O que considerar antes de fazer um plano de previdência privada

O momento delicado atual da nossa economia está dando calafrios nos brasileiros. Ouvimos falar de crise para todos os lados e, ainda assim, os preços não param de subir....
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O momento delicado atual da nossa economia está dando calafrios nos brasileiros. Ouvimos falar de crise para todos os lados e, ainda assim, os preços não param de subir. Nós, que muitas vezes estamos mais preocupados com a folga do final de semana ou com o jogo do nosso time, muitas vezes não pensamos no futuro como deveríamos e isso pode trazer um tremendo arrependimento depois.

Contar apenas com a previdência social é um tremendo de um risco. Historicamente, já sabemos que nosso governo não costuma ser um grande administrador: além de pagar valores defasados em relação ao salário do contribuinte, sempre há o risco daquelas manobras marotas e pequenas alterações para que o ordenado do aposentado fique ainda menor. Por essa razão, o plano de previdência privada pode ser a solução dos nossos problemas!

Quer descobrir o que considerar antes de fazer um plano desse tipo? Então, confira o post que escrevi sobre o tema:

Inclusão de beneficiários

Essa é uma questão um pouco delicada, mas que deve ser considerada antes de fazer um plano de previdência privada. Ninguém está planejando morrer antes de se aposentar, não é verdade?

Mas o fato é que, especialmente se você tiver filhos pequenos, saber se a instituição oferece a chance de incluir beneficiários é fundamental. Se a pessoa morre antes de se aposentar, alguns planos oferecem o chamado “planejamento sucessório”, em que os indicados recebem os valores devidos sem que seja necessário a abertura de inventário, nem nenhuma grande burocracia. Analise essa possibilidade antes de fechar o contrato.

Confira também as 5 razões para investir em previdência privada.

Regime de tributação

Você pode escolher o regime de tributação que incidirá sobre seu plano de previdência privada, no entanto, essa decisão não pode ser alterada após a contratação.

São duas opções: no regime progressivo, os valores serão taxados quando você for receber os benefícios da aposentadoria e o regressivo, em que as alíquotas vão variar entre 10% e 35%, a depender do tempo que você vai permanecer na aplicação.

A facada é inevitável, mas você pode escolher a maneira que fica melhor para você!

Renda fixa ou variável

Essa é uma escolha que tem a ver com seu perfil e com suas intenções. Atualmente, segundo a lei, um plano de previdência privada só pode aplicar 49% dos seus recursos em renda variável, especialmente em razão do risco que essa aplicação traz.

No entanto, a renda fixa costuma gerar bem menos lucros, o que pode reduzir o poder de compra no futuro. Analise friamente e não deixe de considerar um plano misto como uma boa alternativa.

Taxas da instituição

Essa é outra escolha importante na hora de fazer seu plano de previdência privada. As principais cobranças geralmente são a de administração e a de carregamento. Elas são um valor que a administradora cobra do seu fundo de contribuições para cobrir despesas e custos de corretagem, bem como para administrar os investimentos.

Entretanto, ela é variável e você pode perfeitamente negociar com as seguradoras ou bancos um belo desconto. Existem até instituições — em geral independentes — que não cobram esses valores. Especialmente para quem investe em renda fixa, esse valor tende a ser bem baixo, pois o trabalho do gestor é muito pequeno nesses casos.

Esses são alguns pontos que você deve considerar antes de fazer um plano de previdência privada. Escolhendo bem, você garante seu futuro e poderá beber sua cervejinha bem tranquilo, sem se preocupar com as contas do fim do mês.

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