4 coisas para considerar ao contratar um PGBL

A ideia de um plano PGBL lhe atraiu e agora você está a um passo de contratar o seu? Legal, boa escolha! A ideia de unir o “útil ao...
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A ideia de um plano PGBL lhe atraiu e agora você está a um passo de contratar o seu? Legal, boa escolha!

A ideia de unir o “útil ao agradável”, tendo uma previdência privada para estar bem amparado no futuro, podendo, ao mesmo tempo, deduzir cobranças em seu IR, parece mesmo ótima. Neste artigo, explicaremos brevemente como funciona o PGBL e quais são as suas principais vantagens e desvantagens. Mostraremos o que considerar antes de optar por um plano, para ter a certeza de que ele será a melhor escolha para a sua necessidade.

Está buscando previdência privada, preocupado com futuro e aposentadoria? O que você deve considerar ao contratar um PGBL? Confira algumas coisas que você deve prestar atenção quando for adquirir o seu!

Como funciona o PGBL?

Após a pessoa já ter decidido que precisa de um plano complementar (confira por que existir na previdência privada), é preciso entender como funciona a opção que se vai escolher. O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é mais recomendado para quem quer fazer uma contribuição de prazo mais longo. Também para quem tem rendas mais altas e deseja ter um bom benefício fiscal: quem faz a declaração do IR no modelo completo, pode deduzir até 12% da renda bruta anual com o incentivo fiscal dado.

Quais as principais vantagens?

Mesmo que compartilhe muitos benefícios com previdências de outro tipo (como o VGBL), a maior vantagem que o PGBL ainda oferece é a possibilidade de postergar o pagamento do imposto de renda:

  • Incentivo fiscal e tabela regressiva a longo prazo (que não é a mesma coisa que isenção fiscal, mas ajuda bastante);
  • Isso significa que se você investiu na sua previdência privada um valor anual que represente até 12% de sua renda (ou o que for até isso), ele não será contado como ganho para fins de imposto.

Desvantagens?

Bem, por outro lado, você tem que se preparar para o que vem depois. Ao resgatar sua previdência no modo PGBL, os impostos incidirão sobre o total (de acordo com a tabela escolhida) e isso pode “pesar” no bolso dos desavisados.

O que devo considerar ao contratar então?

Basicamente, o tipo de tributação que é melhor para você. Mas pense ainda nas seguintes coisas ao contratar (além de não esquecer, claro, de verificar as taxas de administração que incidirão sobre o serviço):

  • A melhor forma de programar seus resgates para pagar a menor taxa de imposto possível;
  • Ao ultrapassar os 12% da renda anual, já o recomendável é investir o dinheiro em uma outra previdência — do tipo VGBL, no caso. Sim, você pode ter as duas ao mesmo tempo — e isso não é necessariamente ruim — mas pode dificultar quem queira centralizar maior renda em uma só ou construa objetivos de longo prazo em cima de uma simulação de resultados por uma única estratégia ou tabela, por exemplo.

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