Categoria: Finanças Pessoais

Os 3 Comportamentos de quem atinge a independência financeira PRECOCEMENTE!

viver_de_renda

 

Independência financeira, se não é o nosso maior objetivo, pelo menos é um dos maiores objetivos que temos em vida.

 Para receber as novidades ditas no vídeo, basta clicar aqui.

Até porque, ao atingirmos essa liberdade financeira, a nossa vida muda. E não é só porque agora vamos ter muito dinheiro na conta pra usar, mas também porque, com a liberdade financeira, muitas noções mudam na nossa vida.

Eu, por exemplo, quando atingi minha liberdade financeira eu passei a ter como opção simplesmente parar de trabalhar OU focar no trabalho naquilo que eu amo fazer, que é o motivo de vocês estarem me vendo aqui hoje.

Saiba mais

Conheça 5 erros que as pessoas pobres cometem com o dinheiro

conselhos-pessoas-pobres

Cometer erros com o dinheiro faz parte da natureza humana. Até mesmo os mais bem-sucedidos empresários do mundo são falíveis e, vez ou outra, tomam decisões que não são as melhores, o que acaba prejudicando os seus negócios.

A diferença é que pessoas bem-sucedidas aprendem com seus erros e trabalham para evitar que eles aconteçam novamente. As outras, no entanto, continuam tomando atitudes que são prejudiciais e, por isso, não alcançam o sucesso.

Saiba mais

Planejamento sucessório: o que é e como fazer

planejamento-sucessório-herança

Falar de morte não é algo que gostamos de fazer, certo? Mesmo assim, é algo inevitável. E existem algumas questões que devem ser tratadas antes que ela aconteça, como o planejamento sucessório de bens para os membros da família, pessoas queridas ou até empresas.

Processos de inventários podem ser complicados, longos e caros para as pessoas envolvidas. Por isso, mesmo se você possui poucos patrimônios e uma família pequena, é importante fazer o seu planejamento sucessório.

Sem contar que, enquanto o processo é avaliado, algumas pessoas podem, simplesmente, ficar desamparadas. Algo facilmente evitado com um bom planejamento para a partilha de bens. Pensando nisso, neste post veremos as principais informações sobre planejamento sucessório. Confira:

O que é planejamento sucessório?

O planejamento sucessório é o ato de registrar, de forma legal, como será feita a transferência dos seus bens após a sua morte.

Existem diferentes formas de fazê-lo, mas o indicado é que qualquer pessoa, por menor que seja o seu patrimônio, realize o processo a fim de evitar problemas e confusão na hora da partilha entre os seus entes.

Legislação Brasileira

Segundo a legislação brasileira, os direitos sucessórios são divididos em duas partes, a herança legítima e a quota disponível.

A primeira é referente a 50% do valor de todo o patrimônio de uma pessoa, destinados a seus herdeiros necessários, ou seja:

  • seus descendentes (filhos);
  • ascendentes (pais), quando não há filhos;
  • e o cônjuge, em caso de casamentos em regime de comunhão parcial e da separação eletiva de bens.

Já a quota disponível representa os outros 50% do patrimônio do falecido, que pode ser disposta conforme a sua vontade, sendo destinada como ele bem entender. Essa quota pode ser destinada a pessoas, entes queridos, entidades de caridade ou mesmo animais.

Por que é importante fazê-lo?

Além de garantir que os seus bens sejam transferidos para as pessoas e entidades do seu desejo, você também evita que essas pessoas tenham que passar por um processo longo e custoso. Afinal, sabemos que disputas familiares podem criar problemas entre seus membros, além dos custos enormes.

Outra razão para fazer o seu planejamento sucessório é que essa é uma forma de evitar o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), colocado sobre patrimônios doados em caso de morte.

Atualmente, a alíquota varia conforme o estado aplicado. Mas há um Projeto de Emenda Constitucional sendo discutido que pretende elevar o teto desse valor para 27,5% — ou seja, mais de 1/4 do valor do patrimônio será destinado ao Estado.

E vale frisar que, para evitar o ITCMD, é necessário fazer o planejamento por meio de um plano de previdência privada, na categoria VGBL, ou doações ainda em vida, dentro de um limite estipulado pelo estado de residência. As demais formas de planejamento sucessório recebem a aplicação do imposto.

Quais são as formas de fazer um planejamento sucessório?

1. Testamento

O instrumento mais comum para fazer o planejamento sucessório é o testamento. Nele, o testador pode distribuir os seus bens e beneficiar quem desejar, da forma que achar mais justa ou interessante.

Para entender melhor como ele funciona, suponha que um homem possui 4 imóveis como patrimônio, sendo casado em comunhão parcial de bens e tendo uma filha, a quem quer favorecer ao morrer.

