“Onde Ele Investe?” com André Bona do Blog de Valor

Caros primos e primas, participando de mais um “Onde Ele Investe?”, temos conosco hoje André Bona. Autor do Blog de Valor e do canal no YouTube André Bona. Um...
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Caros primos e primas, participando de mais um “Onde Ele Investe?”, temos conosco hoje André Bona. Autor do Blog de Valor e do canal no YouTube André Bona. Um grande amigo meu, parceiro na estrada da educação financeira com dicas de finanças pessoais e investimentos em geral.

Portanto, visite o site dele, siga o canal, curte lá os vídeos, compartilha e conheça tudo de investimentos com esse grande sucesso. Agora, vamos ter uma ideia de onde esse grande sucesso investe seu precioso dinheiro. Vamos nessa!

 

 

André Bona investe: para Curto Prazo

A estratégia de investimentos do André Bona não é complexa. Ela é simples! Porém, é bem diversificada. Olha só.

Ele divide seus investimentos de curto prazo em dois: Fundos DI e Fundos de Renda Fixa. E a intensão disso é bem o que eu esperava. Ele monta uma reserva de emergência de 6 meses, baseado nos custos familiar de 1 mês.

Ou seja, ele calcula o custo de suas despesas no período de 1 mês e multiplica por 6. Dessa forma ele deixa uma reserva guardada para qualquer semestre difícil que ele possa passar.

Isso é ótimo, pois permite você se organizar melhor e se dedicar ao que mais precisar no momento que desejar. Tanto em termos de profissão, quanto em termos pessoais.

E apenas explicando porque o André Bona divide em Fundos de Renda Fixa e Fundos DI. Caso ele precise de algo emergencialmente, é bem difícil ele precise de ambos os Fundos e ao mesmo momento. Assim ele pode deixar um Fundo com uma liquidez um pouco menor, mas com maior rentabilidade e outro Fundo com maior liquidez e bons rendimentos.

 

André Bona investe: para Médio Prazo

Além dessas duas partes da carteira para Curto Prazo, André Bona deixa alguns investimentos separados. Essa estratégia é para o caso de surgir algum plano futuro, como uma viagem de férias ou algo assim.

A parte que não é utilizada para o curto prazo, é destinada para aplicações mais longas, porém não tão longas assim. No Médio Prazo então ele prefixa os investimentos entre 1 a 4 anos.

 

André Bona investe: para Longo Prazo

No Longo Prazo, André Bona inclui aplicações. Ele procura ativos privados sem liquidez (CDB, LCI, LCA etc). Além disso, é a partir desse ponto que ele adquire os Títulos de Tesouro Direto com vencimentos em 2024 e 2035.

Uma coisa bem legal que ele cita também é que uma carteira de Curto Prazo deve possuir apenas produto de Curto Prazo. Mas a carteira de Médio Prazo deve suprir o Curto e Médio Prazo. Já o Longo Prazo deve suprir os três: Curto, Médio e Longo Prazo. Isso vai possibilitar que a carteira tenha liquidez de D+0 até o D+”infinito”.

Ainda falando de Longo Prazos, André Bona não gosta de investimentos com IPCA para prazos inferiores a 5 anos. Ele acredita que conseguimos prever o que vai acontecer para os próximos 3-5 anos. Porém, para prazos mais longos, não é tão simples.

 

Comentários Bônus

 

Investimentos x Trabalho

André Bona acredita que, como qualquer profissional de outra área, até um profissional de investimentos deveria ter uma carteira de investimentos simples. Isso porque nosso tempo é valioso e precisa ser focado no trabalho, que gera mais receita do que os investimentos em si.

 

Renda Variável

Ele também investe em Renda Variável, porém de forma exclusivamente Fundamentalista. Ele investe em ações de forma concentrada. Mas ele também deixa claro isso é não é um parâmetro ideal para todos os tipos de investidores.

A estratégia de investimentos “não possui uma receita”. Quem definirá o que é melhor para você, será somente você mesmo, estudando e conhecendo o mercado financeiro. Por exemplo, ele gosta do PIBB porque acha que o IBR-X tem maior qualidade do que o IBOVESPA.

 

Conferência da Carteira

Ele não gosta de ficar movimentando a carteira dele toda hora. Na verdade, ele gerencia seu patrimônio de forma simples e não usa o Excel nem outras ferramentas comuns nesse meio.

Ele já sabe o que acontecerá com os produtos dos seus investimentos, por exemplo: um CDB de 103% do CDI. Essa rentabilidade não vai mudar. Ele vai sempre render isso! Então não tem por que monitorar constantemente. Em resumo, a carteira precisa ser simples e fácil de gerenciar.

Outra coisa legal é que uma parte da carteira dele também não é investida em ativos financeiros. Ele separa parte de seu patrimônio em empreendimentos e negócios a parte.

 

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