, há pouca previsibilidade em vista, fazendo a economia flutuar nesse mar de incertezas. E é nessa onda de pessimismo que muita gente embarca, preocupados com o rendimento das aplicações.

Antes de sair por aí tentando juntar as peças do quebra-cabeça da crise política, calma lá. Respire fundo, que vou explicar para você investidor, qual é o impacto de toda essa situação nas suas finanças.

De mãos dadas com a prudência, saiba como não deixar o barco afundar e manter seus investimentos seguros mesmo com as turbulências do congresso em chamas. Acompanhe minhas dicas e não perca um capítulo sequer dessa aventura pelo mundo econômico!

Caótico sim, mas nem tanto!

Embora muita gente sinta insegurança, o sistema financeiro federal é ainda um dos mais sólidos que temos. Um calote só aconteceria em uma situação extremamente precária e uma crise política insolúvel. Por mais que o cenário seja aparentemente caótico, os grandes bancos brasileiros ainda possuem certa estabilidade.

A moeda brasileira, embora um pouco desvalorizada, precisaria cair muito para colocar o país próximo da falência. Isso significaria uma situação de calamidade pública, com o país à beira de uma guerra civil. Felizmente, estamos bem longe desse ponto!

A crise política e os títulos de investimento

Diferente do que era esperado, não rolaram as aprovações das reformas propostas pelo governo. O que muda com isso? Em primeiro lugar, o mercado respondeu elevando a taxa de juros. Nesse caso, a alta é boa porque favorece principalmente o Tesouro Direto, que é vendido por meio dos títulos públicos.

Os títulos prefixados, no entanto, não têm previsibilidade quanto à taxa de juros. Por isso, o mais prudente é evitar esse tipo de aplicação, já que não sabemos como será a inflação nos próximos meses.

Caso haja um aumento na inflação, a rentabilidade líquida será reduzida. A indicação nesse caso é optar pelo Tesouro IPCA ou Tesouro Selic (para investimentos de prazo curto), para proteger o seu dinheiro.

Mas espere aí: essas dicas atentem a todos os perfis investidores?

Para você que tem um perfil mais tradicional, o meu conselho é investir em aplicações de renda fixa, como os Fundos DI e CDB. O primeiro é ideal para investir até seis salários mínimos, sendo um chão seguro para qualquer imprevisto que aconteça, como o caso de doença ou desemprego.

Já o CDB (Certificado de Depósito Bancário) é melhor para quem possui mais que seis salários e investiu essa quantia em uma aplicação como o Fundo DI. Os bancos médios costumam oferecer uma rentabilidade melhor, por isso fuja dos gigantes se quiser ter mais rendimento.

Ainda para os tradicionais, o Tesouro Selic é uma boa opção pra quem vai receber das contas inativas ou FGTS, até esperar as situações tomarem um rumo mais certo.

E para os investidores moderados, mais experientes?

Nesses casos, o Tesouro Direto é um pouco mais complexo e indicado para aqueles que procuram uma aplicação de longo prazo. Caso a pessoa resgate o dinheiro antes, pode até perder dinheiro.

Em alguns casos, a rentabilidade do Tesouro Direto é equiparada à do CDBs dos bancos médios, por isso não dispense uma boa consulta. O maior impacto dos títulos longos do Tesouro ocorre somente de três em três meses, com as reuniões periódicas do COPOM.

Caso o risco econômico do país aumente, o COPOM pode frear a queda dos juros e favorecer a rentabilidade das aplicações do Tesouro Direto.

Para quem quer vender ou comprar títulos do Tesouro, pode assustar se as negociações ficarem suspensas temporariamente. É bom saber que essa medida acontece para proteger o investidor de negociar com preços muito fora do mercado, influenciados pela instabilidade externa.

Como antigamente os clientes tinham que acompanhar quase diariamente os investimentos do Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA, muitos ficam na dúvida se devem investir. Porém a rentabilidade líquida calculada é baseada nos preços de vendas do título, e só valem realmente para quem quer vender antes dos vencimentos.

Se pretende vender somente nos vencimentos, então não é preciso se preocupar com a rentabilidade antes da data do resgate.

E como a crise política pode afetar os mais ousados?

Com o mercado agitado reverberando o clima do Congresso Brasileiro, a Bolsa de Valores também pode ficar enlouquecida. Este ano, chegaram até a suspender temporariamente as negociações, fato raro entre os acionistas!

Para quem não tem familiaridade com as ações, o indicado é passar longe desse tipo de investimento pois pode ser roubada na certa! Nestes tempos, os investidores mais emocionais podem perder muito dinheiro, lidando com um mercado amplo em possibilidades.

As cotações costumam sofrer efetivamente de acordo com os acontecimentos decorrentes da crise política. A mídia colabora com o sentimento de instabilidade, levando ao público análises e opiniões que nem sempre trazem uma visão profunda e de longo prazo da situação.

Nos momentos de crise política, o mais importante é manter a cabeça fria. Por mais que seja uma situação preocupante, ela é temporária. Evite tomar decisões irreversíveis e de grande peso, pois o estresse pode influenciar. Ações na bolsa, nesse caso, só se for em longo prazo.

Evitar os papéis que possuem associação direta com o poder público também é altamente aconselhável.

E como ficam o dólar e os bens duráveis?

Para quem precisa adquirir dólares nesta época, o ideal é dividir a compra em lotes semanais. Comprando um pouco a cada semana, o cliente obtém uma cotação média e não perde muito dinheiro.

Tem que analisar muito bem o investimento em patrimônio, sendo recomendado para aqueles que estão livres de dívidas. A compra vale a pena quando não for comprometer as reservas. Com a crise política, é possível que as taxas de juros caiam e beneficiem os financiamentos.

Procure assim por boas ofertas, que podem render descontos generosos no valor final do imóvel. Como o mercado continua fraco para vendas, quem está precisando comprar ainda está em vantagem. Por isso também não deixe de negociar o preço!

Já para aqueles que precisam vender, é indicado aguardar no mínimo 24 meses para a especulação equilibrar.

Fique de olho nas reservas!

Em todos os casos, não deixe de resguardar a reserva de emergência. Com a crise política, as variações do mercado de trabalho podem trazer desemprego e alta taxa de juros, fazendo com que nem tudo saia conforme o planejado.

O mínimo de segurança deve ser seis salários mínimos investidos, para não passar apertado com qualquer eventualidade.

Seguindo essas dicas você estará no caminho certo para ser o Primo Rico da família! Não deixe de acompanhar as novidades diárias da crise política e as dicas para seus investimentos. Acompanhe a página do Primo Rico no Facebook e tenha sucesso no mundo das finanças!

Em breve eu vou lançar um projeto que venho trabalhando há meses, um projeto do qual destinei todo o meu esforço. É um projeto para transformar a sua vida e a vida de todos a sua volta, mudando sua vida pessoal e principalmente financeira. Para saber QUANDO esse projeto vai sair do papel, e QUAIS ferramentas ele vai te fornecer, CLIQUE AQUI e deixe seu contato para receber mais informações em primeira mão!

Deixe aqui o seu comentário

comentários

Categories
Investimentos

Relacionados