Usando o testamento, ele pode destinar 50% de seus bens a ela, usando sua quota livre. Assim, ela terá direito a 3 imóveis: 2 pela quota livre e 1 pela herança legítima. Já sem a presença de um testamento, a filha receberia apenas 2 imóveis, uma vez que teria os mesmos direitos que a esposa.

O testamento pode ser feito de forma pública, indo a um cartório acompanhado de duas testemunhas, ou privada, por meio de um advogado particular.

2. Holding familiar

Outra forma de fazer o seu planejamento sucessório se dá por meio de uma holding familiar. Ela funciona como uma empresa que detém todos os patrimônios dos membros de um grupo, normalmente uma família.

Essa criação da holding assegura a transferência de bens entre os sócios de forma estabelecida em contrato. E ainda é uma forma de reduzir impostos e tributações sobre o patrimônio após o falecimento de uma pessoa.

Doações em vida

Também é possível realizar doações em vida como uma forma de planejamento sucessório. Essa é mais uma das opções que evitam a cobrança do imposto ITCMD, que citamos acima.

Nesse caso, você pode fazer doações para seus futuros herdeiros usando uma quota máxima anual definida pelo estado, sem custos. A melhor forma de fazer isso sem perder, de fato, o patrimônio é doar com reserva de usufruto.

Assim, mesmo que você não seja mais o proprietário, ainda deterá o direito de usufruir do local como quiser, podendo alugá-lo até a sua morte. Enquanto você estiver vivo, o novo proprietário não detém direitos sobre o imóvel, não podendo usá-lo ou vendê-lo sem a sua autorização.

Como exemplo, imagine que uma viúva, mãe de dois filhos, quer garantir que, após o seu falecimento, eles não passem por um processo longo e oneroso de inventário e abertura de testamento, nem precisem pagar pelos impostos dessa transação.

Em vida, ela pode fazer a doação de parte dos seus bens, como imóveis e itens valiosos, para cada uma dos filhos, em regime de usufruto. Assim, ela garante que, após a sua morte, os seus filhos estarão em segurança, e com os bens que ela os destinou.

Previdência privada

Por fim, outra forma de garantir a posse segura dos seus bens sem longos processos é contratar uma previdência privada, em plano tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), em que os herdeiros recebem automaticamente os bens colocados no investimento.

Vale lembrar que, na maioria dos casos, essa transferência é feita sem a cobrança do imposto ITCDM. Entretanto, alguns estados estão tentando mudar a obrigatoriedade da taxa nos casos da previdência privada, a fim de coletar o imposto.

E aí, gostou de saber essas informações sobre a importância e as formas de fazer o seu planejamento sucessório? Sobrou alguma dúvida? Deixe o seu comentário! Quero saber a sua opinião.

Planejamento financeiro familiar: 5 erros fatais para evitar!

planejamento-financeiro-familiar

O planejamento financeiro familiar é fundamental para que todas as despesas da casa sejam pagas sem sustos ou aperto. A tarefa não é fácil, mas a organização deve estar à frente dos impulsos, mantendo tudo sob ordem.

Cada membro da família tem suas necessidades, desejos e responsabilidades. Conseguir equilibrar isso tudo é fundamental para ter finanças sólidas. Que tal vermos um conteúdo sobre deslizes fatais em relação ao dinheiro?

O post a seguir mostrará 5 erros que podem causar desequilíbrio nas finanças familiares. Saiba quais são e como eles podem prejudicar.

1. Parcelar compras excessivamente

A possibilidade de parcelar as compras é muito atrativa, não é mesmo? Entretanto, há riscos reais ao adotar essa prática como um hábito. O primeiro grande problema são os juros, que podem existir em algumas compras.

As taxas são incluídas em cada uma das mensalidades. O problema é que ao colocar na ponta do lápis, é possível perceber que os juros aumentam muito o valor final. Em alguns casos você acaba pagando muito mais caro e conclui que teria sido melhor juntar dinheiro e ter pago à vista!

Saiba que bola de neve pode arruinar o planejamento financeiro familiar

Outro grande perigo é a falta de controle. Como as parcelas são relativamente pequenas, há cada vez mais o hábito de realizar esse tipo de compra. O resultado? Altos valores destinados mensalmente só para pagar parcelas. É nesse momento que você percebe que exagerou.

Lembre-se sempre de que é muito melhor pagar de uma só vez. Se não cabe no bolso agora, espere um pouco mais, junte o dinheiro e evite parcelar. Essa dica é uma das mais importantes para não gastar todo o orçamento familiar em dívidas de cartão ou carnês.

2. Gastar sem ter definido um orçamento mensal

O dia do salário chega, o dinheiro cai em conta e você sai gastando? Está errado! Se não houver um planejamento essa história pode acabar mal. É muito importante definir um orçamento para os gastos mensais baseado nas despesas fixas da família.

O primeiro a se fazer é separar quais são os gastos “fixos”, como conta de energia, luz, água, gás, aluguel, financiamento, escola dos filhos etc. Despesas desse tipo estão ali todo mês e você já tem noção de quanto vai gastar com cada uma. Coloque no papel e veja qual é o seu orçamento restante para passar o mês.

Defina orçamentos específicos

Com esse valor você pode separar uma quantia para investimentos, para um fundo emergencial e gastar o restante. É importante que você defina pequenos orçamentos específicos para gastos comuns que sua família tem, exemplo:

  • lazer;
  • compras de supermercado;
  • roupas;
  • dinheiro para lanche escolar
  • outros.

Se para cada uma dessas despesas houver um planejamento bem definido, é possível manter todas de maneira segura. Desse modo, o orçamento geral jamais será comprometido.

3. Não estabelecer prioridades para o planejamento financeiro familiar

Quais são as prioridades para o bem-estar da sua família? Essas despesas precisam sempre estar à frente de qualquer outro tipo de gasto. Por vezes é difícil ter controle do dinheiro, especialmente no cenário consumista em que vivemos atualmente, mas é necessário equilibrar a maneira como ele é investido, levando em conta o que é essencial.

Reflita sobre o que é relevante

As despesas do plano de saúde, por exemplo, nunca podem estar abaixo do que você gasta com lazer. A educação dos seus filhos não pode ser preterida para gastos com compras supérfluas ou itens que podem esperar um outro momento.

Esse julgamento é de cada um e o importante é fazer uma reflexão sobre as prioridades. Um planejamento financeiro familiar bem feito coloca sempre as despesas mais importantes no topo.

Desse modo, os esforços serão feitos primariamente para cumprir com essas obrigações. O bem-estar geral deve estar sempre à frente de luxos específicos dentro de uma família.

4. Fazer compras por impulso

Fim de semana chega e você resolve ir ao shopping com a sua família. Muitas lojas, itens interessantes e bate aquela vontade de comprar algo. Será que vai caber dentro do seu orçamento? Nesse momento alguém precisa fazer o papel do “chato” e consultar as anotações do orçamento.

A saúde do planejamento financeiro familiar está diretamente ligada ao equilíbrio e à responsabilidade. As compras feitas por impulso podem arruinar a organização feita com muito empenho durante meses. Essas aquisições podem trazer muita felicidade momentaneamente, mas podem se tornar problemas em breve.

Mantenha o equilíbrio

Muito do desequilíbrio nas contas acontece justamente por esse momento em que os gastos não são planejados. O rigor e a disciplina precisam entrar em ação, mesmo que isso gere falta de compreensão, especialmente das crianças, pois elas ainda não entendem a responsabilidade das despesas familiares.

Tenha em mente o fato de que as campanhas de publicidade são feitas para ter alto poder de convencimento. Ainda que caiba no seu orçamento, você deve se questionar se o que você está prestes a comprar será realmente útil ou eficiente. Pergunte-se sempre: “eu realmente preciso disso?” Se houver uma margem de dúvida, ainda que pequena, melhor economizar.

5. Não entender que gastos fixos podem variar

Como falamos, toda família tem aquelas despesas fixas, que são facilmente identificadas e relacionadas no planejamento mensal. Entretanto, é importante estar sempre atento a possíveis variações nos valores. Eles podem acontecer e, em alguns casos, surpreender.

Contando com isso, sempre separe valores a mais para essas despesas, com uma margem de segurança para que não haja nenhum imprevisto, complicando o orçamento definido previamente. Caso não haja nenhum aumento, você pode reincorporar essa diferença nos orçamentos específicos ou deixar para fundo de emergência.

Procure saber também quando pode haver essas variações. É possível mensurar esses aumentos em gastos como financiamentos, mensalidade escolar, planos de saúde e muitas outras despesas. Procure estar sempre atento a isso.

Organize-se para investir

Com as despesas bem organizadas e seguindo rigorosamente o planejamento, é possível realizar investimentos. Lembre-se de que cada centavo economizado pode ser revertido para aplicações que rendem boas quantias.

Um dos melhores produtos de investimento é o tesouro direto. Ele é de renda fixa, ou seja, o cliente sabe exatamente quanto receberá ao final da aplicação. Nessa modalidade os investimentos podem ser feitos mensalmente.

Deu para perceber como é vantajoso manter um planejamento financeiro familiar, não é mesmo? Aproveitando o assunto, veja como essa disciplina pode lhe ajudar na aposentadoria!

Como a reforma trabalhista vai impactar a sua vida?

como-a-reforma-trabalhista-vai-impactar

A reforma trabalhista, amplamente debatida entre trabalhadores, empresários, juristas e políticos e fortemente noticiada pela mídia, propõe uma série de mudanças nos direitos vigentes e praticados há muitas décadas no Brasil.

Apesar de muito discutidas, vemos que a maioria das pessoas não sabe exatamente como essas mudanças impactarão em suas vidas enquanto trabalhadores.

Saiba mais